<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169</id><updated>2012-02-16T05:07:31.862-08:00</updated><category term='Carlos'/><category term='Listas'/><category term='Andressa'/><category term='Luis'/><category term='Pipoca e Nanquim'/><category term='Ivan'/><category term='Roger'/><category term='Marco'/><title type='text'>Cinemarco Críticas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>58</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-4260672177697376761</id><published>2011-12-07T08:23:00.001-08:00</published><updated>2011-12-09T07:51:34.173-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Tempos de Paz</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Gh6vTjok0Ng/Tt-mLSy1uXI/AAAAAAAAAg4/999uaUVX3xM/s1600/tempos-de-paz-poster01.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-Gh6vTjok0Ng/Tt-mLSy1uXI/AAAAAAAAAg4/999uaUVX3xM/s320/tempos-de-paz-poster01.jpg" width="214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é de grande reconhecimento a filmografia do diretor Daniel Filho. Seu tom novelesco de uma narrativa pouco profunda parece o afastar da possibilidade de dirigir uma marcante obra no cinema brasileiro. Sua aparente pouca capacidade de narrar gêneros distintos, o marca como um diretor de gênero, caracterizado massivamente pela comédia romântica. Contudo, Daniel possui, sim, alguns sucessos de bilheteria no cinema brasileiro, como a sequência de &lt;b&gt;Se Eu Fosse Você&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Primo Basílio&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Chico Xavier&lt;/b&gt;, mas cai facilmente num cinema pouco autoral, ajudado pela constante utilização de atores globais. É importante perceber, ainda, que a popularização de algumas de suas obras não atendem diretamente com a fato de ele ser ou não um bom diretor. E aí descobrimos um trabalho interessante e mais hábil presente em suas obras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estamos falando de &lt;b&gt;Tempos de Paz&lt;/b&gt; (2009). Ainda que também limitado e com alguns pontos negativos, há dois grandes destaques nessa obra que me fizeram diferenciá-lo. A excelente atuação de Dan Stulbach no papel principal é uma dessas virtudes, e marca uma grandíssima semelhança com o filme &lt;b&gt;O Terminal&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;The Terminal&lt;/i&gt;, 2004), de Spielberg. Fora a forte aparência do ator brasileiro com Tom Hanks (protagonista do longa de Spielberg), a situação dramática de seus personagens desperta boa curiosidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Tempos de Paz, Clausewistz (Stulbach) é um imigrante polonês que chega ao Brasil num período pós-guerra, mas, por problemas burocráticos, não consegue adentrar ao país. A semelhança profunda dessa "dramédia" se agrava no momento que percebemos que o personagem deve driblar a desconfiança de Segismundo (Tony Ramos) para convencê-lo de suas intenções benévolas. O papel caricato de Stulbach e sua destacável atuação sustentam interesse e empatia suficientes para querer acompanhar o drama de sua história. Com um jeito típico de falar, aliado à pensamentos e opiniões cômicas do personagem, Clausewistz se apresenta como um coitado, frágil, cheio de aparente inocência mas carregado de boa estratégia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É aí que começamos a atentar para outro ponto forte do filme. Com roteiro assinado por Bosco Brasil, a história apresenta uma narrativa eficaz e muito desafiadora, pautando o filme todo praticamente num único diálogo envolto à um único local. Perceba: são apenas duas pessoas conversando, num mesmo lugar, sem auxílio de fatores que destaquem a atenção do espectador (por exemplo: um objeto, um figurino ou fugas à lembranças dos personagens), e ainda assim o roteiro condiz com grande poder de envolvimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Grande parte dessa virtude advém, também, do ritmo empregado ao desdobrar dos fatos. Clausewistz chega ao Brasil sozinho, fugido da guerra e encontra um país em grande abalo político. É aí que ele se apresenta como um ex-ator e agora agricultor, sem ter nenhum calo nas mãos. Fatores curiosos que despertam a curiosidade e o receio de Segismundo, que resiste em assinar o salvo-conduto que liberaria o rapaz a entrar no país. O roteiro é amarrado, ainda, à recorrentes histórias e lembranças do tempo de guerra e do teatro vivenciados pelo polonês na Europa, confrontados com a ríspida opinião de Segismundo, que narra sua tragetória dentro da política nacional.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, percebe-se mais do que uma história contada entre momentos políticos, ao se revelarem sutis críticas à postura dos chefes de Estado no período de abalo econômico, mesmo que os argumentos de Segismundo escondam a fidelidade com a história real dos imigrantes ao Brasil, se percebe um tom de crítica à política, ao mesmo passo que ela tenta ser real, como o momento em que Segismundo tenta arrecadar propina do imigrante e, em um tom mais profundo, à sua postura quase como um sargento, cumpridor de ordens e incapaz de agir com dó, respeito ou bom-senso. Seu tom autoritário e frio, contudo, nos é contrastado com opiniões suaves e reflexivas de Clausewistz, que, aos poucos, abalam Segismundo e convencem-no de dar uma chance ao imigrante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-GfuiDBBPN14/Tt-mKmGtNUI/AAAAAAAAAgw/tcgz5gSWPfg/s1600/tempos+de+paz-g.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-GfuiDBBPN14/Tt-mKmGtNUI/AAAAAAAAAgw/tcgz5gSWPfg/s400/tempos+de+paz-g.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-nC2Zkr0gY2c/Tt-mJ8xJL3I/AAAAAAAAAgo/Ewk3BA27Qkg/s1600/974696-7470-ga.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-nC2Zkr0gY2c/Tt-mJ8xJL3I/AAAAAAAAAgo/Ewk3BA27Qkg/s400/974696-7470-ga.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tempos de Paz amarra-se, então, como uma obra de homenagem e referência. À profissão de ator, a capacidade de romantizar situações fora do cotidiano, de narrar o absurdo e ser reverenciado por algo que, às vezes, não entendemos mas adoramos; e, também, aos próprios imigrantes que vieram ao Brasil por diversos motivos, pessoas que tiveram importância na história da arte nacional.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não fosse pequenos deslizes e ausência de certo capricho nessa obra, ela poderia ganhar valor ainda mais destacável. O trabalho de arte/efeito visual demonstrou-se péssimo ao focar a mão do Doutor Penna (interpretado pelo próprio diretor Daniel Filho, e com atuação bastante contestável), ainda a atuação muito razoável de outros atores globais, como o desprezível Ailton Graça no papel de Honório e Louise Cardoso, como Clarissa; atuações ruins que não comprometem o longa por sua pouca relevância na trama, e principalmente pelo foco narrativo centrado em atuações destacadas de Tony Ramos e Dan Stulbach. Sendo muito crítico, sabemos que a história central guarda algumas poucas situações forçadas, mas elas jamais chegam a comprometer o brilhantismo do poder narrativo desse trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Minha avaliação: 9/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Envolvente&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-4260672177697376761?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/4260672177697376761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=4260672177697376761&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4260672177697376761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4260672177697376761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/12/tempos-de-paz.html' title='Tempos de Paz'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Gh6vTjok0Ng/Tt-mLSy1uXI/AAAAAAAAAg4/999uaUVX3xM/s72-c/tempos-de-paz-poster01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-8032945600642499448</id><published>2011-11-04T10:13:00.000-07:00</published><updated>2011-11-08T05:42:29.616-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>O Pagamento Final</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-S8uege5CsT4/TrQUEljC0CI/AAAAAAAAAfo/ga5_7d38xjE/s1600/carlitos_way.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-S8uege5CsT4/TrQUEljC0CI/AAAAAAAAAfo/ga5_7d38xjE/s320/carlitos_way.jpg" width="214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O crime carrega em si algumas regras irrevogáveis. CarlitoBrigante (Al Pacino) tem consciência dessas regras e o perigo que elasoferecem, mas tenta driblar seu próprio passado para, como só ele sabe,definitivamente trocar de vida. O mafioso carrega em seus ombros a fama de umdelinquente, daquele que construiu seu império e burlou a sociedade com a suainteligência e, principalmente, sua noção do perigo. Carlito está disposto ausufruir de uma vida digna, mas sabe que, após sair da prisão, terá de duelarcontra si e seus antigos comparsas para convencer-se de seu novo objetivo. Elesofrerá a punição do crime pela sua regra máxima, e ele bem sabe qual é.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Carlito parte, assim, para acertar as contas com sua vidacriminal, certo de que seus dias de mazela estão contados. Tudo é uma questãode tempo, até ele juntar o dinheiro necessário para fugir para as Bahamas aolado de Gail (Penelope Ann Miller), com quem manteve uma relação conturbadaantes mesmo de ser preso por tráfico de heroína. Gail cumprirá o papel demotivadora nessa sua nova caminhada, o porto-seguro que Carlito almeja comorecompensa e caminho de sua maior felicidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Depois de apenas cinco anos cumprindo pena prisional porseus atos, seu advogado e maior amigo David Kleinfeld (Sean Penn) convence, emtribunal, que Carlito não precisava cumprir os 30 anos a que fora condenado,estando paga a sua dívida com a sociedade.Carlito sabe e relata: Sua conta foi paga com Deus, sua nova mentalidade é arecompensa de sua conquista e, sua meta, é uma felicidade honesta. Balela, paraum juiz cansado dessas histórias com promessas de renovação, ele se vê obrigadoa soltar Carlito, mas seu leve sorriso sarcástico nos revela que ele sabe quedevolveu às ruas um perigo à sociedade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É desse mote que &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;OPagamento Final&lt;/b&gt; (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Carlito’s Way&lt;/i&gt;,1993) constrói uma fantástica narrativa para contar a trajetória do porto-riquenhoCarlito Brigante. Livre de sua pena, Carlito revê no gueto a condição de astrocriminoso, uma referência e um ícone para os demais mafiosos que ali se instalam.Solto, ele briga contra seu passado, recusa sua fama, desvia do perigo; massabe que &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;o mundo do crime não guardaamigos&lt;/i&gt;, senão o oportunismo e a vitória do melhor estrategista, aquele quesabe com quem e como se envolver.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Construindo essa narrativa de modo primoroso, o diretorBrian de Palma projeta uma longa cena, de perfeita execução. Atento a qualquertipo de detalhe, desde o enfoque ao olhar pressentido de Carlito e suaexperiência, até o sorriso fácil e ingênuo de seu sobrinho, é importanteperceber a magnífica técnica e o absoluto domínio sobre todas as informaçõesvisuais inseridas em cena, passada ao fundo de uma barbearia, onde o sobrinhode Carlito planeja, inocente, realizar sua primeira “tramoia”. Carlito percebe,desde o sotaque porto-riquenho de um inglês precário à porta entreaberta de umbanheiro que esconde muito mais que uma privacidade, o perigo desenhado aojovem rapaz, e age em prol de sua vida, mesmo que seja tarde demais. Nessa cenaque dura praticamente dez minutos, nada é em vão, nem mesmo o momento em que asmúsicas caricatas de Porto Rico alternam como trilha sonora, nem o porquê de aumentá-laem determinado momento. Aquelas paredes vermelhas e de textura forte remetem,óbvio, ao perigo, e, não por coincidência, nos levam a uma alusão ao sangue.Carlito contra-ataca, e deixa de sobreaviso ao sobrinho morto pela sua própriaimaturidade, uma verdade tardia sobre o mundo do crime: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Pobre sobrinho, nesse mundo, não há espaço para amizades.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-R3FMRkk-mwc/TrQVk4W7lTI/AAAAAAAAAfw/cpMXm7Rv7FY/s1600/carlitos_way_2.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="170" src="http://4.bp.blogspot.com/-R3FMRkk-mwc/TrQVk4W7lTI/AAAAAAAAAfw/cpMXm7Rv7FY/s400/carlitos_way_2.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-TgXzzqaoycM/TrQVoHlSiyI/AAAAAAAAAf4/Nfl12nNIoKs/s1600/carlitos_way_4.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="170" src="http://2.bp.blogspot.com/-TgXzzqaoycM/TrQVoHlSiyI/AAAAAAAAAf4/Nfl12nNIoKs/s400/carlitos_way_4.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É desse tom genial que todas as cenas, sem exceção, sãoexecutadas. Conciliando uma direção absolutamente madura de De Palma, após seusmaiores sucessos (Carrie – A Estranha, Scarface e Os Intocáveis), com um roteiroprimoroso e bem construído, mesmo que com um enfoque um pouco incomum, OPagamento Final registra sua importância na seleta lista de filmes degangsteres, e é agraciado pela direção madura das mãos de um mestre do cinema.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É importante ressaltar a importância dada a cada personagem coadjuvante nessa história. Assim, cada um possui ao menos um grande momento envolto ao personagem de Al Pacino, e contribuem com atuações importantes para o desfecho final, como o par romântico de Carlito, Gail; o seu advogado e melhor amigo, David; além de seu sobrinho e das amizades do mundo suburbano, como antigos comparsas e os novos sócios de seu bar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Pautado num contexto romântico, a trajetória de Carlitoguarda momentos memoráveis acerca de sua vida íntima. A trama narrativa dofamoso gângster é narrada com um objetivo claro ao personagem; o que Carlitoquer é juntar o dinheiro necessário, com a ajuda de seu bar, e fugir com Gailao paraíso. É importante e curioso perceber, também, que a opção de De Palma emdeixar um imenso &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;spoiler&lt;/i&gt; logo nocomeço de como o filme iria acabar, não desmerece em nada a profundidade e assurpresas dessa história, aliás, chega até a ser engraçado o modo como torcemospor um criminoso, cientes de seu desejo pacífico, e esquecemos que já nos foicontado seu fim. Queremos, mesmo, que aquilo seja uma inverdade, queremos sertraídos pela narrativa, mas ela não pode trair a mensagem deixada por Carlitoao ver seu sobrinho morto naquela cena criminosa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No que se refere ao fator motivador dessa história, o desejo de fuga com Gail,De Palma consegue, em rara felicidade, construir um romance de imensaqualidade, com apenas cinco ou seis grandes cenas. É de se rever o momento emque Carlito persegue Gail em sua aula de dança, em meio a uma chuva fotografadaem tons de azul-escuro e que logo nos remete a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Cantando na Chuva&lt;/b&gt; (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Singin’ inthe Rain&lt;/i&gt;, 1952), onde o personagem sobe no terraço de um prédio, e cobre-sepor uma tampa de lixo para proteger-se da chuva. É de grande apelo sentimentalo modo como os dois voltam a se ver, quando Carlito corre atrás de Gail citando seu próprio nome paraque ela, surpresa, vire emocionada ansiando pela sua figura. Como ápice desse romantismo, uma cenafilmada em uma porta entreaberta da casa de Gail sela a magia dessa relação comuma encantadora cena (ainda com uma clara referência a O Iluminado), ela faz umcharme, ele quebra a porta, e contracenam com a música &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;You Are So Beautiful&lt;/i&gt;, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;de Joe Cocker&lt;/i&gt;, ao fundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Carlito vive, entre emoções, esperanças e a insegurança da incertezade poder ir as Bahamas com Gail, um turbilhão de momentos cruciais. Ele devereconquistar Gail, convencê-la de fugir consigo e ainda driblar seu advogadoKleinfeld, que agora está também se inserindo no meio criminoso, ainda que demodo inexperiente, e suplica pela ajuda de Carlito para eliminar um homem queameaça matá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--RAfLMdKOiw/TrQVt_u5lwI/AAAAAAAAAgY/sVBx8Fye7c4/s1600/sobrinho.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="170" src="http://2.bp.blogspot.com/--RAfLMdKOiw/TrQVt_u5lwI/AAAAAAAAAgY/sVBx8Fye7c4/s400/sobrinho.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jTvHtQKZeOs/TrQVqQynYiI/AAAAAAAAAgA/xm4UKI42-5M/s1600/gail.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="170" src="http://2.bp.blogspot.com/-jTvHtQKZeOs/TrQVqQynYiI/AAAAAAAAAgA/xm4UKI42-5M/s400/gail.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não há tempo para pensar, Carlito deve ser hábil em cada lance,sabe que sua felicidade depende de passar por este arriscado momento. Em meio anoção de que muitos querem matá-lo, Charlie, como Gail carinhosamente o chama,compra as passagens de trem, e segue-se uma grande cena de perseguição entreele e os chefes de Estado. Longa e com um clímax perfeito, De Palma nos presenteiacom um imenso e verdadeiro sorriso de Carlito, correndo sem limites para osbraços de Gail, que já o espera na porta do trem. Essa porta é uma metáfora aoparaíso, e ele cessa sua fuga aos pés da felicidade pois, antes de tudo,Carlito já foi um homem da máfia, e sabe que merece pagar, pagar para ter noçãoque o crime não perdoa sua escolha.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Carlito se vê deitado numa maca, tentando ser salvo daescolha que fizera. Em pensamentos íntimos, recalcula sua vida, sua missão,julga a todos que fizeram parte de sua trajetória, mas sabe que é justo seudestino. Aqueles dizeres “Fuga ao Paraíso” descritos numa placa, ao qualCarlito observa, já guardam Gail e seu filho, parados, esperando finalizar essajornada que não merece tê-lo como coadjuvante, para mover-se ao dançar de Gailnas Bahamas, já desfrutando dessa vida recompensadora. A vida recolocava em ordem,assim, cada qual com seu destino e seus merecimentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Minha avaliação: 10/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Primoroso&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-8032945600642499448?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/8032945600642499448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=8032945600642499448&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/8032945600642499448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/8032945600642499448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/11/o-pagamento-final.html' title='O Pagamento Final'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-S8uege5CsT4/TrQUEljC0CI/AAAAAAAAAfo/ga5_7d38xjE/s72-c/carlitos_way.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-4317818890694312339</id><published>2011-10-31T12:04:00.000-07:00</published><updated>2011-11-08T05:34:08.621-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Halloween - A Noite do Terror</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rosOgtSyPIM/Tq7uaiqmfYI/AAAAAAAAAfY/qOptx6ulrP0/s1600/poster-halloween1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-rosOgtSyPIM/Tq7uaiqmfYI/AAAAAAAAAfY/qOptx6ulrP0/s320/poster-halloween1.jpg" width="215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Alguns mistérios são difíceis de decifrar. Não, não se tratado mistério envolto na história de &lt;b&gt;Halloween - A Noite do Terror&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Halloween&lt;/i&gt;, 1978), filme de terrordirigido por John Carpenter. Afinal, por que esse filme ganhou reconhecimento echegou ao &lt;i&gt;status&lt;/i&gt; de um dos clássicos do gênero? Nem a comum explicação paraacobertar possíveis falhas do filme consegue desviar os incontáveis defeitosque ele possui. Normalmente, dizer que o filme é antigo e que a época de sua produçãoera diferente e os recursos eram bem mais escassos, soa fácil para justificarpossíveis deslizes. Ora, 1978 é logo ali, dá pra citar obras realmenteemblemáticas do cinema que foram feitas em momentos bem mais difíceis.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Uma das possíveis – e raras – justificativas para entender afama que ele ainda carrega, é comparar a sua produção no gênero do horror comos demais exemplares do gênero produzidos até então. Mas, aí, entendendo queesse argumento realmente justificaria o seu sucesso, seria automaticamente reconhecerque seus antecessores são de qualidade altamente duvidosa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É, até certo ponto – apenas –, complicado analisar umapelícula deste nível quando se já assistiu muitas das suas excelentes obrassucessoras. Facilmente, quem hoje assiste a Halloween, acaba por julgá-lo comuma quantidade de clichês que talvez ainda não tenha se visto. Porém, o filme édatado do ano de 78, e essa história do clichê dificilmente irá fazer sentido.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como os defeitos são muitos, prefiro citar, de imediato, umaqualidade importante: a trilha sonora – embora clássica e, por isso, até certoponto, fácil de agradar – marca as principais e repetidas cenas de suspense/terrorque o filme desenvolve; ainda que fique uma dúvida no ar se essa trilha érealmente boa ou se o seu mérito mais se deve ao fato de ser inconfundível, épossível, mesmo assim, classificá-la como interessante, mesmo que a dúvidaainda persista.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Contudo, é triste e curioso perceber, que não é de grandefacilidade compreender se os recorrentes tons &lt;i&gt;trash&lt;/i&gt; são propositais ou não. Aspéssimas escolhas para definir o fim dos personagens nos momentos mais importantesdo filme, deixam a entender que essas cenas &lt;i&gt;gore&lt;/i&gt;, de um &lt;i&gt;trash&lt;/i&gt; mal conduzido,foram de péssima direção. O pior, claro, é perceber que se trata de um terrorque era para ser levado a sério e, no fim, se mostrou &lt;i&gt;trash&lt;/i&gt;; não um &lt;i&gt;trash&lt;/i&gt; quesimplesmente queria ser &lt;i&gt;trash&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como se não bastasse o principal elemento negativo de umaobra de horror, Carpenter ainda é infeliz ao não sustentar boas justificativas aos atos de seu antagonista. Não explica de onde veio, o que quer, ou a razão de suasatitudes. É um &lt;i&gt;serial killer&lt;/i&gt; que se aproveitou do espírito da tradição dohalloween para voltar a sua cidade e aterrorizá-la; é uma desculpa muito questionável parase satisfazer como razão aos problemas. Dessa forma, o diretor pauta-seunicamente a apresentar seu vilão em cenas clássicas de aparecimento. Depois detrês oportunidades que o antagonista aparece, todas as próximas cenas perdem agraça, é facílimo perceber onde e em que momento ele irá aparecer, ajudado,ainda, por enquadramentos que só faltam apontar para a posição que irá ocuparem cena. Broxante.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-E2qzjZ51BuM/Tq7uYHmcofI/AAAAAAAAAfI/ALtlSsYbB8A/s1600/742_4bc90ea3017a3c57fe0053a2_1293131777.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://4.bp.blogspot.com/-E2qzjZ51BuM/Tq7uYHmcofI/AAAAAAAAAfI/ALtlSsYbB8A/s400/742_4bc90ea3017a3c57fe0053a2_1293131777.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Buu!&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AxTMnww6vys/Tq7uZetJL5I/AAAAAAAAAfQ/3vCTFXY-_rc/s1600/halloween.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://2.bp.blogspot.com/-AxTMnww6vys/Tq7uZetJL5I/AAAAAAAAAfQ/3vCTFXY-_rc/s400/halloween.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esse vilão sustenta o padrãoclássico de &lt;i&gt;serial killer&lt;/i&gt; de filmes de horror que ficou famoso pela sua burrice.Apresenta-se malvado ao extremo, utiliza uma máscara para acobertar seu rosto enão é capaz de matar duas criancinhas e duas meninas apavoradas. Tem uma facana mão e perde o duelo para uma garota num armário que o vence lutando com umcabide; ora, isso é um zumbi, não é não? Aliado a isso, é possível perceber, jána primeira cena, uma grande falha na direção da cena de suspense, que é tambémo primeiro plano do filme: aquele que se apresenta como um menino no início e,de imediato, não nos é revelado, é narrado por uma câmera trêmula em primeirapessoa, nos colocando em seu campo de visão. Após revelar que aquilo ali seriaum garotinho de, no máximo, 1,50m, fica explícita a falta de percepção paranarrar as antigas cenas em um ângulo mais condizente com a altura do garoto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Halloween, então, carrega em si uma fama questionável. Nãodá para acreditar que esse tipo de horror funcionava tão bem no fim dos anos70. Sem trabalhar de modo eficiente seus personagens, com atuações muitorazoáveis, inúmeras falhas na direção e um enredo incapaz de justificar aconexão e a profundidade da história, pode-se dizer, assim como outros exemplos,que Halloween se encaixa no padrão filme-evento, pautando sua narrativa numa tradiçãoque é muito mais desenvolvida do que a própria história que ele mesmo desejacontar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1c1f24; color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Minha avaliação: 5/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Ruim&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-4317818890694312339?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/4317818890694312339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=4317818890694312339&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4317818890694312339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4317818890694312339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/10/halloween.html' title='Halloween - A Noite do Terror'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-rosOgtSyPIM/Tq7uaiqmfYI/AAAAAAAAAfY/qOptx6ulrP0/s72-c/poster-halloween1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-7015657133842749161</id><published>2011-10-25T09:53:00.000-07:00</published><updated>2011-10-28T08:08:00.918-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>O Gigante de Ferro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nXejI2o2T9A/Tqbo8ZH0AQI/AAAAAAAAAeY/EBlrbgl7Rjo/s1600/O-GiganteDeFerro.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-nXejI2o2T9A/Tqbo8ZH0AQI/AAAAAAAAAeY/EBlrbgl7Rjo/s1600/O-GiganteDeFerro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O sucesso de uma história advém da forma como ela é contada.Apenas um bom roteiro não faz, por si só, um bom filme; assim como um bom filmenão se pauta somente num bom roteiro. A persuasão e o tom cativante de umahistória são sempre os elementos fundamentais para captar a atenção para ahistória que se pretende contar. Para chegar nesse nível de imersão, pode-seatentar para o interesse da empatia do espectador quando se narra um drama ouromance, ou uma fuga ao desconhecido quando se opta por um conto científico, defantasia ou aventura. Ou, quem sabe, uma mescla dessas características.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O Gigante de Ferro&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;The Iron Giant&lt;/i&gt;, 1999) tem um pouco decada uma dessas virtudes. Não é, acredito, perfeito ou quase isso, mas garantesua importância no poder de envolvimento que impõe em cada cena. A trama partede um interesse narrativo eficaz, concentrando o foco da história no mundomágico de uma criança que descobre a existência de um gigante de ferro, um serque veio do espaço e que se alimenta somente de aço. Misturando essa boaparcela de ficção na relação da criança, se constrói com facilidade o interessemaior de envolvimento na relação desses personagens.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Essa eficiente animação não é tão simples a ponto de que somenteas crianças gostem, nem tão complexa a ponto de cair somente no interesse dosadultos. Discorre, nas suas entrelinhas, com certa facilidade de compreensão, umtom de metáfora, que fala a linguagem das crianças e sua constante vontade deapreciar a fantasia, coincidindo com críticas sutis à relação do homem-monstro,como bem se revela em algumas circunstâncias.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A multilinguagem do longa parte, em princípio, da relação deamizade construída entre o menino e o Gigante de Ferro. Escondidos na mata, osdois trocam os primeiros diálogos com receio e encanto, até adquiriremconfiança e fortalecer suas amizades. O poder de encanto e, obviamente, osimples fato de ser uma criança, fazem com que ele não meça o perigo e osesforços para cuidar de um “ser” que poderia causar a destruição de toda apequena cidade de Rockville, pequeno vilarejo no interior dos Estados Unidosnos anos de 1950, onde a história se passa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O garoto é, ainda, esse poder de irresponsabilidade einocência benévolas, que permitem, em situações inimagináveis, conviver com passividadeeste momento de descobrimento. Aos poucos e facilmente, vamos descobrindo que oGigante de Ferro é inversamente bondoso, comparado ao medo causado pelo seutamanho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O garoto percorre, assim, uma tentativa de cuidar de seu “bichinho”de estimação, e deve driblar a intenção de agentes do governo em capturar, sobinteresses políticos, o Gigante de Ferro. É importante perceber, nesse caso, ofinal reflexivo e questionador, mesmo que em segundo plano, do desdobrar dahistória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Gigante de Ferro é uma história que, em princípio, se parece absurda, conta com elementos incomuns e traz a desconfiança sobre o poder narrativo da obra. Essa desconfiança vai se perdendo, no entanto, desde os primeiros minutos de exibição. Por mais que essa possa parecer uma simples história infantil de um menino que encontra um ser monstruoso e decide adotá-lo, é interessante perceber como a comoção com a amizade e fatores humanos intrínsecos à conduta do homem ganham importância em várias cenas. A história não se permite dar maior ênfase à essas críticas sutis sobre o homem e seu pensamento, mas controi uma narrativa intencionada na leve percepção do que aquela relação quer dizer, bem como as intenções governamentais e políticas em que a história se passa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xmA0j56llnE/Tqbo7tGt21I/AAAAAAAAAeQ/Djk2RZfDPaE/s1600/irongiantog.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="167" src="http://1.bp.blogspot.com/-xmA0j56llnE/Tqbo7tGt21I/AAAAAAAAAeQ/Djk2RZfDPaE/s400/irongiantog.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Ian3diskC00/Tqbo-dGCKGI/AAAAAAAAAeo/ivY-Aa7G6tY/s1600/vlcsnap2011062415h23m15.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Ian3diskC00/Tqbo-dGCKGI/AAAAAAAAAeo/ivY-Aa7G6tY/s1600/vlcsnap2011062415h23m15.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="168" src="http://1.bp.blogspot.com/-Ian3diskC00/Tqbo-dGCKGI/AAAAAAAAAeo/ivY-Aa7G6tY/s400/vlcsnap2011062415h23m15.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O Gigante de Ferro, dirigido por Brad Bird (Ratatouille, OsIncríveis), é um desses tesourinhos de locadora. Pouco divulgado e facilmenteesquecido, essa excelente animação certamente ganhou injusto descrédito entredistribuidoras e cinemas, e, consequentemente, pouco conhecimento dosespectadores. Para quem gosta de desenhos fora do grande circuito comercial eem sua maioria de cunho autoral, assim como o bem conhecido japonês HayaoMiyazaki, com – dentre outros – seu adorável &lt;b&gt;Ponyo – Uma Amizade Que Veio doMar&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Gake no ue no Ponyo&lt;/i&gt;, 2008), O Gigante de Ferro é caminho fácil para maisuma animação cativante, envolvente e que perdura na memória de seus filmespreferidos do gênero.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Com a desconfiança aparente da obra, torna-se fácil seemocionar com os bem articulados momentos de comicidade, além de um desenhoainda feito, em sua maior parte, à mão e com pouca computação gráfica, que tornaa experiência mais rica e real sobre essa envolvente história.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1c1f24; color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Minha avaliação: 8/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Cativante.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-7015657133842749161?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/7015657133842749161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=7015657133842749161&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/7015657133842749161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/7015657133842749161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/10/o-gigante-de-ferro.html' title='O Gigante de Ferro'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-nXejI2o2T9A/Tqbo8ZH0AQI/AAAAAAAAAeY/EBlrbgl7Rjo/s72-c/O-GiganteDeFerro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-3791817388423771571</id><published>2011-09-29T21:42:00.000-07:00</published><updated>2011-11-08T05:33:45.353-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>A Árvore da Vida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-E-z48YhLABU/ToVGVWS5ZVI/AAAAAAAAAdE/e2mUBvOV0ws/s1600/The-Tree-of-Life-Cover.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-E-z48YhLABU/ToVGVWS5ZVI/AAAAAAAAAdE/e2mUBvOV0ws/s320/The-Tree-of-Life-Cover.jpg" width="215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O cinema que o diretor Terrence Malick propõe é para poucos.Essa intenção audaciosa e ambiciosa entrega uma versão de poesia filmada,palavras transpostas à tela em desordem narrativa, uma não-intenção de atingiro lugar-comum, ao interesse de ressaltar a experiência sensorial de umanarrativa pouco observada. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;A Árvore daVida&lt;/b&gt; (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;The Tree of Life&lt;/i&gt;, 2011) éuma saudação à vida, um filme disposto a mexer com crenças e dogmas, e é um bomconvite ao ato de pensar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Este ato, inclusive, é exigido em todos os minutos deprojeção. Iniciando sua narrativa com a apresentação de seus personagens e seucontexto, o diretor toma o sentido inverso de Kubrick em &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2001 – Uma Odisséia no Espaço&lt;/b&gt; (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;2001– A Space Odissey&lt;/i&gt;, 1968), e volta na história para encontrar razões paranarrar o drama da família central. É exuberante e marcante, entre imagem e som,a escolha de narrar o tempo somente com imagens, como se a ausência do homemnaquele momento o tornasse incapaz de realmente narrar a origem de sua históriae do próprio local onde vive, cabe a natureza narrar-se por si só. Dotado deinvejável paciência e inteligentemente interessado na imersão de seuespectador, Malick atravessa essa história mostrando o Big Bang, numa sufocanteapresentação visual, até passar pela era jurássica e seus dinossauros e imergirno evolucionismo com a origem da vida marinha, concluindo sua visãodarwinística.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;De poucas narrativas em &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;off&lt;/i&gt;,o diretor exclama uma atenção ao natural, à apresentação da grandiosidade, àpercepção de inferioridade e – quase – insignificância de quem pretende extrairdessa experiência um resultado mais palpável que sua própria dúvida, suaincerteza sobre si.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;De fotografia perfeita, Malick garante a mesma qualidade visualproposta em sua minúscula filmografia. Com &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;takes&lt;/i&gt;característicos, o filme busca ângulos perfeitos, seja em tomadas aproximadaspara mostrar em detalhes a beleza daquilo que é natural, até tomadas aéreas,tão distantes que por vezes se percebe referência a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;2001&lt;/i&gt;. O que é pertinente ressaltar, antes de tudo, é que Malick éum filósofo de profissão, professor universitário, que faz, em média, um filmea cada dez anos. Para ele, nada parece mesmo ser mais importante que ir à contramãodo que pede um roteiro conveniente, e tentar encontrar em situações simples ereflexões grandiosas, um sentido à inconveniente noção de desordem humana.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9QM6KE1lKd8/ToVHakC1pUI/AAAAAAAAAdQ/AQqqL_sRRgA/s1600/the_tree_of_life_2011_1229x682_67492.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="221" src="http://1.bp.blogspot.com/-9QM6KE1lKd8/ToVHakC1pUI/AAAAAAAAAdQ/AQqqL_sRRgA/s400/the_tree_of_life_2011_1229x682_67492.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4B7dafQ82Bw/ToVHinnR4bI/AAAAAAAAAdc/0bwRFGEmmc0/s1600/Tree-of-Life52.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="205" src="http://4.bp.blogspot.com/-4B7dafQ82Bw/ToVHinnR4bI/AAAAAAAAAdc/0bwRFGEmmc0/s400/Tree-of-Life52.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não é fácil assistir ao filme, isso é notório. Fato é que épossível admirá-lo, senti-lo e mesmo assim não saber ao certo o que tudo querdizer. Por vezes, pode ser recorrente a dúvida em saber se toda essaexperiência foi proveitosa, enriquecedora, ou uma bagunça incapaz de encontrarcoerência em sua linguagem. O tom de profundidade fica a cargo do espectador,não se observa interesse em manter uma história conveniente, do tipo “curva desino”. Essa profundidade é relativa, necessita-se dotar de um interesseverdadeiro e insaciável para, com alguma felicidade, concluir em nexo asintenções aparentes dessa obra.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fora toda essa análise que parece apresentar um filmeconfuso, A Árvore da Vida, ainda assim, é simples em diversos pontos. Pautadonuma visão predominantemente religiosa, tem-se, quem sabe, um dos melhoresfilmes a respeito do assunto, com um importante interesse em manter aimparcialidade, não se mostrar tendencioso a ponto de julgar o que é certo ouerrado, enfim, de querer impor argumentos nem tão digeríveis por boa parte dosespectadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como centro narrativo, a história busca revelar a relação de pai e filho, com a criação dos filhos alternando momentos de severidade e compaixão. A jornada se intenciona em finalizar-se na busca do perdão do filho para com o pai, diante da vivência arrependida do jovem central da trama. É curioso perceber que, ao iniciar a apresentação, o filme logo desdobra-se a revelar que &lt;i&gt;"o homem ensina que a vida segue dois caminhos: o da natureza e o da graça"&lt;/i&gt;. Posteriormente, vemos notoriamente essa divisão na criação dos filhos. O pai é uma figura centralizadora, severa, punidora. A mãe, contudo, é o lado maleável, que exerce seus ensinamentos com mais compaixão. Não curiosamente, essas figuras buscam interpretar a citação inicial do longa, ao qual resume que a felicidade pode ser alcançada em ambos sentidos, mas a escolha de um caminho é ação irrevogável. A vida e sua análise através de religiosidade e não religiosidade, são a metáfora inserida nesse pensamento. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A leitura filosófica que aqui se percebe, relembra ointeresse narrativo e principalmente final de outra obra do diretor: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Além da Linha Vermelha&lt;/b&gt; (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;The Thin Red Line&lt;/i&gt;, 1998) também possuíauma visão incomum, e buscava analisar uma guerra sob outra ótica, sob umaanálise argumentativa, em que, naquele caso, combatentes sofriam física epsicologicamente às destruições por eles mesmos causadas, ao interesse debuscar justificativas maiores sobre aquela violência exagerada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Dessa forma, a filmografia deste talentoso diretor nãodeixava dúvidas sobre a construção de seu último longa e, assim, reclamar daopção narrativa de A Árvore da Vida é reconhecer desconhecimento nos filmesanteriormente realizados por Malick.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É interessante perceber, no entanto, a atenção dada pelodiretor na construção de sua jornada ao Universo, onde detalhes e simplicidadesda natureza e do cotidiano da vida humana são as ferramentas para buscar todaessa profundidade almejada. De infinitos cortes, por vezes até demasiados –acredito poder julgar – o filme constrói aparentemente sem nenhuma pressa todo esseclima sensorial, seja no enfoque a uma cachoeira, a uma planta, a uma água-vivae ao cotidiano da família central da trama, até a imensidão do Cosmos, umabusca paciente em contrapor a real grandeza material do Universo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zevWghXe_RU/ToVHYnO13RI/AAAAAAAAAdI/nXOeq-UCw8A/s1600/dzi03q.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://2.bp.blogspot.com/-zevWghXe_RU/ToVHYnO13RI/AAAAAAAAAdI/nXOeq-UCw8A/s400/dzi03q.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-cvsg5gSSuF0/ToVHfeP0nMI/AAAAAAAAAdY/O7ATlsQC1RA/s1600/tree-of-life1.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="193" src="http://1.bp.blogspot.com/-cvsg5gSSuF0/ToVHfeP0nMI/AAAAAAAAAdY/O7ATlsQC1RA/s400/tree-of-life1.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sem dúvida, A Árvore da Vida apresenta inúmerascaracterísticas para se comparar à obra – para mim – máxima de Stanley Kubrick.&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;2001 – Uma Odisséia no Espaço&lt;/i&gt; contémtraços singulares e muito característicos, a destacar-se a inigualável vontadede mostrar a imensidão do Universo, algo que Malick não apenas se assemelhoucomo referenciou claramente nessa obra. Da película de Kubrick, o espaço abertoà subjetividade, o convite à interpretação incansavelmente solicitada na obraclássica, torna ímpar a experiência de assisti-lo. E, não menos importante, aforma como se finaliza toda essa jornada, discutindo o perigo sobre o futuro dainteligência humana, cessa qualquer dúvida a respeito das maiores intenções de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;2001&lt;/i&gt;. Essas similaridades todas, emmaior ou menor escala, estão presentes na película de Malick. Daí a necessidadede relembrar as semelhanças dos dois filmes: A Árvore da Vida é, sem dúvida, o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;2001&lt;/i&gt; de Terrence Malick.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É perceptível, ainda, o acertado desinteresse em fechar aobra com uma possível visão parcial e imponente sobre toda a sua jornada. Seriade grande incoerência, entretanto, que víssemos um final coeso, de forma quasepalpável, sobre as intenções maiores e mais profundas do diretor. Maior seria,inclusive, a inocência do espectador em crer que isso se realizaria, senão umfinal aberto, a convidá-lo a interpretar com sua experiência vivencial se elemesmo é capaz de encontrar razões para entender tão bem a obra, assim como ohomem, em sua maior arrogância, julga entender a vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1c1f24; color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Minha avaliação: 9/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Filosófico.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-3791817388423771571?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/3791817388423771571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=3791817388423771571&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/3791817388423771571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/3791817388423771571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/09/arvore-da-vida.html' title='A Árvore da Vida'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-E-z48YhLABU/ToVGVWS5ZVI/AAAAAAAAAdE/e2mUBvOV0ws/s72-c/The-Tree-of-Life-Cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-6622800831208853633</id><published>2011-09-15T14:48:00.000-07:00</published><updated>2011-09-15T15:22:51.170-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ivan'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Listas'/><title type='text'>A Máfia no Cinema</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-esRdXeBDYdw/Tmk7LcVIGmI/AAAAAAAAAdA/cJeHdYlDUv4/s1600/Mafia__The_Wallpaper_by_Ka0z.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://3.bp.blogspot.com/-esRdXeBDYdw/Tmk7LcVIGmI/AAAAAAAAAdA/cJeHdYlDUv4/s400/Mafia__The_Wallpaper_by_Ka0z.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;A tarefa de falar sobre os filmes de gangster não é simples, começando por que o tema virou gênero e esse se capilarizou em diversas vertentes, trazendo um começo mais sociológico da formação das famílias italianas em meio à sociedade americana pós-depressão de 1929, até uma abordagem mais personalizada em filmes atuais como em &lt;b&gt;Estrada Para a Perdição&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Road to Perdition&lt;/i&gt;, 2002), &lt;b&gt;Inimigos Públicos&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Public Enemies&lt;/i&gt;, 2009) e &lt;b&gt;O Gângster&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;American Gangster&lt;/i&gt;, 2007).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Começamos pois, com &lt;b&gt;O Poderoso Chefão&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;The Godfather&lt;/i&gt;), 1 e 2 (1972) e (1974). Inicialmente é bom ressaltar que o cinema americano até a década de 70 era bastante conservador quanto a moral de seus filmes, era algo imprescindível para a grande indústria, que os filmes seguissem premissas básicas como; um protagonista com atitude exemplar e um final que trouxesse esperança ao telespectador. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wm11bfDhVDE/Tmk0UF__x5I/AAAAAAAAAcM/RnA_ycEOL7w/s1600/largez+godfather+2snapshot20080916095253.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-phQM8tb6Vf4/Tmk0CkjUiLI/AAAAAAAAAcI/L2RbgW-AFow/s1600/large+godfather1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="177" src="http://1.bp.blogspot.com/-phQM8tb6Vf4/Tmk0CkjUiLI/AAAAAAAAAcI/L2RbgW-AFow/s320/large+godfather1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;b&gt;O Poderoso Chefão &lt;/b&gt;(&lt;i&gt;The Godfather&lt;/i&gt;, 1972)&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&amp;nbsp;foi um marco na história do cinema por retratar a família Corleone de forma imparcial, imprimindo ao Patriarca Don Vito Corleone uma figura benevolente e sábia que entendia a alma de seus familiares e inimigos e repassava seus sentimentos com gestos brandos e implacáveis, os quais só puderam ser traduzidos pela maestria de Marlon Brando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wm11bfDhVDE/Tmk0UF__x5I/AAAAAAAAAcM/RnA_ycEOL7w/s1600/largez+godfather+2snapshot20080916095253.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Cabe ressaltar que os dois primeiros filmes são o desdobramento do livro homônimo de Mario Puzzo (&lt;i&gt;The Godfather&lt;/i&gt;), portanto vamos tratar dos dois de forma conjunta. Inicialmente Don Vito Corleone, se vê em um impasse quanto ao acordo sobre a venda de heroína, negócio lucrativo que as outras famílias italianas de Nova Iorque buscavam apoio para entrar, mas Corleone tinha estabelecido uma relação muito 'Boa' com os juízes locais e não queria colocar seu prestígio a perder com algo que era considerado imoral por todos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wm11bfDhVDE/Tmk0UF__x5I/AAAAAAAAAcM/RnA_ycEOL7w/s1600/largez+godfather+2snapshot20080916095253.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="179" src="http://1.bp.blogspot.com/-wm11bfDhVDE/Tmk0UF__x5I/AAAAAAAAAcM/RnA_ycEOL7w/s320/largez+godfather+2snapshot20080916095253.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Daí advém uma série de conflitos e mortes que culminam com uma guerra entre as famílias que se resfria quando Michael Corleone define o conflito de modo siciliano, no jantar com um tiro na cabeça dos principais responsáveis pelas desavenças.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A segunda parte do filme resgata a infância do Patriarca na cidade de Corleone no sul da Itália e as relações cruéis que a máfia estabelecia com seus cidadãos miseráveis, após isto o filme trata da volta de Michael do 'exílio' e sua ascensão ao posto de chefe da família, ou seja, o novo Don Corleone, no entanto o filho acaba não se tornando um exímio conciliador como o era seu pai e percebe que a busca pela legalidade era o melhor caminho para livrar a família de um futuro parecido com o seu passado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Francis Ford Coppolla, diretor dos dois filmes não foi alçado aos céus por um grande vislumbre artístico/visual, como seria Stanley Kubrick, mas por transgredir a forma de contar uma história em um período, e o fazê-lo de uma forma facilmente interpretável por todos, ou seja, a máfia italiana era muito parecida na realidade com os seus filmes e os personagens eram reconhecidos diariamente pelos habitantes do noroeste americano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kTCGQcAcvs0/Tmk1I0_sjoI/AAAAAAAAAcQ/7Qmg7saqAYQ/s1600/era_uma_vez_na_amrica_02.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://2.bp.blogspot.com/-kTCGQcAcvs0/Tmk1I0_sjoI/AAAAAAAAAcQ/7Qmg7saqAYQ/s320/era_uma_vez_na_amrica_02.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Era uma Vez na América&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Once Upon a Time in America&lt;/i&gt;, 1984), único filme do "gênero" de Sergio Leone, mostra esse contexto americano por outro lado, não das grandes famílias mafiosas, mas de um pequeno grupo de amigos judeus que viviam a margem dos já estabelecidos italianos e que aos poucos vão aumentando seus crimes e ganhando respeito, mas a relação entre os dois protagonistas vai se tornando cada vez mais complicada a medida que um deseja ganhar poder se submetendo aos Italianos e o outro busca uma solução independente, porém menos lucrativa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;O filme trata das relações de amizade que se conflitam com as ações criminosas, assim como &lt;b&gt;O Poderoso Chefão&lt;/b&gt; aborda as relações familiares, porém ambos os filmes abordam o contexto social como o grande motor dos acontecimentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-RfU-nSbFIeQ/Tmk1mmGD-SI/AAAAAAAAAcU/1gSODVo4M0s/s1600/scarface-wallpaper_52027_2470.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="131" src="http://4.bp.blogspot.com/-RfU-nSbFIeQ/Tmk1mmGD-SI/AAAAAAAAAcU/1gSODVo4M0s/s200/scarface-wallpaper_52027_2470.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Iniciando as marcantes contribuições de Brian de Palma no gênero, do lado sul dos Estados Unidos foi relançado &lt;b&gt;Scarface&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;idem&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt"&gt;, 1983), o filme que expõe a ascensão dos Cubanos em Miami, que fugindo das mazelas do Regime Comunista encontravam um país rico, porém segregado que tratava com hostilidade os latinos, contudo para aqueles que nada tinham a perder, o crime era um caminho simples para recompor a dignidade, Tony Montana (Al Pacino) é a reprodução extrema dessa condição, ele age espontaneamente como um trator, até se tornar tão poderoso que a sua grande ameaça é o seu próprio ego.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No final dos anos 80, após o lançamento do já aclamado &lt;b&gt;Scarface&lt;/b&gt;, Brian de Palma entregaria ao gênero outra grande obra contextualizada no crime. &lt;b&gt;Os Intocáveis&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;The Untouchables&lt;/i&gt;, 1987) tratava do poder da máfia sob uma ótica realista, e jogava à mesa as possibilidades que a máfia chefiada por Al Capone, personagem antigo que, nas mãos de Robert De Niro ganharia ares de perfeição, poderia trazer à imagem de “Estado incorruptível”. Atuando de forma estupenda, De Niro tirara do bom moço Eliot Ness (Kevin Costner) qualquer chance de protagonizar uma atuação mais enriquecedora que a dele.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-64aWdOw8m2E/Tmk2QRCLy8I/AAAAAAAAAcc/6EYmwuDfq_k/s1600/the-untouchables-original.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="112" src="http://4.bp.blogspot.com/-64aWdOw8m2E/Tmk2QRCLy8I/AAAAAAAAAcc/6EYmwuDfq_k/s200/the-untouchables-original.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O filme retrata a época da Lei Seca, nos anos 30 nos Estados Unidos, e tem como mote narrativo a corrupção de Al Capone no Estado, duelando com as forças benévolas de Eliot Ness, que formara sua equipe de agentes para enfrentar o crescimento da gangue e suas possíveis mazelas ao Estado. De cenas marcantes no cinema e mais uma excelente trilha sonora assinada por Ennio Morricone, Os Intocáveis seria reconhecido como um dos grandes filmes do gênero criminoso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-iF4xqkxWjEI/Tmk2c73v22I/AAAAAAAAAcg/GBkRhYyD0kQ/s1600/5B69262FFD627F42F49736C0A8ED.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-iF4xqkxWjEI/Tmk2c73v22I/AAAAAAAAAcg/GBkRhYyD0kQ/s200/5B69262FFD627F42F49736C0A8ED.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Já nos anos 90, Al Pacino voltaria a estrelar outra obra de cunho grandioso. Desta vez, o pequeno grande ator dividiria as marcantes atuações com Sean Penn. &lt;b&gt;O Pagamento Final&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Carlito’s Way&lt;/i&gt;, 1993), trata de um advogado (Penn) que tira da prisão Carlito (Al Pacino). Também assinado por de Palma, a última grande obra do diretor trataria de como as influências maléficas sofridas por Carlito o recolocariam no caminho do crime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Preso por tráfico de heroína, Carlito pretende colocar no eixo sua nova vida de ex-presidiário e ir com sua mulher viver honestamente nas Bahamas, mas sofre na mão de seu próprio amigo e advogado David (Penn) as influências que ele não conseguiria contornar. Filme de direção excepcional, com um romance inteligente envolto à narrativa, e cenas magistralmente bem encenadas, principalmente aquela em que Carlito vai acompanhar seu sobrinho em um novo “esquema”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-d4qnWIDBAgc/Tmk22elCjEI/AAAAAAAAAco/zjWAp_D_08Q/s1600/goodfellas_mafia-10655.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/-d4qnWIDBAgc/Tmk22elCjEI/AAAAAAAAAco/zjWAp_D_08Q/s200/goodfellas_mafia-10655.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Para ficar nos grandes é hora de adentrar a 'Era Martin Scorsese', ele produz dois grandes filmes na década de 90, &lt;b&gt;Os Bons Companheiros&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;The Goodfellas, &lt;/i&gt;1990) e &lt;b&gt;Cassino&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Casino&lt;/i&gt;, 1995), ambos com personagens quase idênticos. Os filmes são mais rápidos do que seus genitores, a ação é mais intensa e a história segue uma narrativa que não deixa tanto espaço para as nuances, contudo a maestria de Scorsese não faz com que o filme fique sem chão, o espectador é absorvido completamente pela narrativa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;b&gt;Os Bons Companheiros&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;The Goodfellas, &lt;/i&gt;1990) trata de um Irlandês que cresce no meio da máfia italiana, porém seus amigos constantemente trazem problemas para os chefes italianos que não estão dispostos a resolvê-los, recaindo a responsabilidade para os três amigos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-XpKnTbAqOYQ/Tmk3VgCuQRI/AAAAAAAAAcw/B4SicuT2OY4/s1600/casino.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="135" src="http://2.bp.blogspot.com/-XpKnTbAqOYQ/Tmk3VgCuQRI/AAAAAAAAAcw/B4SicuT2OY4/s320/casino.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;b&gt;Cassino&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Casino&lt;/i&gt;, 1995), remete ao terceiro filme de &lt;b&gt;O Poderoso Chefão&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;The Godfather: Part III&lt;/i&gt;, 1990), quando as famílias italianas do noroeste americano começam a expandir sua influência por uma região mais 'tolerante' a condutas ilegais, ou seja, Nevada - Las Vegas, no meio do deserto começava a surgir um polo de jogo e prostituição. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Contudo as famílias italianas são novamente um pano de fundo longínquo para os amigos erguerem seus impérios na terra promissora e sofrerem as consequências da ganância desmedida e atitudes intempestivas. Nesses filmes o contexto deixa de ser um protagonista para se tornar um coadjuvante de papéis extremamente fortes como Joe Pesci (Nicky Santoro) e Michele Pfeifer (Ginger).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-cV42NFmcomQ/Tmk3vmaZ09I/AAAAAAAAAc0/ZyMhhdkNqSY/s1600/road-to-perdition-original+%25281%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="179" src="http://4.bp.blogspot.com/-cV42NFmcomQ/Tmk3vmaZ09I/AAAAAAAAAc0/ZyMhhdkNqSY/s320/road-to-perdition-original+%25281%2529.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Pulando para a década de 2000 vale a pena citar dois grandes filmes, &lt;b&gt;Estrada Para a Perdição&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Road to Perdition&lt;/i&gt;, 2002) o talentosíssimo Sam Mendes faz um filme que tem como centro a relação de Pai e Filho, numa escalada de violência quando a o pai entra em conflito com a máfia irlandesa. Este é um filme visualmente impecável e de uma sensibilidade ímpar em meio de a uma fuga de Michael Sullivan (Tom Hanks) para salvar o filho dos seus antigos patrões. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-x692kIHUCv4/Tmk4CNLC4cI/AAAAAAAAAc4/eNmmAqGobzU/s1600/The-Departed-leonardo-dicaprio-8607361-2560-1707.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://3.bp.blogspot.com/-x692kIHUCv4/Tmk4CNLC4cI/AAAAAAAAAc4/eNmmAqGobzU/s200/The-Departed-leonardo-dicaprio-8607361-2560-1707.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Na minha opinião, o último grande filme é &lt;b&gt;Os Infiltrados&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;The Departed&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt"&gt;, 2006), novamente Scorsese trata com maestria a relação entre a máfia e seus subordinados, os atores se superam causando uma aflição constante quando um policial está infiltrado na máfia e a máfia na polícia, é uma caça mútua que deixa qualquer espectador sem fôlego e sem lado, porque não há ninguém moralmente limpo na trama, nem a lei, nem o crime podem são apresentados como o time certo para se torcer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Admitimos aqui que a nossa pequena genealogia dos filmes de gangster pode excluir alguns grandes títulos, sobretudo filmes anteriores a década de 70 e filmes ‘estrangeiros’, ou não americanos, contudo acreditamos que pode ser um bom guia para adentrar o gênero sem medo de perder tempo com filmes ruins.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-6622800831208853633?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/6622800831208853633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=6622800831208853633&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/6622800831208853633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/6622800831208853633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/09/mafia-no-cinema.html' title='A Máfia no Cinema'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-esRdXeBDYdw/Tmk7LcVIGmI/AAAAAAAAAdA/cJeHdYlDUv4/s72-c/Mafia__The_Wallpaper_by_Ka0z.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-2050791143340291936</id><published>2011-09-06T21:35:00.000-07:00</published><updated>2011-09-15T11:53:28.437-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Um Conto Chinês</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gpoDU4lEY1g/Tmb0azvtiOI/AAAAAAAAAbs/KYdGeRtHnU4/s1600/conto-chines-poster.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-gpoDU4lEY1g/Tmb0azvtiOI/AAAAAAAAAbs/KYdGeRtHnU4/s320/conto-chines-poster.jpg" width="224" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;É notável a ascensão da produção do cinema argentino. Também é fácil perceber que Ricardo Darín tornou-se o “queridinho” dos filmes sul-americanos. Sem páreo para rivalizar, é natural hoje em dia elevar o status da importância das produções de nosso país vizinho. Esse atual pensamento é, antes de tudo, um prêmio, uma resposta ao notável trabalho que por lá se faz; e cita-se, como maior exemplo, o grandioso O Segredo dos Seus Olhos, ganhador do Oscar de melhor filme estrangeiro em 2010.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Pois bem, essas colocações só servem para contextualizar o cenário atual das produções cinematográficas sul-americanas e, principalmente, atentar àqueles que ainda desviam seus olhos e insistem em tentar encontrar pérolas – quase que – inexistentes no cinema tupiniquim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ricardo Darín é mesmo talentoso, e já desdobra em seu currículo papéis centralizados nas maiores obras do cinema local, fato este que o torna respeitado e notado aqui no continente. Essas atuações, ao que parece, começam a demarcar uma época, um período relevante para o frágil currículo do cinema local (se comparado às americanas e europeias).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Uma virtude percebida e desenvolvida por lá é a habilidade de falar vários “idiomas narrativos”. Tornou-se rotineiro presenciar histórias que insistem em fugir do lugar-comum, típico de cinema pobre, sem capacidade de desenvolver uma linguagem concisa para qualquer roteiro que seja, algo que o cinema brasileiro (e é difícil não comparar) ora ou outra opta por fazer, mas geralmente cai no lugar-comum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Desse modo, encontramos chão para analisar em que nível se encontra &lt;b&gt;Um Conto Chinês&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Un Cuento Chino&lt;/i&gt;, 2011), dirigido por Sebastián Borensztein, baseado em fatos reais e estrelado pelo já citado Ricardo Darín. Partindo de uma premissa incomum, o “prólogo” (se é que assim pode-se dizer) estabelece uma situação de constrangimento, algo que já na primeira cena opta por chocar e quebrar estereótipos narrativos. Em uma localidade chinesa, uma vaca cai do céu e afunda parte de um barco, onde um chinês pediria sua esposa em casamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Um Conto Chinês se propõe a narrar a história de Roberto, cidadão argentino, dono de uma loja de ferragens, fechado, sisudo, mesquinha e amargurado, daquele tipo que quase paga para não sorrir. Essas características dão a ele uma personalidade envolvente e movem o interesse em se apegar à persona do rapaz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O mote dessa história se dará em encaixar a relação do cotidiano monótono desse solitário rapaz argentino com a chegada de um imigrante chinês. O chinês não entende espanhol, e o argentino não sabe chinês. Com isso, as situações de constrangimento se agravam, e se estabelece mais uma ferramenta comunicativa para a comédia fluir sem restrição. Contando com um simpaticíssimo ritmo narrativo, os diálogos entre os personagens centrais se deixam trocar por situações inusitadas, de gestos e mímicas intencionadas em uma urgente troca de informações. É importante perceber, ainda, a importância que o ar carrancudo do personagem de Darín dá para a construção de cenas que quase se ausentam de diálogos, mas mesmo assim possuem forte poder de comunicação e importância para a construção da trama. Os recorrentes palavrões de Roberto diante de sua não satisfação com o convívio do chinês em sua casa são o alívio cômico de incontáveis cenas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7_CH5AMPRUw/Tmby-go5boI/AAAAAAAAAbk/9LKOPKe8R34/s1600/um_conto_chines_2011_f_002.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="208" src="http://4.bp.blogspot.com/-7_CH5AMPRUw/Tmby-go5boI/AAAAAAAAAbk/9LKOPKe8R34/s400/um_conto_chines_2011_f_002.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--ccsaIq4G7Q/TmbzDE_LvEI/AAAAAAAAAbo/55iGtmcukxY/s1600/WtE15.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="181" src="http://2.bp.blogspot.com/--ccsaIq4G7Q/TmbzDE_LvEI/AAAAAAAAAbo/55iGtmcukxY/s400/WtE15.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sem meias-palavras, o filme se descobre numa bela habilidade em persuadir o espectador. Simples e ponderado, o ritmo adotado em Um Conto Chinês é tão bem investido que seria possível assisti-lo sem cansar até mesmo numa extensão bem mais acentuada. Para isso, sua trilha sonora tem papel crucial em desenvolver essa sensibilidade narrativa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É daqueles filmes que de início já nos prende a querer saber o que vai acontecer, e daí já se percebe outra grande capacidade de comunicação com o espectador, e, sem medo de ser presunçoso, sabe muito bem quais ferramentas utilizar para tornar essa simples história cotidiana em mais um bom e – para alguns – surpreendente longa argentino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1c1f24; color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1c1f24; color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;b style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;i style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Minha avaliação: 8/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Simpático.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-2050791143340291936?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/2050791143340291936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=2050791143340291936&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/2050791143340291936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/2050791143340291936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/09/e-notavel-ascensao-da-producao-do.html' title='Um Conto Chinês'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-gpoDU4lEY1g/Tmb0azvtiOI/AAAAAAAAAbs/KYdGeRtHnU4/s72-c/conto-chines-poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-6205900089505844397</id><published>2011-08-30T18:44:00.000-07:00</published><updated>2011-09-15T11:53:45.899-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ivan'/><title type='text'>Um Novo Despertar</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Ck4D0HaH7lI/Tl2Rd6jzWnI/AAAAAAAAAbc/t9wd45THHNk/s1600/The-Beaver-Poster.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-Ck4D0HaH7lI/Tl2Rd6jzWnI/AAAAAAAAAbc/t9wd45THHNk/s320/The-Beaver-Poster.jpg" width="215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal qual Gregor Samsa se depara ao acordar com o fato de não ser mais o que foi quando dormiu, Walter Black (Mel Gibson) percebe uma mudança extraordinária ao despertar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mandado para fora de casa por sua mulher não por conta de uma obstinação da parte dela, mas por completa inércia depressiva da parte dele, estado que cada vez mais afetava os filhos do casal e colocava toda a família numa espiral decadente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem muito reagir ele acata a decisão da esposa e num quarto de hotel com um pouco de bebida e um filme japonês, Black é impulsionado a agir contra si mesmo, para finalizar o que havia começado muito tempo atrás e acabar com sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentativa frustrada pelo Castor, que será o arquiteto e construtor de Black para o caminho da recuperação de laços perdidos e objetivos desconexos. O roedor é o alter ego do protagonista, que sabe exatamente os passos a serem dados para que a normalidade seja estabelecida, a frustração alheia seja acalmada e os frutos dessa nova condição sejam colhidos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E por algum tempo todos são convencidos pelo Castor de que um fantoche pode ser mesmo a solução, de que as palavras que há tanto se desejava estavam ali, no corpo da pessoa que devia pronunciá-las e o resto era um detalhe passageiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa possibilidade é desmentida, o Castor anulou Black para que ele não pudesse derrubar a sua construção, ele arquitetou um caminho que não poderia ser traçado por seu motor humano.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;O Castor é totalitário e persuasivo, quando acuado ele repreende a todos e principalmente a Walter, que se torna ainda mais inerte com relação a si mesmo e aos outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gWr_6ng67yg/Tl2RZ1C-BEI/AAAAAAAAAbU/6ggjcGPXfa0/s1600/2011_the_beaver_003.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://4.bp.blogspot.com/-gWr_6ng67yg/Tl2RZ1C-BEI/AAAAAAAAAbU/6ggjcGPXfa0/s400/2011_the_beaver_003.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9YSTTlKf_ms/Tl2Rbwj4_lI/AAAAAAAAAbY/8Y0Nx4ZNJtg/s1600/2705496-16x9-940x529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://1.bp.blogspot.com/-9YSTTlKf_ms/Tl2Rbwj4_lI/AAAAAAAAAbY/8Y0Nx4ZNJtg/s400/2705496-16x9-940x529.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Um Novo Despertar&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;The Beaver&lt;/i&gt;, 2011) expõe Gibson a um papel complexo e o ator corresponde a altura do desafio, a história é bem narrada, mesmo que conte com algumas simplificações, as relações familiares são superficialmente abordadas para dar espaço ao Castor e seu operário, o filme constrói muito bem as relações entre o indivíduo e seu alter ego peludo, deixando os estereótipos comuns tomarem parte nos papéis dos filhos e da mulher.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;Contudo, The Beaver é um filme que vale a pena, é simples na narrativa e excepcional no trato com seu principal elemento, nisso Gibson e Jodie Foster (diretora) merecem grande mérito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1c1f24; color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1c1f24; color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;b style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;i style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Minha avaliação: 8/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Bacana.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-6205900089505844397?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/6205900089505844397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=6205900089505844397&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/6205900089505844397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/6205900089505844397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/08/um-novo-despertar.html' title='Um Novo Despertar'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Ck4D0HaH7lI/Tl2Rd6jzWnI/AAAAAAAAAbc/t9wd45THHNk/s72-c/The-Beaver-Poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-215333442169121270</id><published>2011-08-17T19:34:00.000-07:00</published><updated>2011-09-15T11:54:03.477-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>O Enigma de Kaspar Hauser</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DjMSIek5UHM/Tkx37BmyD7I/AAAAAAAAAbE/JwGK4A_-ZTo/s1600/kaspar+hauser.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-DjMSIek5UHM/Tkx37BmyD7I/AAAAAAAAAbE/JwGK4A_-ZTo/s320/kaspar+hauser.jpg" width="223" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para muitas pessoas, é praticamente inimaginável a ideia de conviver em uma sociedade distinta, com costumes quase que antagônicos ao que ela adquiriu em sua vida. Viver em sociedade é, antes de tudo, partilhar costumes e crenças, além de preservar características históricas de seu povo e região. Em maior abrangência e discordância, o mundo ocidental e oriental preservam entre si as discrepâncias de duas características divergentes, mas que nem por isso deixam de funcionar ou, ainda, tornam-se superiores ou inferiores uma a outra. Essa aversão ao diferente, quando ocorrida, transpõe um medo do desconhecido, aquilo que caracteriza-se escuro, duvidoso. Essa análise parcial, ao qual um povo emite sobre outro, propõe uma observância que perdura por toda a história do homem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Analisando um pensamento famoso e familiar, A Caverna de Platão defendia a ideia da ignorância e distorção sobre o pensamento de indivíduos que conviviam numa caverna, sem a noção de um mundo real que fosse exterior a ela. Dentre as principais ideias, Platão considerou, com sua análise metafórica, que o homem sustenta barreiras de pensamento que o impedem de esclarecer algumas visões básicas da vida, as quais, para outros povos, podem ser de fácil entendimento. O filósofo queria dizer, em poucas palavras, que as sombras da realidade refletidas dentro da caverna através da luz e do fogo tendenciavam uma análise irreal dos seres alienados, ou seja, aquilo que não era visto e palpado, era inexistente para um tipo de sociedade, que preservava costumes divergentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como exemplo real do Mito da Caverna de Platão, cita-se os curiosos casos de Amala e Kamala, dois seres humanos criados por um lobo na Índia, por volta de 1920. Estas duas irmãs, após descobertas pela sociedade humana, apresentavam incapacidade de comunicação através da fala, eram quadrúpedes, uivavam, possuíam visão noturna melhor que diurna e conservavam a maioria dos costumes daquele animal que elas atendiam como mãe. Nesse caso, após a tentativa do homem socializá-las e humanizá-las, acabaram por falecer, conseguindo poucos progressos antes de suas mortes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que isso tudo tem a ver com o filme citado,&amp;nbsp;&lt;b&gt;O Enigma de Kaspar Hauser&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Jeder Für Sich und Gott Gegen Alle&lt;/i&gt;, 1974), é que as referências a esse estudo sociológico e antropológico são imediatas. Nesse longa alemão dirigido por Werner Herzog e baseado em um fato real ocorrido na Alemanha em 1820, Kaspar Hauser apresenta uma reflexão direta sobre a cultura e os ensinamentos que a ele eram subtraídos. Criado em cativeiro por um misterioso homem, Hauser apresenta uma forte incompatibilidade racional diante da representação de sua idade. Não fala, quase não fica em pé, é incapaz de contestar sua condição e mostra-se cômodo no local de seu convívio. Este misterioso homem é criado sem qualquer contato social, e alimenta-se de refeições noturnas deixadas por um homem que nunca sabemos quem é.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;Estes gritos assustadores ao redor, são o que chamam de silêncio?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Prólogo do filme.&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este enigma apresentado inicialmente é a referência para a futura população que o encontraria e para o próprio protagonista, em sua nova condição. Após aprender palavras e argumentos básicos, esse homem é deixado numa praça com uma carta em sua mão, que o apresenta e revela sua necessidade de abrigo social.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que o filme tenta fazer, obviamente, é retratar a necessidade do convívio social para o ser humano. Confirmando os pensamentos modernos sobre a relação do homem com a sociedade, seu desenvolvimento se dá a partir dos costumes e aprendizagem que possui com os demais, atendendo a significados típicos de sua sociedade e retornando a ela as considerações, opiniões e entendimentos que considera justo e adequado, o qual se entende por sabedoria e evolução racional. Para Kaspar Hauser, a única referência que possui é a palavra &lt;i&gt;cavalo&lt;/i&gt;, isso devido a aprendizagem da palavra seguida do contato com o brinquedo que possuía em seu cativeiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-hfq7eQqxEHg/Tkx38KNXmeI/AAAAAAAAAbI/nUIkUDf-t0U/s1600/kaspar-hauser-jeder-fur-sich-und-gott-gegen-alle-original.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://2.bp.blogspot.com/-hfq7eQqxEHg/Tkx38KNXmeI/AAAAAAAAAbI/nUIkUDf-t0U/s400/kaspar-hauser-jeder-fur-sich-und-gott-gegen-alle-original.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-e1qfsFXIRqs/Tkx38uW1HII/AAAAAAAAAbM/64ptcuCEgpk/s1600/o+enigma.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="226" src="http://1.bp.blogspot.com/-e1qfsFXIRqs/Tkx38uW1HII/AAAAAAAAAbM/64ptcuCEgpk/s400/o+enigma.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apresentando essa única proposta narrativa, esse longa é muito mais uma representação do estudo sociológico do homem do que um mero filme convencional. A ausência de desdobramentos da história dos personagens, bem como a ausência de um antagonista e um problema emergencial ao longa, remetem-nos à essa característica ímpar, que sugere um pensamento acerca dessas condições do homem. Nesse sentido, o acompanhamento desse drama vivido por Bruno S., sugere uma profundidade concentrada na história do personagem, e abre mão de um final desconhecido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Analisar O Enigma de Kaspar Hauser é tentar parar no tempo para refletir as divergências sociais dos povos que se distinguem por pensamentos, costumes e, principalmente, suas crenças. Esse raciocínio submete, emergencialmente, à concepção de certo e errado sob a ótica parcial de uma sociedade, com julgamentos de valores e princípios morais e éticos. O homem é um ser naturalmente social, sua necessidade de interação para a evolução individual e o desenvolvimento do pensar e a necessidade da procriação, torna obrigatória a aproximação do ser. Todas essas análises, partem, portanto, do entendimento que Hauser propõe à sua trajetória, e apresentam-se interpretativas sob a visão da história central. Assistir ao filme é, assim, uma oportunidade de reflexão individual sobre si, e noção de seu desenvolvimento e conhecimento, muito mais do que uma experiência cinematográfica exuberante e inesquecível.&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1c1f24; color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1c1f24; color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;b style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;i style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Minha avaliação: 7/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Reflexivo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-215333442169121270?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/215333442169121270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=215333442169121270&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/215333442169121270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/215333442169121270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/08/o-enigma-de-kaspar-hauser.html' title='O Enigma de Kaspar Hauser'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-DjMSIek5UHM/Tkx37BmyD7I/AAAAAAAAAbE/JwGK4A_-ZTo/s72-c/kaspar+hauser.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-2883890709174733757</id><published>2011-08-11T20:12:00.000-07:00</published><updated>2011-09-15T11:54:21.137-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Cheech e Chong - Queimando Tudo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-JUm2YQO_ktk/TkSZfrDlPSI/AAAAAAAAAa4/ksJRfDyv3Jk/s1600/Up+in+Smoke+%2525281978%252529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-JUm2YQO_ktk/TkSZfrDlPSI/AAAAAAAAAa4/ksJRfDyv3Jk/s320/Up+in+Smoke+%2525281978%252529.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Hey, man! What the hell is fuckin’ movie?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É praticamente um dever de cidadão-cinéfilo escrever sobre essa obra. Talvez esquecida pela nova geração, esse filme é quase mais velho que andar pra frente. Tá, nem tanto assim. Se você é um desses que vive pesquisando e fuçando acerca de filmes, raridades, referências e histórias sobre a sétima arte, provavelmente parecerei redundante, mas se estás meio “desligadão” do cinema, você já está fazendo o estilo do filme.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Resumir Cheech e Chong apenas como dois maconheiros hippies idiotas e desengonçados é ser &lt;s&gt;verdadeiro&lt;/s&gt; superficial demais e menosprezar a importância dos dois. Importância pro cinema, claro. Lá nos fins dos anos 70, Cheech Marin e Tommy Chong iniciaram uma série de filmes sobre essa onda liberal, que refletia principalmente no cenário musical e no cinema. Mas dos mais de dez filmes que fizeram, darei ênfase apenas no primeiro, que é o mais conceituado e famoso, e é decisivo pra saber se você vai querer ver os outros ou não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Queimando Tudo&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Up in Smoke&lt;/i&gt;, 1978) é desses filmes de caráter idiota que é difícil não rir. E nada de risadinhas de canto da boca, ou de pensar que você vai ver o filme e apenas sacar mentalmente onde está a graça da coisa. É risada de verdade, isso se você se deixar levar pela &lt;s&gt;fumaça&lt;/s&gt; onda dos caras. Se a nova geração gostou de Débi e Lóide (&lt;i&gt;Dumb And Dumber&lt;/i&gt;, 1994), saibam que eles &lt;s&gt;fumam&lt;/s&gt; bebem da fonte de Cheech e Chong. Para isso, deixe o preconceito de lado, e veja esse filme velho sobre dois maconheiros doidões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tudo se inicia de modo involuntário, quando de Pacas confunde Man Stoner como uma mulher à beira da estrada e decide dar carona. Ao perceber que se trata de um homem ainda mais barbado que ele, não exita em dar a carona. Eles vão se conhecendo e percebendo suas &lt;s&gt;idiotices&lt;/s&gt; afinidades. Essa primeira e grande cena do carro é excepcionalmente bem-feita, e apresenta as maiores genialidades do filme. Contando com piadas muito bem construídas e improvisações interpretativas de primeira, eles deixam claro suas personalidades, em meio a muita fumaça, babaquice e inteligência. É com uma longa cena inicial que eles abrem caminho para todas as outras idiotices. O que é interessante e funciona como um motivador dessas piadas sequenciais e quase ininterruptas é que os acontecimentos passam longe de ser no estilo “altas confusões”, e acontecem unicamente devido à convincente babaquice dos dois.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;As atuações merecem notório destaque. As facetas, olhares e risadas absurdamente bem interpretadas e apresentadas em imagens, realmente valem mais do que quaisquer mil palavras inocentes que tentem traduzir os momentos em cena. De primeira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O absurdo é presente e ativo no filme, desde o tamanho do baseado que fumam à capacidade de esquecer o próprio nome e engolir ácido no lugar de remédio. De Pacas (Cheech) é um americano-mexicano, pobre e que dedica muito de seu tempo a somar enfeites do péssimo gosto em seu carro, e Man (Chong) um maconheiro de alto calão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nessas comédias protagonizadas por duplas imbecis, é comum perceber a liderança de um sobre outro. No entanto, essa característica não ocorre em Cheech e Chong, com níveis de sem-noção que se anulam e intercalam momentos de lucidez e maluquice.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;As ideias originais e construções de roteiros são assinadas pelos próprios atores principais, além de dirigirem os próximos filmes da série. Vale lembrar que os nomes dos personagens no primeiro longa são diferentes dos demais filmes sequenciais, Cheech Marin é Pedro de Pacas, e Tommy Chong é Anthony ‘Man’ Stoner. E é apenas nos filmes subsequentes que eles adotam parte de seus nomes verdadeiros para os personagens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FtQ_cmxx42A/TkSZfLEymiI/AAAAAAAAAa0/Hm4PjAW1oT8/s1600/cheech-and-chong-up-in-smoke.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="222" src="http://2.bp.blogspot.com/-FtQ_cmxx42A/TkSZfLEymiI/AAAAAAAAAa0/Hm4PjAW1oT8/s400/cheech-and-chong-up-in-smoke.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O nome dele é Raaaaaalph!&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7NttKLz651Y/TkSZgFbL1qI/AAAAAAAAAa8/diP3qegwueI/s1600/Up-Smoke-Cheech-Chong_l.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-7NttKLz651Y/TkSZgFbL1qI/AAAAAAAAAa8/diP3qegwueI/s400/Up-Smoke-Cheech-Chong_l.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;As situações enfrentadas pelos personagens merecem uma atenção. A construção da história não se apega em conectar os atos dos protagonistas num interesse de dar sentido final à obra. O trabalho é conduzido com enfoque em cada situação aleatória e, ainda que muito bem boladas, em alguns momentos as cenas perdem o senso de conectividade com a história. Dessa forma, as situações enfrentadas por eles dentro de um próprio filme ou até mesmo nos filmes sequenciais, não correspondem às explicações lógicas dos acontecimentos. Mas é exagero querer diferente, já que o enfoque dos longas está unicamente nas piadas. E aí ele é fera.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por esses e mais motivos Cheech e Chong ganhou reconhecimento e cravou seu nome na comédia protagonizada por duplas, desfilando com autoridade um humor invejável, de grande capacidade criativa e de improvisação. Suas obras merecem uma conferida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1c1f24; color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;b style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;i style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Minha avaliação: 8/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Idiota.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-2883890709174733757?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/2883890709174733757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=2883890709174733757&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/2883890709174733757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/2883890709174733757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/08/cheech-e-chong-queimando-tudo.html' title='Cheech e Chong - Queimando Tudo'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-JUm2YQO_ktk/TkSZfrDlPSI/AAAAAAAAAa4/ksJRfDyv3Jk/s72-c/Up+in+Smoke+%2525281978%252529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-4860104265452267781</id><published>2011-08-10T10:15:00.000-07:00</published><updated>2011-09-15T11:54:36.155-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Rubber</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-oeij6s49ung/TkK7ZFag_cI/AAAAAAAAAao/v6R7S6FE-0g/s1600/rubber1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-oeij6s49ung/TkK7ZFag_cI/AAAAAAAAAao/v6R7S6FE-0g/s320/rubber1.jpg" width="260" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso ao lado é um pneu. E ele é o protagonista do filme. E ele é assassino. Essas ideias de roteiros malucos que só se tem tomando banho sempre despertam a vontade de apreciar a peça. Já parece que é bom antes de ver. As vezes a gente acerta, as vezes erra. E, nesse caso... nem acerta, nem erra. O filme é relativamente interessante, embora tenha uma ideia bem inovadora, a dificuldade de colocar as ideias em ação limitam a qualidade do longa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O longa tem, além da ideia maluca de protagonizar a história do pneu &lt;i&gt;serial-killer&lt;/i&gt;, outras &lt;i&gt;cositas más&lt;/i&gt;. Ele começa com um carro andando em zigue-zague numa rua, derrubando cadeiras. Aí ele para, sai um policial do porta-malas, pega um copo d'água e começa a falar para a câmera (bem diretamente mesmo, como se falasse com o espectador, como se fosse uma apresentação de peça de teatro). O nível de absurdo se agrava quando ele começa a transcorrer um discurso sobre como as coisas no cinema e na vida não fazem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;No filme de Steven Spielberg, "E.T.", por que o extraterrestre é marrom? Nenhuma razão.&lt;br /&gt;Em "Love Story", por que os protagonistas se apaixonam perdidamente? Nenhuma razão.&lt;br /&gt;Por que não podemos ver o ar ao nosso redor? Nenhuma razão.&lt;br /&gt;Por que estamos sempre pensando? Nenhuma razão.&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após essa pseudo-filosofia-cômica (que, mesmo assim, contém traços de verdade), a câmera se distancia desse personagem, e vemos que ele se dirigia para um público que veria um filme. Isso mesmo, num estilo &lt;i&gt;Inception&lt;/i&gt;, &lt;b&gt;Rubber&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;idem&lt;/i&gt;, 2010) tem um filme dentro de um filme. A cena termina, o policial derrama o copo d'água e volta ao porta malas. Depois disso, certamente quem não alimenta curiosidade pelo estilo non-sense desiste de assistir, e sobra somente os &lt;strike&gt;malucos retardados&lt;/strike&gt; curiosos que apreciam as possibilidades da sétima arte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, o pneu. Num deserto, percebe-se um pneu enterrado. Ele se mexe, e tenta andar. O pneu tem vida! Ele aprende a andar, bebe água, descobre o prazer de quebrar coisas e demonstra seu poder paranormal de matar pessoas, explodindo suas cabeças. Essas cenas que tentam dramatizar e dar sentimento ao pneu ficam benfeitas, é e possível entender e acompanhar todas as intenções que esse protagonista apresenta. Detalhe, essas mortes são de categoria &lt;i&gt;trash&lt;/i&gt;, com explosões cerebrais sem limites de derramamento de sangue. Então temos um filme meio filosófico, meio cômico, que é bem &lt;i&gt;non-sense&lt;/i&gt;, às vezes &lt;i&gt;trash&lt;/i&gt;, e até um pouco &lt;i&gt;cult&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-NH1-slb37aE/TkK7PkqfMUI/AAAAAAAAAag/QBPr1jfrBm0/s1600/500x_rubber_movie.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="222" src="http://2.bp.blogspot.com/-NH1-slb37aE/TkK7PkqfMUI/AAAAAAAAAag/QBPr1jfrBm0/s400/500x_rubber_movie.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Você está preso!&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-U0kMffhkRYs/TkK7Vl_CiCI/AAAAAAAAAak/p08vPiEkduw/s1600/rubber.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://1.bp.blogspot.com/-U0kMffhkRYs/TkK7Vl_CiCI/AAAAAAAAAak/p08vPiEkduw/s400/rubber.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após apresentar e aprender os primeiros passos de sua vida, o pneu chega à civilização. E se apaixona por uma mulher. Nessa altura o filme dentro do filme tenta acabar, e o diretor (o interno) liga para seu personagem e pede que ele mate todas aquelas pessoas que estão assistindo o filme. Ele envenena um peru, e tenta matá-los. Uma pessoa não come, e o filme não termina. Aí o filme (o externo, esse que estamos assistindo) tem que continuar. &lt;i&gt;(Credo, você ainda tá lendo o que eu estou escrevendo?) &lt;/i&gt;Depois de muitas mortes e nenhuma razão dentro de um filme que não quer mesmo ter sentido, começa a caça ao &lt;i&gt;serial-killer&lt;/i&gt; mais redondo da história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa "homenagem" à "nenhuma razão" das coisas é interessante, o problema mesmo é fazer esse monte de coisas desconexas formarem sentido e passarem uma ideia bem construída ao espectador. Não é difícil de assistir, mas não é fácil gostar. Com muito esforço você consegue entender alguma coisa, achar conectividades nesse monte de maluquice. É mesmo o tipo de filme que na cabeça do diretor francês Quentin Dupieux parecia ser bem foda, mas na tela não correspondeu. Minha opinião? Assiste.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;b style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;i style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Minha avaliação: 6/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Indefinível.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-4860104265452267781?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/4860104265452267781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=4860104265452267781&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4860104265452267781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4860104265452267781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/08/rubber.html' title='Rubber'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-oeij6s49ung/TkK7ZFag_cI/AAAAAAAAAao/v6R7S6FE-0g/s72-c/rubber1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-8880193434637685379</id><published>2011-08-08T19:10:00.000-07:00</published><updated>2011-08-22T08:58:20.975-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Pare, Senão Mamãe Atira!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-V61eF5tn1GA/TkCWFoTzbBI/AAAAAAAAAaY/1vmkC2yEyl4/s1600/Stop-Or-My-Mom-Will-Shoot.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-V61eF5tn1GA/TkCWFoTzbBI/AAAAAAAAAaY/1vmkC2yEyl4/s320/Stop-Or-My-Mom-Will-Shoot.jpg" width="225" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Sylvester Stallone era um cara durão. Dono de dois dos maiores personagens da história do cinema, a boca torta mais famosa da sétima arte eternizou e alimentou a marca de um verdadeiro brucutu. Nessas épocas de filmes sérios, de personagens muito bem construídos como Rambo e Rocky, Stallone abriu espaço para uma sátira dele mesmo. Um cara tão metido a machão e tão rotulado como ele, certamente encontraria dificuldade em atuar num gênero tão antagônico àquele que costumava desfilar. Mas, como exceção à regra, Stallone estrela uma comédia ímpar, onde o principal foco é ser somente Sylvester Stallone.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em &lt;b&gt;Pare, Senão Mamãe Atira!&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Stop! Or My Mom Will Shoot&lt;/i&gt;, 1992), &lt;strike&gt;Rambo&lt;/strike&gt;&amp;nbsp;Joe Bomowski é um policial durão, atende suas ocorrências, flerta sua chefe e mora sozinho, vive isoladamente ao seu modo. Até o dia em que sua mãe decide visitá-lo, vinda de outra cidade. O terreno da história é só isso. E não precisava mais do que isso mesmo. Essa ideia de ir de encontro à imagem que o ator deixou pelos filmes antecessores é uma grande sacada. Com isso, Stallone ainda tem o privilégio de atuar numa comédia onde nem precisa ser engraçado, basta ser ele mesmo. As situações são engraçadas por si só, e funcionam somente com a presença de sua mãe tentando o defender.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As mães são mesmo &lt;strike&gt;todas iguais&lt;/strike&gt; bem parecidas, bondosas, carinhosas, mimosas e com um potencial incrível para provocar as situações mais vergonhosas de um filho que acha que já pode se virar sozinho. Pois se nem o &lt;strike&gt;Rambo&lt;/strike&gt; Stallone consegue, porque você conseguiria? Elas são capazes de levá-lo ou buscá-lo na festa mais esperada da turma da escola (né, comédias oitentistas?). Toda essa história de mãe mimimi é muito bem representada nesse filme que quase ninguém sabe que existe.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tente imaginar John Rambo fora da selva ou Rocky Balboa fora dos ringues, ou mesmo vê-los em casa, sendo cuidado pela mamãe, que o compra cereais, faz um grande café da manhã e canta uma canção de ninar. Tutti Bumowski (Estelle Getty) faz todas essas mãezisses e um pouco mais. As situações tornam-se &amp;nbsp;hilárias quando ela interfere no trabalho de seu filho, ajudando-o a atender ocorrências, ou mesmo dirigindo no melhor estilo Bullit!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FpCEEmk_Pu0/TkCWFCJIFoI/AAAAAAAAAaU/2hVXYaZiFOI/s1600/stallonemonster3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="223" src="http://2.bp.blogspot.com/-FpCEEmk_Pu0/TkCWFCJIFoI/AAAAAAAAAaU/2hVXYaZiFOI/s400/stallonemonster3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0NpmQxzAq08/TkCWGNa28hI/AAAAAAAAAac/hrH_5qJQmj0/s1600/stop-or-my-mom-will-shoot-6-1.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-0NpmQxzAq08/TkCWGNa28hI/AAAAAAAAAac/hrH_5qJQmj0/s400/stop-or-my-mom-will-shoot-6-1.jpeg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez o que tenha faltado nessa boa comédia seja um tom um pouco mais interessado em tirar onda com a história do próprio Stallone, já que não se trata somente de um policial, e sim de quem é esse policial. Sobrou até uma pontinha para Exterminador do Futuro, com um "I'll be back", e assim a gente percebe que uma oportunidade foi desperdiçada. Mas nada que comprometa o longa, que é leve,&amp;nbsp;despretensioso&amp;nbsp;e com grande poder cômico, ainda que enraizado às comédias oitentistas, em pleno início dos anos 90. O que vale citar é uma cena em que Joe é salvo pela sua mãe, onde quem interpreta comicamente a cena não é o citado Joe, mas sim os personagens antigos do ator, e ver esse monte de músculos falando a frase que dá nome ao filme, não tem preço. E isso não teria nenhuma graça se não fossem as referências.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim, é uma grande diversão. Talvez a oportunidade de ver Stallone atuando em outro campo, num ar diferente daquele que o consagrou, mesmo que seja interpretando ele mesmo. Pra quem aprecia os filmes do ator, é uma oportunidade de curtir uma comédia que não quer nada mais que propor algumas risadas e tirar uma ondinha com a filmografia de Stallone.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1c1f24; color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Minha avaliação: 7/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Leve.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-8880193434637685379?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/8880193434637685379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=8880193434637685379&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/8880193434637685379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/8880193434637685379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/08/pare-senao-mamae-atira.html' title='Pare, Senão Mamãe Atira!'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-V61eF5tn1GA/TkCWFoTzbBI/AAAAAAAAAaY/1vmkC2yEyl4/s72-c/Stop-Or-My-Mom-Will-Shoot.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-5237178200354933127</id><published>2011-07-29T11:01:00.000-07:00</published><updated>2011-07-29T11:01:47.201-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pipoca e Nanquim'/><title type='text'>Melancolia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-OJ-NCshLhoI/TjL1TGYJ36I/AAAAAAAAAaM/awptbaybnTU/s1600/Poster-nacional-23Mai2011-300x440.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-OJ-NCshLhoI/TjL1TGYJ36I/AAAAAAAAAaM/awptbaybnTU/s320/Poster-nacional-23Mai2011-300x440.jpg" width="218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px;"&gt;No próximo dia 5 de agosto os brasileiros terão oportunidade de conferir o novo filme do polêmico cineasta Lars Von Trier. Para quem não associou o nome à pessoa, basta mencionar seus dois filmes mais famosos:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Dogville&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px;"&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Anticristo&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 22px;"&gt;. Ou você vibrou sentindo-se positivamente energizado, ou então o estômago revirou. Pois com Trier o negócio é exatamente esse, não existe meio-termo. Ame-o ou deixe-o.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Para ser honesto, assisti a todos os seus filmes e a verdade é que apesar de reconhecê-lo como um dos diretores modernos que mais tem domínio sobre seu ofício, não morro de amores pela obra do rapaz. Trier é capaz de criar imagens ímpares, tão belas quanto desconfortáveis, como ninguém; ele arranca atuações especiais de seus atores; promove a junção perfeita entra visual e trilha sonora (inclusive recuperando a força da música clássica) isso, claro, quando ele não está “brincando” com a força do silêncio; enfim, é uma personalidade singular no mundo de hoje, a qual merece a admiração de qualquer um que aprecie cinema, gostando ou não de seus filmes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Quando ele anunciou que seu longa seguinte (após o controverso&amp;nbsp;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Anticristo&lt;/em&gt;) seria sobre o fim do mundo, muitas pessoas se preocuparam, ainda mais quando foi sabido que haveria efeitos especiais e planetas colidindo. Ora, esse não parece o tipo de filme que constaria no currículo de um diretor como ele. Pra qualquer pessoa que tenha essa preocupação, pode relaxar: Lars Von Trier continua sendo o mesmo de sempre; ele não se vendeu à “máquina” e nem sequer tentou fazer um filme mais comercial, mesmo que algumas declarações do próprio diretor insinuem essa preocupação. Sim, ele cede a algumas tentações românticas, a começar pelo castelo em que o filme se passa, a escolha das mulheres e a dor que ambas sentem para os papeis principais e, obviamente, a música.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Porém, a verdade é que aqui ele dá sequência ao tipo de cinema que começou a desenvolver no filme anterior, tanto em temática quanto no caráter técnico. Sobre o uso da câmera, temos vários elementos observados em&amp;nbsp;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Anticristo&lt;/em&gt;: muitos closes, câmera lentíssima, música clássica dando o tom; exceto que aqui ele adiciona mais um elemento (recuperando algo relativamente parecido com o que fazia na época do movimento&lt;strong&gt;Dogma 95&lt;/strong&gt;), uma câmera-testemunha, oscilante, inconstante, trêmula, bem ao estilo do seriado&amp;nbsp;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;The Shield&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A câmera somos nós, a plateia, o espectador, um terceiro elemento que se sente mais que uma testemunha da história, mas alguém que está efetivamente fazendo parte dela. Nós estamos lá, dentro da tela, lado a lado com os personagens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Ao término da seção, ouso dizer que para meu gosto pessoal, apesar de desejar que o filme tivesse uns bons 20 minutos a menos, esse é o filme que mais gostei do diretor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: inherit; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignnone size-full wp-image-9950" height="239" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/07/melancolia-lars-von-trier-7.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #0e0f10; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: rgb(39, 39, 39); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-color: initial; border-left-color: rgb(39, 39, 39); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(39, 39, 39); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-style: initial; border-top-color: rgb(39, 39, 39); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; display: inline; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px;" title="melancolia-lars-von-trier-7" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: inherit; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignnone size-full wp-image-9959" height="242" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/07/melancholia_10.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #0e0f10; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: rgb(39, 39, 39); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-color: initial; border-left-color: rgb(39, 39, 39); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(39, 39, 39); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-style: initial; border-top-color: rgb(39, 39, 39); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; display: inline; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px;" title="melancholia_10" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A história é simples. O fim do mundo está chegando por conta de um planeta desgarrado que vem em direção à Terra, batizado levianamente de “Melancolia”. Ao contrário do que faz a maioria dos filmes, que observa a reação da população do planeta em geral, Trier nos leva a uma propriedade privada de um homem absurdamente rico chamado John (Kiefer Sutherland), que não acredita na possibilidade do fim do mundo, preferindo supor que o tal choque não ocorrerá e que Melancolia fará apenas uma breve passagem ao lado da Terra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Ele é casado com Claire (a excelente Charlotte Gainsbourg) – ela sim apavorada com a possibilidade de encarar o fim de toda a existência – e promove o casamento milionário da irmã de sua esposa, Justine (Kirsten Dunst na melhor atuação de sua carreira – a Palma de Ouro em Cannes foi mesmo merecida).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Mantendo uma das marcas registradas do diretor, o filme é dividido em duas partes, uma para cada irmã; a primeira centrada no drama do casamento de Justine, seus problemas familiares e demônios interiores; as inconsistências típicas dos seres humanos, a luta contra uma depressão aguda cuja causa nunca fica absolutamente clara. É ela que protagoniza os melhores momentos do filme, ao ponto de você imaginar que o universo de melancolia que há dentro da moça, linda, inteligente, bem sucedida, com um homem que a ama e milhares de motivos para sorrir a despeito das dificuldades, é maior que o próprio Melancolia, e tão capaz de destruir o mundo quanto ele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: inherit; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignnone size-large wp-image-9946" height="265" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Melancholia_409_photo_by_Christian_Geisnaes_large-614x408.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #0e0f10; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: rgb(39, 39, 39); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-color: initial; border-left-color: rgb(39, 39, 39); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(39, 39, 39); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-style: initial; border-top-color: rgb(39, 39, 39); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; display: inline; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px;" title="Melancholia_409_photo_by_Christian_Geisnaes_large" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: inherit; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignnone size-full wp-image-9948" height="157" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Melancholia_LarsVonTrier.png" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #0e0f10; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: rgb(39, 39, 39); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-color: initial; border-left-color: rgb(39, 39, 39); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(39, 39, 39); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-style: initial; border-top-color: rgb(39, 39, 39); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; display: inline; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px;" title="Melancholia_LarsVonTrier" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Justine é chata e irritante, mas você a quer na tela o tempo todo. Sua complexidade é tão notável, quanto adorável. Você a vê no casamento, agindo de forma inconsistente, porém ainda carece de várias informações que só são fornecidas depois. Você a julga, e depois se arrepende de ter julgado. Trier mexe com a plateia de forma singular!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A segunda metade é centrada em Claire e na descoberta que o fim realmente chegou. É quando o filme perde um pouco de sua força e poderia ser abreviado. Nada que tire, de fato, sua beleza e, na verdade, qualquer defeito que a película tenha é deixado de lado por conta da apoteose. A cena final, que você já sabe qual será desde o começo, surpreende e choca; é um cataclisma que deixa um silêncio petrificante na sala de cinema após o término da projeção, e uma sensação incômoda no espectador. No final, ficamos em dúvida se o fim do mundo físico é tão melancólico quanto o fim do mundo emocional dos personagens, atirados todos em um abismo negro que nos leva a questionar nossa própria existência e nossos supostos problemas, mas também nos faz louvar a vida, questionar o fim e a validade do próprio universo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;É um filme sério e triste, com um poderoso trio central e um elenco de apoio com nomes como John Hurt e Stellan Skarsgård, todos eles em grandes momentos, concebido por um diretor claramente diferente e deslocado no mundo, talvez tanto quanto sua personagem principal. Mas, em minha opinião, a despeito das dúvidas que ele próprio tem de sua obra, Trier entrou nos eixos e entregou seu filme mais bonito até o momento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 22px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;Texto enviado por&amp;nbsp;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Alexandre Callari&lt;/b&gt;, do&amp;nbsp;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/"&gt;Pipoca e Nanquim&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-5237178200354933127?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/5237178200354933127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=5237178200354933127&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/5237178200354933127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/5237178200354933127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/07/melancolia.html' title='Melancolia'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-OJ-NCshLhoI/TjL1TGYJ36I/AAAAAAAAAaM/awptbaybnTU/s72-c/Poster-nacional-23Mai2011-300x440.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-4752014016635923524</id><published>2011-07-20T12:22:00.000-07:00</published><updated>2011-07-20T12:22:00.200-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pipoca e Nanquim'/><title type='text'>Stake Land</title><content type='html'>&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Stake-Land-1.jpg" style="clear: left; display: inline !important; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="size-medium wp-image-9054 alignright" height="300" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Stake-Land-1-202x300.jpg" title="Stake Land (1)" width="202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Em meu texto sobre os&amp;nbsp;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/2011/06/os-100-melhores-filmes-de-vampiros-da-historia/" target="_blank"&gt;100 melhores filmes de vampiros da história&lt;/a&gt;, fechei dizendo que acreditava que o gênero ainda tinha muito a oferecer. E não estava sendo demagogo. Apesar do desgaste sofrido nos últimos anos e da exposição ao ridículo na série&amp;nbsp;&lt;em&gt;Crepúsculo&lt;/em&gt;, penso que há muitos terrenos ainda não explorados por esse subgênero. E não estava errado.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis que chega em minhas mãos &lt;b&gt;Stake Land&lt;/b&gt; (2010), um filme que deve agradar a todos os amantes de filmes de vampiros. A premissa é ótima, porém pouco explorada até hoje, pois enquanto filmes com zumbis quase sempre abordam a questão da epidemia, os com vampiros evitam o mote. Quase sempre vampiros são uma classe que vive nas sombras, em pequenos grupos e procura ocultar sua existência da humanidade. Mas não em &lt;em&gt;Stake Land&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui a história começa nos apresentando a um mundo em que tudo mudou. Os sanguessugas se revelaram à humanidade e resolveram fazer o que predadores fazem: caçar. E assim, mais da metade dos EUA está completamente tomada por eles. É aqui que encontramos Martin, um garoto que viu seus pais e seu irmãozinho ainda bebê serem assassinados, mas foi salvo pelo misterioso Mister, um homem durão, porém justo, que resolve treiná-lo para ser um caçador. Pode parecer clichê, talvez até seja, mas o roteiro traça nuances pouco explorados e de formas inusitadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por exemplo, encontramos os tradicionais focos de resistência; cidadezinhas que tentam levar uma vida comum a despeito do drama que as cerca, porém não há nada de idílico ou bucólico nelas. Vemos prostituição, pessoas alquebradas e desiludidas, a volta do escambo e uma crescente preocupação com duas coisas: os vampiros e a Irmandade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que é a Irmandade? Um problema pior que os vampiros. Em um mundo sem governo e completamente descentralizado, fanáticos religiosos formaram um grupo que tomou o sul dos EUA e elimina a todos que não fazem parte de seu meio. Vemos estupros e outras maldades, como prender um homem negro nas matas para ser devorado pelos vampiros apenas por ele ser, bem, negro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As cenas com a Irmandade são boas e responsáveis por grande parte da tensão, porém sempre que os vampiros aparecem, o bicho pega. Pálidos, com a pele acinzentada, lábios ligeiramente deformados e caninos salientes, são seres sem inteligência, movidos apenas por uma coisa: o instinto de matar. Nada de câmera lenta, sangue em CGI ou kung fu (Hollywood está começando a perceber que isso já deu o que tinha que dar), apenas brigas cruas, perseguições, estacas e nenhuma concessão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acompanhamos a trajetória da dupla de protagonistas rumo ao Novo Éden (na verdade o Canadá), um lugar frio, para onde os vampiros evitam ir. Lá é onde a humanidade está sendo reconstruída. Ao longo do caminho, junta-se ao grupo um freira, um ex-fuzileiro e uma adolescente grávida – todos heróis improváveis, apenas pelo fato que ninguém é herói em Stake Land. As pessoas só querem sobreviver. Como há de se esperar, poucos conseguem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme é o terceiro filme do diretor Jim Mickle, anteriormente ele havia feito o curta &lt;em&gt;The Underdogs&lt;/em&gt; e o fraquinho &lt;em&gt;Mulberry Street – Infecção em Nova York&lt;/em&gt; , porém vinha de uma boa experiência como operador de câmera, experiência essa que o ajudou. As tomadas em &lt;em&gt;Stake Land &lt;/em&gt;são ótimas. Não temos os irritantes cortes rápidos e alucinantes que viraram moda no cinema moderno, e que não permitem o expectador de ver coisa alguma. Mickle nos faz de fato “ver” a cena acontecendo, e como sua maquiagem é bem feita e o sangue convincente, ele não precisa ficar pulando de câmera para câmera. Também nada de sustos apoiados em trilha sonora. &lt;em&gt;Stake Land&lt;/em&gt; não prega sustos no expectador, mas o permite ser envolvido pela história e torna aquele mundo impossível em uma imagem crível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Stake-Land-2.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="aligncenter size-large wp-image-9055" height="253" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Stake-Land-2-1024x623.jpg" title="Stake Land (2)" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/07/stake_land_image_03.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignnone size-full wp-image-9068" height="224" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/07/stake_land_image_03.jpg" title="s" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As atuações são ótimas. O jovem Connor Paolo segura a onda no papel central de Martin. Ele tem um bom carisma e não é daqueles adolescentes chatos que você tem vontade de esganar. O cara entende o mundo que vive e sabe quais são as regras (o que é óbvio, qualquer pessoa que não entendesse já teria virado picadinho). O caçador Mister é interpretado por Nick Damici, e a freira por Kerry McGillis, o que aliás, é de causar espanto a todos que cresceram assistindo Top Gun e foram apaixonados por ela em sua juventude. A mulher está muito velha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, no frigir dos ovos, &lt;em&gt;Stake Land&lt;/em&gt; é o filme que o conceito de vampiros dominando o mundo merece? Não, ainda não. Ele não decepciona, mas não chega a ser grandioso. Porém é um bom passo nessa direção. Fica a dica.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-4752014016635923524?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/4752014016635923524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=4752014016635923524&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4752014016635923524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4752014016635923524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/07/stake-land.html' title='Stake Land'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-516002585656591987</id><published>2011-07-15T10:00:00.000-07:00</published><updated>2011-07-15T10:00:04.584-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>The Man from Earth</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5uCPehnaAAk/ThdSBb4Ii7I/AAAAAAAAAaA/KPcKVX7QHHU/s1600/The_Man_from_Earth_1.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-5uCPehnaAAk/ThdSBb4Ii7I/AAAAAAAAAaA/KPcKVX7QHHU/s320/The_Man_from_Earth_1.png" width="247" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A julgar pela capa, &lt;b&gt;The Man from Earth&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;idem&lt;/i&gt;, 2007) parece um típico &lt;i&gt;sci-fi&lt;/i&gt;, mas não é. É um deliciosíssimo trabalho construído sobre uma ideia originalíssima, da qual subtraem-se diversas análises. É um filme para pensar, mas nem por isso difícil de entender. Este longa é dotado de uma ideia muito simples, da qual muitas pessoas também já devem tê-la imaginado, mas a construção dos diálogos e as conexões das ideias propostas nessa envolvente história são sua maior virtude.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;The Man from Earth encaixa-se naquele modelo de filme que se passa num ambiente só, que acabam por exigir do diretor e roteirista muito mais agilidade do que o normal, já que a possibilidade do filme se tornar monótono são elevadíssimas. Nesses filmes, em geral, o espectador não tem muita coisa para se identificar, senão somente a ideia desenvolvida, que, obrigatoriamente, tem que se mostrar inovadora. Pois bem, uma vez que esse risco é habilmente driblado, já se tem meio caminho andado para agradar o público, basta sua narrativa manter um ritmo linear evolutivo no contexto do problema e história de seus personagens. E este longa consegue tudo isso.&amp;nbsp;Esses filmes possuem essa peculiaridade de alternar com o público uma carga maior de adrenalina e tensão da trama, onde a possibilidade de envolvimento é bem maior. A exemplo, tem o recente Enterrado Vivo (&lt;i&gt;Buried&lt;/i&gt;, 2010), e os mais antigos&amp;nbsp;Jogos Mortais (&lt;i&gt;Saw&lt;/i&gt;, 2004),&amp;nbsp;O Cubo (&lt;i&gt;The Cube&lt;/i&gt;, 1997), &amp;nbsp;Ponto de Mutação (&lt;i&gt;Mindwalk&lt;/i&gt;, 1990), Janela Secreta (&lt;i&gt;Rear Window&lt;/i&gt;, 1954) e Festim Diabólico (&lt;i&gt;Rope&lt;/i&gt;, 1948); muito ou pouco, a trama destes filmes fundamentam-se num local específico que geralmente serve apenas como pano de fundo para a história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em The Man from Earth, a história é ousada: John Oldman (David Lee Smith) é um professor universitário, e está de malas prontas para mudar-se da cidade e largar seu atual emprego. Para sua despedida, convida seus colegas professores para um encontro em sua residência. Naquela noite qualquer, tudo não passaria de apenas um dia fadado à sua singela confraternização se John não decidisse revelar um detalhe de sua vida para os demais: que possui 14.000 anos de idade. Uma vez feita essa revelação, o filme adota uma linha investigativa e desmembra-se com uma característica clara de entrevista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este tom de entrevista que o longa adota intercala duas necessidades básicas: responder às imediatas dúvidas dos demais colegas de John e as mesmas incertezas presentes nos espectadores. Com a justificativa de que queria se mostrar transparente com os demais colegas antes de sua viagem de despedida, esse é o motivo que impulsiona-o a revelar sua verdadeira identidade. John troca de cidade e amigos a cada dez anos, para que seus colegas não percebam a sua incapacidade de envelhecimento da pele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, as inúmeras explicações de Oldman (percebeu o trocadilho?) revelam como ele viveu na pré-história, como desenvolveu-se nos grupos primatas, como acompanhou a evolução da humanidade, sua relação com os maiores pensadores e filósofos, as invenções humanas e sua relação com familiares e a perda de todos aqueles que possuía admiração. Após estas repostas emergenciais, se observa uma tendência de impor a dúvida ao espectador sobre todas as afirmações feitas por ele, onde começa-se a perceber os pontos de maior genialidade da trama. Seguindo uma iniciação explicativa científica sobre os fatos, os diálogos se alteram e evoluem para um patamar religioso, que é obrigatório, diante da realidade revelada sobre John. Ele caracteriza, assim, sua relação com Buda, com as diversas religiões e o Cristianismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro ponto interessantíssimo do filme é a ambientação escolhida para o desenvolvimento narrativo de toda a história. Entre seus colegas professores, estão pessoas de nível profissional altíssimo, em diversas áreas: um arqueólogo, um biólogo, um psicólogo e uma religiosa devota ao Cristianismo. Essas pessoas representam um pouco da diversidade de estudos e pensamentos humanos que direcionam-se a tentar explicar e entender um ponto em comum: a história e origem humana. Nesse sentido, o trabalho do desconhecido diretor Richard Schenkman consegue não ser tendencioso, algo que poderia comprometer em muito seu trabalho. A apresentação de suas ideias de cunho científico e religioso tentam unicamente observar e apontar para uma análise investigativa sobre a história humana, apresentando através dos demais personagens, a total incapacidade de uma conclusão real sobre esta condição. As características apontam para uma total ignorância e arrogância do homem em querer garantir que sua história se passou realmente como está documentada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A característica mais importante dessa história é construir e desconstruir suas afirmações, mostrando a capacidade que temos de pensar conforme o meio e a sociedade ao nosso redor, formulando nossas opiniões pautadas nessas análises já existentes e as defendendo como imutáveis. O que o filme consegue fazer nesse sentido é surpreendente. John transforma o pensamento de veteranos estudiosos, torna-os condicionados ao SEU pensamento, e tem a ousadia de destruir toda a história contada em apenas poucos minutos, fator que acaba revelando a fragilidade de pensamento dos seres humanos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-DZpNCEGllAM/ThdR7OTmfZI/AAAAAAAAAZ4/iXlma3Y_WJQ/s1600/3715_5_screenshot.png" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://1.bp.blogspot.com/-DZpNCEGllAM/ThdR7OTmfZI/AAAAAAAAAZ4/iXlma3Y_WJQ/s400/3715_5_screenshot.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Será que é o Bruce Dickinson que tá atuando?&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8pVLSfLWwKo/ThdR_gC0YSI/AAAAAAAAAZ8/a6xr_ZPc-cM/s1600/large_man_from_earth_blu-ray7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://2.bp.blogspot.com/-8pVLSfLWwKo/ThdR_gC0YSI/AAAAAAAAAZ8/a6xr_ZPc-cM/s400/large_man_from_earth_blu-ray7.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;The Man from Earth não parece querer mais que isso. Propõe-nos uma história que, a primeira vista, parece absurda, mas convence-nos com a grandeza de sua audácia e belíssimo roteiro. Apesar do perigo de transformar tudo numa baboseira sem tamanho, convence verdadeiramente em suas intenções de mostrar-nos um ponto-de-vista diferente sobre a incerteza que os humanos possuem sobre suas origens.&amp;nbsp;É profundo mesmo em seus pequenos 87 minutos de duração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este longa americano á uma excelente dica de filme independente, pautado na liberdade narrativa com um propósito incomum. Não tem uma produção foda (teve apenas duzentos mil dólares de investimento), nem atores de ponta, e foi disponibilizado para &lt;i&gt;download&lt;/i&gt; gratuito na internet pelo seu próprio diretor. Uma pena que sua divulgação não tenha ocorrido na mesma proporção de seu merecimento, algo comum por aqui, e que nem possibilitou uma tradução de título no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Minha avaliação: 10/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Inovador.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-516002585656591987?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/516002585656591987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=516002585656591987&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/516002585656591987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/516002585656591987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/07/man-from-earth.html' title='The Man from Earth'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-5uCPehnaAAk/ThdSBb4Ii7I/AAAAAAAAAaA/KPcKVX7QHHU/s72-c/The_Man_from_Earth_1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-5338510229714193322</id><published>2011-07-10T12:08:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T15:43:09.081-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Listas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pipoca e Nanquim'/><title type='text'>Os 100 Melhores Filmes de Vampiros da História</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/100-filmes-de-vampiro.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignnone size-full wp-image-8301" height="178" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/100-filmes-de-vampiro.jpg" title="100-filmes-de-vampiro" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;Inicialmente, eu ia escrever mais uma daquelas listas do tipo 10+ ou 15+, porém logo me dei conta de que a quantidade de filmes de vampiros é tão boa, que não daria para escolher tão poucos. A seguir, decidi dividir a lista em 2 partes, uma só com filmes de vampiros e outra só com Drácula. Também seria pouco. Logo me vi dividindo a lista em décadas, trilogias, gêneros (suspense, comédia, erótico)... No final o texto acabou virando isto aqui: um mega compêndio com quase tudo que vale a pena ser visto dos mais adorados monstros da cultura pop. Com um pouco de sorte, ela será útil para você.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/1-Alice-Hollister.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-medium wp-image-8253" height="300" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/1-Alice-Hollister-238x300.jpg" title="1 - Alice Hollister" width="238" /&gt;&lt;/a&gt;Bem, mas sem mais atrasos, vamos ao que interessa. Muita gente pensa (erroneamente) que &lt;em&gt;Nosferatu&lt;/em&gt; foi o primeiro filme do gênero. Isso não é verdade. Antes dele houveram outros – na verdade muitos outros, a maioria pouco digna de menção. O primeiro filme sobre vampiros foi &lt;em&gt;Vampire of the Coast&lt;/em&gt; (1909), na época em que o cinema era ainda bem jovem – e mudo. O filme foi lançado apenas 12 anos após Bram Stoker ter publicado sua obra prima, &lt;em&gt;Drácula&lt;/em&gt;, e foi seguido por uma explosão de filmes do gênero. Alguns, de fato, ganharam certa notoriedade, como os curtas-metragens &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0003499/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;The Vampire&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1913), com Alice Hollister e &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0004759/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;The Vampire’s Trail&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, que ficaram famosos por terem sido dirigidos por Robert G. Vignola. Outros destaques são &lt;em&gt;Vampires of the Night &lt;/em&gt;(1914) e&lt;em&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0402325/" target="_blank"&gt;The Kiss of a Vampire&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (1916).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém foi só em 1922 que a coisa realmente engrossou. No auge do expressionismo alemão, o diretor F. W. Murnau deu uma aula de cinema ao criar o mais cultuado (e considerado por muitos o melhor) filme do gênero de todos os tempos. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0013442/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Nosferatu&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1922) foi uma adaptação fiel ao romance de Stoker, porém uma vez que a produção não conseguiu os direitos sobre o texto original, mudou os nomes dos personagens. Assim, o vampiro central é chamado de Conde Orlok, uma figura assustadora que representa a própria encarnação do mal, interpretada com perfeição por Max Schreck. &lt;em&gt;Nosferatu&lt;/em&gt; assustou plateias do mundo inteiro e tornou-se a obra prima de Murnau que entregou outros bons filmes de terror como &lt;em&gt;Phantom&lt;/em&gt; (1922) e &lt;em&gt;Fausto&lt;/em&gt; (1927) antes de sua prematura morte em 1931, que interrompeu sua prolífica produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/3-Nosferatu_Kinski.jpg" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-thumbnail wp-image-8255" height="150" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/3-Nosferatu_Kinski-150x150.jpg" title="3 - Nosferatu_Kinski" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;No final da década de 1970, o diretor Werner Herzog resolveu refilmar o clássico original, transportando a atmosfera expressionista para um clima mais contemporâneo. Execrado desde o início de sua empreitada por macular o que era perfeito, Herzog surpreendeu a todos os críticos quando entregou um filme sensacional, que se não superava o original, ao menos fazia juízo a ele. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0079641/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Nosferatu – O Vampiro da Noite&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1979) trazia Klaus Kinski no papel principal e de quebra uma jovem Isabelle Adjani como Lucy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém a saga do vampiro careca não acabou aí. Em 2000, uma ideia originalíssima fez nascer o enigmático &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0189998/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;A Sombra do Vampiro&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2000). Dirigido por E. Elias Merhige, autor do cultuadíssimo &lt;em&gt;Begotten&lt;/em&gt; (comumente citado como um dos filmes mais chocantes já produzidos), e com um elenco capitaneado pelas presenças inspiradas de John Malkovich e William Dafoe, o filme parte de uma premissa nascida de uma lenda do mundo do cinema, a que o Nosferatu do longa original de 1922 não era um ator, mas sim um vampiro de verdade. Em &lt;em&gt;A Sombra do Vampiro&lt;/em&gt;, o diretor Murnau (Malkovich) faz um pacto com o vampiro (Dafoe) para que este atue em seu filme, com a promessa de poder tomar o sangue da atriz principal ao término das filmagens. É evidente que o vampiro não pode ser controlado e a situação logo começa a se complicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/4-Lugosi.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-medium wp-image-8256" height="270" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/4-Lugosi-238x300.jpg" title="4 - Lugosi" width="214" /&gt;&lt;/a&gt;O primeiro filme de relevância produzido nos EUA veio quase uma década depois do &lt;em&gt;Nosferatu&lt;/em&gt; de 1922. O &lt;strong&gt;Universal Studios&lt;/strong&gt; produziu a primeira adaptação do romance de Stoker, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0021814/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Drácula &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;(1931), com Bela Lugosi no papel título. O ator entregou uma das visões mais contundentes do vampiro e eternizou-se no cinema. Apesar de ter protagonizado filmes muito bons como&lt;em&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0023694/" target="_blank"&gt;White Zombie&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;(1932) e &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0024894/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;O Gato Preto&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1934), nada conseguiu apagar o impacto que a atuação como Drácula teve em sua carreira, algo que o acompanharia até o fim de seus dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este primeiro longa-metragem deu início a uma série de produções do gênero pela &lt;strong&gt;Universal&lt;/strong&gt;. Cinco anos depois, o estúdio lançou &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0027545/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;A Filha de Drácula&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1936), estrelando Gloria Holden como a Condessa Marya Zaleska. O filme é uma sequência relativa dos eventos do longa anterior. Posteriormente, o estúdio ainda lançou &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0036376/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;O Filho de Drácula&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(1943), estrelado por outra lenda do cinema de terror, Lon Chaney Jr., que já era bastante conhecido por sua atuação em &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0034398/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;O Lobisomen&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1941). Uma curiosidade é que Chaney fez uma participação na adaptação para as telas da HQ &lt;em&gt;Agente Secreto X-9&lt;/em&gt;, como o corcunda Maroni.  Hoje, &lt;em&gt;O Filho de Drácula&lt;/em&gt; é bastante citado entre os fãs por ter sido o primeiro filme em que Drácula vira morcego diante das telas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1945, Chaney participou de duas interessantes produções envolvendo o vampiro, porém desta vez ele estava interpretando seu papel mais famoso, O Lobisomen. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0036931/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;A Casa de Frankenstein&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(1944) e &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0037793/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;A Casa de Drácula&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1945) trazia um encontro entre os três grandes monstros do cinema, Drácula, Lobisomen e Frankenstein, sendo que o papel do Conde ficou a cargo de John Carradine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A título de curiosidade vale ressaltar que o longa-metragem original com Lugosi foi refilmado no final dos anos 70.  &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0079073/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Drácula&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(1979) foi dirigido por John Badham (então no auge por causa do sucesso de &lt;em&gt;Os Embalos de Sábado a Noite&lt;/em&gt;) e tinha uma atmosfera completamente diferente do filme de 1931. Apesar do visual cafona, contou com uma atuação competente de Frank Langella.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O próximo grande ator a se eternizar no papel do Conde foi Christopher Lee. Sua estreia foi em &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0051554/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;O Vampiro da Noite&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1958), uma tradução péssima do original &lt;em&gt;Horror of Dracula&lt;/em&gt;, no qual ele fazia uma dobradinha excelente com Peter Kushing (no papel de Van Helsing). A atuação de Lee foi marcante e assustadora; ele já havia vivido outro monstro do cinema em &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0050280/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;A Maldição de Frankenstein&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1957), porém seu Drácula era algo mais. Ele realmente empregava contornos ao personagem até então inexplorados no cinema. Apesar do sucesso, o ator ficou quase uma década longe do vampiro – e aqui cabe um aviso, em 1963 ele estrelou um filme dirigido por Mario Bava que as distribuidoras brasileiras batizaram de &lt;a href="http://www.blogger.com/La%20Frusta%20e%20Il%20Corpo" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Drácula – o Vampiro&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;. Apesar de bom, este não é um filme sobre o Conde e seu nome original é &lt;em&gt;La Frusta e Il Corpo&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/5-Lee.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="size-large wp-image-8257 aligncenter" height="491" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/5-Lee-819x1024.jpg" title="5 - Lee" width="393" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/6-Noivas-de-dr%C3%A1cula.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-thumbnail wp-image-8258" height="150" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/6-Noivas-de-drácula-150x150.jpg" title="6 - Noivas de drácula" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;A primeira sequência de &lt;em&gt;O Vampiro da Noite&lt;/em&gt; trazia Kushing de volta ao papel de Helsing, porém contava com a ausência de Lee. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0053677/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;As Noivas de Drácula&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1960) foi dirigido por Terence Fisher (mesmo diretor do longa anterior) e trazia a atriz Martita Hunt no papel da Baronesa Meinster.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em meados dos anos 60, Fischer convenceu Lee a retomar o papel principal, mas desta vez com a ausência de Kushing. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0059127/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Drácula – O Príncipe das Trevas&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1966) trazia a ressurreição do vampiro. Apesar de não chegar aos pés do filme original, esta e as demais sequências ainda são garantia de uma boa diversão. Na verdade, daí para frente, como se a porteira tivesse sido aberta, Lee começou a fazer Dráculas a torto e direito. Vamos a eles: &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0062909/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Drácula – O Perfil do Diabo&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1968), &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0065569/" target="_blank"&gt;Conde Drácula&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;(1970) – este dirigido por Jesus Franco, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0065073/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;O Sangue de Drácula&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1970),&lt;em&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0067713/" target="_blank"&gt;Scars of Dracula&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (1970), &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0068505/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Drácula no Mundo da Minissaia&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1972) e&lt;em&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0070634/" target="_blank"&gt;Os Ritos Satânicos de Drácula&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (1973) – neste último finalmente repetindo a parceria com Peter Kushing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lee chegou a fazer uma divertida ponta na comédia&lt;em&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0066183/" target="_blank"&gt;One More Time&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (1970), dirigida por Jerry Lewis e estrelada por Sammy Davis Jr., em que aparece no papel do Conde.&amp;nbsp;Quando Lee encerrou sua carreira vampiresca, fechando o que seria a fase de ouro dos &lt;strong&gt;Estúdios Hammer&lt;/strong&gt;, pode parecer que os fãs ficaram órfãos, porém ao longo dos anos muita coisa boa saiu em paralelo ao trabalho dele (algumas produzidas pela própria &lt;strong&gt;Hammer&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/7-Price.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-medium wp-image-8259" height="300" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/7-Price-200x300.jpg" title="7 - Price" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Em 1964, Vincent Price protagonizou no cinema a primeira adaptação do romance &lt;em&gt;Eu Sou a Lenda&lt;/em&gt;, de Richard Matheson. Ao contrário da impressão que o filme homônimo mais recente com Will Smith possa ter deixado no público que não leu o livro, originalmente os mortos-vivos de Matheson não eram zumbis, mas uma criatura muito mais próxima dos vampiros. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0058700/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Mortos que Matam&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1964), apesar de tomar muitas liberdades com relação à história original, foi um grande sucesso e é tido hoje como um dos clássicos do gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não demorou muito para que outra produção fosse feita também com base no livro, e novamente com um dos maiores astros da história de Hollywood. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0067525/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;A Última Esperança da Terra&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(1971) apostava mais na ação e no carisma de seu protagonista Charlton Heston, transformando o thriller em um filme de ação com elementos sobrenaturais. Tal qual seu predecessor, este filme também tomava várias liberdades criativas, modificando a história original, contudo desta vez, o nome do protagonista ao menos foi mantido o mesmo do livro: Robert Neville (no filme com Vincent Price ele havia sido mudado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A década de 1970 trouxe vários filmes memoráveis, entre eles a série que ficou conhecida como &lt;em&gt;Trilogia Karnstein&lt;/em&gt;.  Produzida pela &lt;strong&gt;Hammer Films&lt;/strong&gt;, a série foi bastante corajosa ao apresentar cenas de lesbianismo e temática adulta, e apesar de contar com diferentes diretores e elenco, os três filmes foram escritos por Tudor Gates.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira produção dessa leva, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0066518/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Carmilla – A Vampira de Karnstein&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1970), foi dirigida por Roy Ward Baker – cuja carreira no cinema foi bastante inexpressiva, o que levou-o a acabar se tornando mais um daqueles diretores genéricos de televisão que ninguém sabe o nome. No papel solo da vampira lésbica Carmilla, também chamada de Mircalla Karnstein, estava a bela atriz inglesa Ingrid Pitt, e o filme foi baseado em uma história original de 1872 do escritor J. Sheridan Le Fanu, o qual foi uma das grandes inspirações para que Bram Stoker escrevesse seu Drácula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/8-ingrid-pitt.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-8260 aligncenter" height="396" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/8-ingrid-pitt.jpg" title="8 - ingrid pitt" width="450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na verdade, o conto já havia sido levado ao cinema em &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0057280/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;La cripta e l'incubo&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1964), um filme italiano estrelado por ninguém menos que Christopher Lee, porém esta era um versão vagamente inspirada na história de Sheridan, enquanto que o longa de 1970 a segue a risca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme seguinte da trilogia da Hammer foi &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0067367/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Luxúria de Vampiros&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1971), dirigido por Jimmy Sangster. Para o papel de Mircalla, foi chamada a atriz Yutte Stensgaard, que o que carecia de talento compensava em beleza. A trama cria uma sequência direta para os acontecimentos ocorridos no longa metragem anterior, com a vampira sendo revivida com o sangue de um inocente. Muitas pessoas apontam este como sendo o exemplar mais fraco dos três.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/9-Twins-of-Evil.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-medium wp-image-8261" height="168" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/9-Twins-of-Evil-300x300.jpg" title="9 - Twins of Evil" width="168" /&gt;&lt;/a&gt;No ano seguinte, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0069427/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Gêmeas do Mal&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1972), trazia Damien Thomas como um descendente de Mircalla, o Conde Karnstein. A vampira, interpretada desta vez pela atriz Katya Wyeth, faz apenas uma pequena ponta na película. Dirigido por John Hough, a novidade neste filme foi que as protagonistas eram duas irmãs, Frieda e Maria Gellhorn, interpretadas pelas playmates gêmeas na vida real Mary Collinson e Madeleine Collinson. Na verdade, &lt;em&gt;Gêmeas do Mal&lt;/em&gt; se passa antes dos eventos relatados em Carmilla, sendo, portanto, um prequel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A famosa vampira da novela de Sheridan Le Fanu apareceu em diversas outras produções (inclusive vários curtas-metragens). Nenhuma delas é realmente digna de menção, mas como propósito de curiosidade, vamos citar a série de TV &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0795916/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Carmilla – Le Coeur Petrifié&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1988), com Emmanuelle Meyssignac no papel da vampira, e a recente produção feita diretamente para o mercado de vídeo, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0408309/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Vampires VS. Zombies&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2004), que traz Maritama Carlson interpretando a vampira. As críticas para este longa metragem foram pavarosas, algumas considerando um dos piores filmes já feitos na história do cinema, mas isso é algo que o diretor Vince D'Amato já está habituado (é dele outras bombas como &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0449622/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Necrophagia: Nightmare Scenarios&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, com a atriz pornô Jenna Jameson).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A onda de filme eróticos envolvendo vampiros persistiu durante toda a década de 1970, sendo que podemos destacar alguns expoentes. Jesus Franco, um especialista na área, lançou &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0066380/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Vampyros Lesbos&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(1971), um conto de erotismo e terror protagonizado pela estonteante Soledad Miranda, que infelizmente faleceu logo após as filmagens (o filme foi lançado postumamente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/10-Vampires-VS.-Zombies-.jpg" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="" class="alignnone size-medium wp-image-8262" height="400" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/10-Vampires-VS.-Zombies--211x300.jpg" title="10 - Vampires VS. Zombies" width="257" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/11-Vampyros-Lesbos-.jpg"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/11-Vampyros-Lesbos-.jpg"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-8263 alignnone" height="400" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/11-Vampyros-Lesbos-.jpg" title="11 - Vampyros Lesbos" width="257" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns anos depois, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0071233/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Blood for Dracula&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1974) – também conhecido como &lt;em&gt;Andy Warhol's Dracula (X-rated)&lt;/em&gt;, é uma história absolutamente maluca na qual o personagem principal, para sobreviver, precisa beber sangue de mulheres virgens. O problema está na dificuldade de encontrá-las, o que o leva a empreender uma viagem para a Itália, onde encontra uma família com quatro supostas filhas virgens. Supostas, sim, pois como o Conde logo descobre, virgindade é algo realmente em falta no mundo moderno. Dirigido por Paul Morrissey, o filme traz o alemão Udo Kier no papel do vampiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No ano seguinte, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0072354/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;As Filhas de Drácula&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1975) levava além a proposta de lesbianismo, com um par de lindas vampiras (Marianne Morris e Anulka Dziubinska) raptando suas vítimas e mantendo-as cativas em sua mansão, e alimentando-se paulatinamente de seu sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/12-Matadores-de-Vampiras-L%C3%A9sbicas-.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-medium wp-image-8264" height="202" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/12-Matadores-de-Vampiras-Lésbicas--300x202.jpg" title="12 - Matadores de Vampiras Lésbicas" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;As produções recentes que possivelmente foram vistas pelo publico mais jovem que procuram resgatar aquela mesma proposta da década de 70 ao misturar erotismo, terror e um toque de humor, carecem de originalidade, sensualidade e até mesmo da ousadia daqueles antigos filmes. Por exemplo, o curta-metragem &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1252353/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Vampyros Lesbos&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2008) dirigido por Matthew Saliba (que faz uma homenagem ao filme original de Franco) e o alardeado &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1020885/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Matador&lt;strong&gt;e&lt;/strong&gt;s de Vampiras Lésbicas&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2009) não chegam aos pés dos filmes que os inspiraram, alguns dos quais citei aqui. Sem aquele saudosismo babaca de que apenas as coisas antigas eram boas, mas dando o crédito devido, a dica é simplesmente descobrir o que vale a pena, o que em geral significa retornar à fonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas não só de erotic thrillers viveram os vampiros na década de 1970. O aterrorizante &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0065580/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Condessa Drácula&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1971), trazia novamente Ingrid Pitt interpretando um papel seminal. Aqui ela faz Elizabeth Báthory, uma nobre sanguinária que viveu na Hungria no século XVI e tornou-se notória por conta de supostos crimes hediondos cometidos por causa de sua obsessão pela beleza, o que lhe valeu o apelido de Condessa Drácula. O perturbador filme, dirigido por Peter Sasdy, foi outro grande sucesso da &lt;strong&gt;Hammer&lt;/strong&gt; e conta com cenas que até hoje são memoráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A lenda em torno de Elizabeth Báthory foi abordada também em &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0382019/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Eterno&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(2004), estranha, porém competente produção canadense, com Conrad Pla e Caroline Néron no papel de Elizabeth Kane, a suposta Condessa. O filme foi muito falado por causa das cenas de nudez, sexo e lesbianismo, e pela presença de Caroline, na época fazendo um grande sucesso como cantora no Canadá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0067490/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;The Night Stalker&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1972) foi um filme produzido pela rede de televisão &lt;strong&gt;ABC&lt;/strong&gt; que acabou marcando época e, dois anos depois, fez nascer a cultuadíssima série &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0071003/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Kolchak e os Demônios da Noite&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1974), que infelizmente teve apenas uma temporada. No filme original, o repórter policial Kolchak (Darren McGavin) começa a suspeitar que um serial killer que está atuando em Los Angeles é na verdade um vampiro. Obviamente suas investigações se confirmam e com a ajuda de um agente do FBI, ele precisa combater a criatura. O mais interessante na película é que ela termina em um anticlímax com o personagem principal desacreditado por tudo e por todos, em contraponto ao tradicional final feliz de produções do gênero.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Como curiosidade vale ressaltar que entre o filme original e a série, mais um piloto foi produzido, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0069002/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;The Night Strangler&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1973), sem a ausência de vampiros, mas mantendo o clima sobrenatural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/13-blacula.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-medium wp-image-8265" height="300" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/13-blacula-240x300.jpg" title="13 - blacula" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;A década de 70 viveu muitos movimentos interessantes, entre eles o que ficou conhecido posteriormente como blaxploitation – uma extensão do exploitation (um tipo de filme, em geral de baixo orçamento, cuja temática “explora” assuntos sensacionalistas e muitas vezes de mau gosto) – que já tinha tantos fãs quanto detratores. Assim, da mente do diretor William Crain surgia &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0068284/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Blácula&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1972), no qual um príncipe africano é transformado em um vampiro pelo próprio Drácula. Inadvertidamente ele é levado para Los Angeles, onde libera sua sede de sangue ao mesmo tempo em que assedia a jovem Tina, na verdade a reencarnação de seu antigo amor. O que poderia ser uma piada de mau gosto acabou se transformando em um longa interessante que reconta a história original de Stoker de forma inusitada e criativa. O filme contou com um boca a boca adicional ao apresentar o primeiro casal gay de vampiros da história do cinema. Uma continuação bastante inferior foi lançada no ano seguinte,&lt;em&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0070656/" target="_blank"&gt;Scream Blacula Scream&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (1973), cujo principal atrativo era a presença de Pam Grier no papel de Lisa Fortier (um ano depois ela estouraria como Foxy Brown).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro a explorar a onda de blaxploitation foi &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0068619/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Ganja &amp;amp; Hess&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1973), um filme muito pouco visto, mas que merece ser descoberto. A variação aqui ocorre por conta da maneira com que o personagem central é contaminado – ao invés da tradicional mordida, o arqueólogo Hess Green torna-se um vampiro após ser esfaqueado com um antigo punhal amaldiçoado por seu assistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/14-Palance.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-thumbnail wp-image-8266" height="150" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/14-Palance-150x150.jpg" title="14 - Palance" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;Naquele mesmo ano, outro exemplar digno de nota saiu sob a alcunha do diretor Dan Curtis. Apesar de produzido para a televisão inglesa, o roteiro de&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0070003/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Drácula&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(1973) foi escrito por ninguém menos que Richard Matheson, e para o papel principal Curtis chamou uma das lendas do cinema, Jack Palance, então no auge de sua carreira. O trabalho do ator foi muito bem aceito e embora não possa ser equiparado ao de Lugosi ou Lee, garantiu que o filme fosse bem sucedido e distribuído no mundo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O criador dos zumbis modernos, George Romero também fez um incursão no gênero com &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0077914/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Martin&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(1977), um filme difícil, ambíguo e impressionante, no qual um homem acredita ser um vampiro de 84 anos e resolve se mudar para uma cidade pequena a fim de tentar curar sua maldição. Seguindo a habitual linha de seus filmes, Romero mergulha na psique do perturbado personagem e cria uma trama que discute a condição humana, a solidão do mundo moderno e o fascínio que crenças religiosas despertam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mestre do terror Stephen King começou a ver suas obras serem adaptadas a partir do final da década e o livro &lt;em&gt;A Hora do Vampiro&lt;/em&gt; não foi exceção. Dirigido para a televisão por Tobe Hooper (já conhecido por causa do falatório em torno de &lt;em&gt;O Massacre da Serra Elétrica&lt;/em&gt;), &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0079844/" target="_blank"&gt;A Mansão Marsten&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;(1979) adaptava com certa liberdade o livro de King e ainda fazia uma homenagem ao visual do vampiro Nosferatu ao criar seres similares. Apesar de ser um telefilme, Hooper acertou na ambientação e criou uma obra densa e sem concessões e contou com o sucesso do ator David Soul (na época estrelando o seriado Starsky e Hutch) para ajudar a catapultá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/15-Salems-Lot.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-8267 alignnone" height="310" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/15-Salems-Lot.jpg" title="15 - Salem's Lot" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;Alguns anos depois, veio a inevitável continuação. Dirigida por Larry Cohen (&lt;em&gt;Nasce um Monstro&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A Coisa&lt;/em&gt;), o filme &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0093855/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Retorno a Salem's Lot&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1987) trazia Michael Moriarty no papel principal, porém acabou se revelando uma sucessão de equívocos. Hoje, grande parte dos fãs prefere esquecer essa produção.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No século XXI, o romance de King ganhou mais uma versão que desta vez seguia mais a risca a história original. Com Rob Lowe no papel de Ben Mears, o escritor que retorna a sua cidade natal apenas para descobrir que ela está sendo assombrada por vampiros, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0355987/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Salem’s Lot&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2004) foi uma superprodução original da &lt;strong&gt;TNT&lt;/strong&gt; que trazia diversos atores conhecidos fazendo pontas, como Rutger Hauer e Donald Sutherland.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/16-sharon-tate-A-Dan%C3%A7a-dos-Vampiros.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-medium wp-image-8268" height="178" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/16-sharon-tate-A-Dança-dos-Vampiros-300x247.jpg" title="16 - sharon tate - A Dança dos Vampiros" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;Os sugadores de sangue não escaparam das dezenas de comédias que apareceram ao longo dos anos. Sem dúvida a melhor e mais conhecida é &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0061655/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;A Dança dos Vampiros&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1967), uma obra prima divertidíssima de Roman Polanski, e também um dos últimos filmes da linda atriz Sharon Tate, antes de seu brutal assassinato pela seita de Charles Mason. O film conta inclusive com uma famosa cena da atriz nua na banheira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No final dos anos 70, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0079489/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Amor à Primeira M&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0079489/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;ordida&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1979) fez um grande sucesso, mostrando que o público sempre foi partidário de comédias românticas e açucaradas. Aqui, após ver sua vida na Transilvânia tornar-se impraticável, Drácula (George Hamilton) resolve mudar-se para Nova York e encontrar sua noiva. Um filme que hoje vale mais como uma relíquia curiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A comédia &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0090196/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Transilvânia: Hotel do Outro Lado do Mundo&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1985) se centra em dois repórteres (Jeff Goldblum e Ed Begley Jr.) que vão ao país para investigar uma suposta aparição de Frankenstein (?) e acabam encontrando todo tipo de bizarrice, inclusive uma vampira sensualíssima interpretada por Geena Davis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/19-Transilv%C3%A2nia.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-8271 alignnone" height="265" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/19-Transilvânia.jpg" title="19 - Transilvânia" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mesmo ano, um jovem Jim Carrey em um de seus primeiros papéis precisa lidar com a vampira chamada apenas de Condessa (Lauren Hutton), que precisa beber o sangue de virgens para manter sua beleza na comédia &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0089730/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Once Bitten&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1985).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/17-monster-squad.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-medium wp-image-8269" height="208" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/17-monster-squad-300x208.jpg" title="17 - monster-squad" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;Ainda na década de 1980, o diretor Fred Dekker nos entregou uma pequena gema, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0093560/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Deu a Louca nos Monstros&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1987). Dekker tem uma carreira interessante; ele lançou-se como escritor (é dele a história do ótimo&lt;em&gt; House – A Casa do Espanto&lt;/em&gt;) no mesmo ano em que dirigiu o bom &lt;em&gt;Night of the Creeps&lt;/em&gt; (1986), depois escreveu e dirigiu episódios da série de TV &lt;em&gt;Contos da Cripta&lt;/em&gt;, porém sua grande aposta era o filme &lt;em&gt;RoboCop 3&lt;/em&gt;, que deveria lançar sua carreira de vez. Infelizmente, o filme lançou-a para o fundo do poço, de onde ele não se recuperou. Mas qualquer coisa que ele tenha feito depois não tira o brilhantismo desta que é uma das melhores aventuras juvenis já produzidas no cinema. O filme tem o mérito de trazer de volta todos os monstros clássicos da &lt;strong&gt;Hammer&lt;/strong&gt; em uma trama divertidíssima, crível e com bons momentos de ação. Destaque para o Drácula cruel e calculista interpretado por Duncan Regehr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apenas um ano depois, o diretor Robert Bierman lançou &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0098577/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;O Beijo do Vampiro&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1988), com o então pouco conhecido Nicolas Cage e um elenco de apoio que contava com Jennifer Beals (ainda colhendo os louros do sucesso &lt;em&gt;Flashdance&lt;/em&gt;) e Maria Conchita Alonso (&lt;em&gt;O Sobrevivente&lt;/em&gt;). Na história, um executivo pensa que se tornou um vampiro após um encontro com uma sedutora mulher. A famosa cena em que Nicolas Cage come uma barata (de verdade) entrou para os anais do cinema como uma das mais nojentas e de mau gosto já feitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/18-leslie_nielsen.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-medium wp-image-8270" height="210" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/18-leslie_nielsen-200x300.jpg" title="18 - leslie_nielsen" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;Já na década de 1990, um dos gênios da comédia, Mel Brooks lançou &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0112896/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Drácula – Morto Mas Feliz&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1995), uma paródia sensacional com Leslie Nielsen (na crista da onda por causa do sucesso de &lt;em&gt;Corra Que a Polícia Vem Aí&lt;/em&gt;) como o Conde. O filme tornou-se um dos mais queridos pelos fãs, com sequências hilárias, uma atuação inspirada e engraçadíssima de Nielsen e a presença da linda Amy Yasbeck no papel de Mina Murray. Um destaque é que o próprio Mel Brooks interpreta o atrapalhado caçador de vampiros Van Helsing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Listar a quantidade de comédias feitas com vampiros é, obviamente, uma tarefa ingrata. Mas esta também foge ao escopo deste texto, cujo objetivo não é ser um compêndio completo, mas apenas um guia do que já foi feito de melhor no gênero. E a década de 1980 foi particularmente produtiva. Pelo menos três filmes merecem destaque e certamente fazem parte de dez a cada dez listas dos melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/20-A-Hora-do-Espanto.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-medium wp-image-8272" height="206" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/20-A-Hora-do-Espanto-300x206.jpg" title="20 - A Hora do Espanto" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0089175/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;A Hora do Espanto&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1985) foi dirigido por Tom Holland (que três anos depois nos entregou o clássico &lt;em&gt;Brinquedo Assassino&lt;/em&gt;) e era uma grande homenagem aos filmes da &lt;strong&gt;Hammer&lt;/strong&gt;. O elenco razoavelmente desconhecido (com exceção de Roddy McDowall no papel de Peter Vincent) segura muito bem a história de um jovem que descobre que seu vizinho é um sanguessuga noturno. Destaque para a atuação amalucada de Stephen Geoffreys, que criou uma das mortes mais empáticas de todo o cinema, quando já vampirizado, acaba sendo vítima do personagem principal e seu melhor amigo, Charley (William Ragsdale).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O sucesso do filme fez com que o estúdio lançasse a continuação três anos depois do original. &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0097390/" target="_blank"&gt;A Hora do Espanto 2&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;(1988) repetia a parceria entre Ragsdale e McDowall, mas apresentava um novo desafio, já que o charmoso vampiro do filme anterior havia sido destruído. Aqui a ameaça é uma vampira que busca vingança pelas ações ocorridas anteriormente. Embora seja inferior, esta sequência teve uma boa bilheteria e agradou parte do público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro filme que consta em qualquer lista de dez mais é o excepcional &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0093605/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Quando Chega a Escuridão&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1987). Dirigido por Kathryn Bigelow (anos antes de ela sequer sonhar em ganhar o Oscar com &lt;em&gt;Guerra ao Terror&lt;/em&gt;), o filme é uma mistura muito bem sucedida de terror com road-movie. O elenco jovem conta com nomes (ou rostos) facilmente reconhecíveis hoje como Adrian Pasdar, Bill Paxton e Jenette Goldstein, apoiados pela competente figura de Lance Henriksen. A história gira em torno de um jovem que se une a um grupo de vampiros viajantes para estar perto da moça que ama. A película ultraviolenta chamou a atenção na época de seu lançamento e acabou se tornando um dos grandes clássicos do gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mesmo ano, o controverso diretor Joel Schumacher (responsável por bons filmes como &lt;em&gt;Um Dia de Fúria&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Tempo de Matar&lt;/em&gt;, mas também pelas atrocidades &lt;em&gt;Batman Eternamente&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Batman &amp;amp; Robin&lt;/em&gt;) lançou &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0093437/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Os Garotos Perdidos&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1987), uma produção da &lt;strong&gt;Warner Bros&lt;/strong&gt; que aproveitava o sucesso que os atores adolescentes Corey Haim e Corey Feldman vinham fazendo. Foi também um dos primeiros destaques na carreira de Kiefer Sutherland, então com 18 anos, bem antes dele tornar-se mundialmente famoso com a série &lt;em&gt;24 Horas&lt;/em&gt;, e do ator Jason Patric (&lt;em&gt;Narc&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Incógnito&lt;/em&gt;). O filme era bem humorado, divertido, porém cumpria sua proposta e não negava terror nos momentos em que o grupo de vampiros aparecia. Uma aventura adolescente que atualizava o tema, porém de forma respeitosa, com destaque para a excelente trilha sonora.Recentemente, duas continuações péssimas foram lançadas: &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1031254/" target="_blank"&gt;Lost Boys: The Tribe&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;(2008) e &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1400526/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Lost Boys: The Thirst&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2010), ambas com participação de Corey Feldman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/21-lost-boys.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-8273 alignnone" height="312" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/21-lost-boys.jpg" title="21 - lost boys" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outros filmes de sucesso lançados na década de 1980 foram &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0085701/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Fome de Viver&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1983) e &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0092147/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Vamp – A Noite dos Vampiros&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1986). O primeiro, dirigido pelo excelente Tony Scott, trazia um elenco estelar composto por David Bowie, Catherine Deneuve e Susan Sarandon, e recriava de forma mística a lenda do vampirismo, remontando-a até o antigo Egito. Visto hoje, o filme perdeu parte de sua magia e as tão faladas cenas de lesbianismo na época de seu lançamento entre Deneuve e Sarandon não são mais tão impactantes (inclusive perdem para as produções da década anterior), porém é um filme de classe e prestígio, apesar de confuso e de ter envelhecido um pouco.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Vamp&lt;/em&gt;, por outro lado, é uma clássica produção B cujo maior atrativo foi ter a cantora Grace Jones (então no auge de seu sucesso) como a sedutora vampira que lidera um grupo de sanguessugas. Hoje vale muito mais como curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também é dos anos 80 uma das melhores animações já feitas sobre o gênero.&lt;em&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0090248/" target="_blank"&gt;D – O Caçador de Vampiros&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (1985) é um desenho japonês futurista dirigido por Toyoo Ashida e Carl Macek, no qual uma garotinha solicita a ajuda de um famoso caçador de vampiros para matar um vampiro que a mordeu, na esperança de evitar que ela própria se torne um deles. O filme só foi lançado nos EUA em 1993, porém no Brasil chegou anos antes em VHS e tornou-se uma fita cult entre apreciadores do gênero. Vale observar que este desenho não tem nada a ver com a péssima série &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0186385/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Vampire Hunter&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1997), também produzida no Japão e que durou apenas 1 temporada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/22-D.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-thumbnail wp-image-8274" height="150" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/22-D-150x150.jpg" title="22 - D" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;Anos depois, os diretores Yoshiaki Kawajiri,  Jack Fletcher e Tai Kit Mak assumiram uma tarefa dificílima: trazer de volta o caçador D e fazer um filme ainda melhor que o clássico de 1985. Indo de encontro ao pessimismo de milhares de fãs, o trio se empenhou na hercúlea tarefa e, ao contrário do que normalmente ocorre, foi tremendamente bem sucedido. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0216651/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Vampire Hunter D: Bloodlust&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(2000) foi lançado sob uma chuva de ovações tornando-se o melhor desenho sobre vampiros já feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A década de 1990 começou com uma produção no mínimo inusitada do gênero, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0103002/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Subspecies&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1991). O filme foi uma baixa produção dirigida por Ted Nicolaou que apresentava um vampiro de aspecto horroroso (retomando o conceito estabelecido em Nosferatu de que vampiros têm uma aparência horrível) e maléfico chamado Radu, mas que era indubitavelmente carismático. O que deveria ser mais um longa-metragem a passar despercebido entre as centenas produzidas todos os anos, chamou a atenção por que o diretor resolveu utilizar a antiga técnica de stop motion para compor os efeitos especiais. Por mais absurdo que pareça, a empreitada garantiu certo charme à película e o público aprovou, transformando-o em um clássico dos filmes-B modernos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O sucesso do primeiro filme deu a possibilidade de Nicolaou de dirigir mais três sequências direto para o mercado de vídeo: &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0106436/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Bloodstone: Subspecies II&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1993), &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0109302/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Bloodlust: Subspecies III&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1994) e&lt;em&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0181315/" target="_blank"&gt;Subspecies 4: Bloodstorm&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (1998). Em todos os quatro filmes, o vampiro é interpretado por Anders Hove, ator dinamarquês muito pouco conhecido nos EUA, mas que realiza um bom trabalho como a assustadora criatura. Infelizmente, nenhum dos filmes posteriores recupera a mesma magia e originalidade do primeiro, porém são ainda assim uma boa e descompromissada diversão recomendada para amantes do gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nicolaou ainda teve oportunidade de dirigir &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0120428/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Vampire Journals&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1997), um longa-metragem também feito diretamente para o mercado de vídeo, que nada tem a ver com a sua série mais famosa. Aqui, apesar do esforço do diretor em criar algo relevante e do bom roteiro que procura trazer uma ambientação no estilo Anne Rice (bem diferente do que é mostrado em &lt;em&gt;Subspecies&lt;/em&gt;), o filme sofre com os péssimos efeitos especiais e atuações de segunda categoria, que o relegaram ao esquecimento. Ainda assim, deve ser assistido sem receio por fãs de Nicolaou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/23-Dracula.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-full wp-image-8275" height="256" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/23-Dracula.jpg" title="23 - Dracula" width="192" /&gt;&lt;/a&gt;O ano seguinte trouxe os vampiros de volta ao primeiro panteão de Hollywood com uma produção milionária que marcou época. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0103874/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Bram Stoker’s Drácula&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1992) foi dirigido por Francis Ford Coppola (seguramente um dos maiores diretores da história do cinema) e trazia um elenco de astros e estrelas que incluía Gary Oldman (no papel do Conde), Anthony Hopkins (Van Helsing), Winona Ryder (Mina) e Keanu Reeves (Jonathan). O filme custou em torno de 40 milhões de dólares – o mais caro já produzido até então – e rendeu mais de 215 milhões em todo o mundo. Apesar de momentos de puro horror, muita nudez e sensualidade, e violência, a sensibilidade com que Coppola levou a história de Stoker para as telas lembrou a todos que nas entrelinhas, Drácula ainda era a busca de um homem por sua amada – e, portanto, um romance. O público feminino se encantou com a atuação de Oldman e o filme o catapultou definitivamente para o primeiro time de astros de Hollywood.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Naquele mesmo ano estreava o longa metragem &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0103893/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Buffy: A Caça-Vampiros&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1992), escrito por Joss Whedon e com Kristy Swanson no papel principal. O filme tem o apoio de bons coadjuvantes como Donald Sutherland, Rutger Hauer, Luke Perry e a curiosa presença de Hilary Swank com começo de carreira, porém seu principal mérito foi pavimentar o caminho para a grande série de sucesso &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0118276/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Buffy: A Caça-Vampiros&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1997-2003). A série foi um mega sucesso que lançou a carreira da atriz Sarah Michelle Gellar, que substituiu Swanson numa bela e humilde jogada de Whedon, que percebeu que um dos principais problemas de seu filme anterior era justamente a escolha da atriz principal. A série ainda rendeu um excelente spin-off, o seriado &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0162065/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Angel &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;(199-2004), com David Boreanaz e Charisma Carpenter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/24-buffy.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-8276 alignnone" height="300" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/24-buffy.jpg" title="24 - buffy" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1993, o hoje cultuado diretor Guillermo Del Toro lançou seu primeiro longa-metragem (até então ele só havia feito curtas e séries de TV),&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0104029/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Cronos&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(1993). O filme deu início à parceria com o ator Ron Perlman, com quem o diretor voltaria a trabalhar em diversas ocasiões, e chamou atenção ao apresentar uma visão completamente diferente do vampirismo, ligando a lenda à existência de um antigo artefato criado por um alquimista na idade média. O filme foi um fracasso de bilheteria, mal tendo conseguido pagar seus custos de produção, porém é visto hoje com bastante curiosidade pelos fãs do diretor. Os elementos que viriam a tornar Del Toro famoso e singular já estavam presentes desde este seu trabalho preliminar, que merece ser conhecido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro injusto fracasso de bilheteria é o filme &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0110620/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Nadja &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;(1994), dirigido por Michael Almereyda e lançado com a benção de David Lynch, que apesar de não ter envolvimento direto na produção (a não ser por uma ponta como recepcionista do necrotério), tentou usar seu nome para tornar o filme um sucesso e assumiu a função de produtor executivo. Não funcionou. O público não aprovou a história moderna (e maluca) de uma família de vampiros disfuncional que tenta estabelecer uma boa relação entre seus membros para poder sobreviver. A Nadja do título é uma vampira romena que mora em Nova York, que vive em bares na noite caçando suas vítimas. A criatura é interpretada com muito pouco destaque por Elina Löwensohn, talvez um dos motivos que tenha levado o filme a naufragar. A história é bastante truncada e envolve vários personagens (todos bizarros), porém cabe uma menção ao desempenho competente e original de Peter Fonda como Van Helsing. Trata-se de um desconhecido longa-metragem, porém muito bom, que irá agradar aos fãs que curtem filmes no “estilo Lynch”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O conhecido diretor Neil Jordan, autor de obras primas como&lt;em&gt; Traídos Pelo Desejo&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A Companhia dos Lobos&lt;/em&gt;, resolveu levar para as telas o romance mais conhecido da escritora Anne Rice. Sob uma chuva negativa de críticas (incluindo da própria, que achava o elenco escalado completamente inadequado), Jordan lançou &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0110148/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Entrevista Com o Vampiro&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1994), que acabou tornando-se um mega-sucesso mundial. O filme trazia Tom Cruise disposto a levar ao extremo o papel do vampiro Lestat e apagar a imagem de bom moço que todos tinham dele, numa parceria com Brad Pitt (Louis), então em ascensão para tornar-se o novo grande astro de Hollywood. De quebra, contava com a forte performance de Antonio Banderas (recém chegado aos EUA), uma ponta de Christian Slater, e ainda lançou a carreira de Kirsten Dunst. A excelente película calou a boca de (quase) todos seus detratores e provou de vez que vampiros eram de fato grandes imas para atrair bilheterias gordas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/25-Pitt.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-8277 aligncenter" height="640" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/25-Pitt.jpg" title="25 - Pitt" width="444" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/26-Angie.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-thumbnail wp-image-8278" height="150" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/26-Angie-150x150.jpg" title="26 - Angie" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;Na década de 90, as HQs da &lt;em&gt;Kripta&lt;/em&gt; ganharam uma série de TV de grande sucesso, que rendeu dois longas-metragens. O segundo, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0117826/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;O Bordel de Sangue&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1996) era uma despretensiosa diversão repleta de gore, atuações fake, mulheres nuas de cair o queixo, roteiro insípido, tudo isso misturado em um clima meio pastelão que, por incrível que pareça, funciona. A ex-modelo Angie Everhart faz o papel da vampira Lilith, dona do bordel do título, na verdade um grande reduto para um grupo de vampiros. O filme acerta em cheio no elenco, trazendo a participação de gente conhecida dos fãs como Corey Feldman e Chris Sarandon, e ainda escalando para o papel da mocinha a bela Erika Eleniak – na época em evidência por causa do sucesso de &lt;em&gt;Baywatch&lt;/em&gt;. Um filme de humor negro, muitas vezes de mau gosto, porém que não se leva a sério em momento algum e deve agradar em cheio aos fãs do gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/27-Drink-no-Inferno.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-medium wp-image-8279" height="219" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/27-Drink-no-Inferno-225x300.jpg" title="27 - Drink no Inferno" width="165" /&gt;&lt;/a&gt;No mesmo ano, os cinemas foram invadidos por uma surpresa; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0116367/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Um Drink no Inferno&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1996), dirigido por Robert Rodriguez (ainda um ilustre desconhecido em Hollywood), porém estrelada por George Clooney (em ascensão por causa de &lt;em&gt;E.R.&lt;/em&gt;), Harvey Keitel, Quentin Tarantino, Juliette Lewis e a presença estonteante de Salma Hayek como a vampira Satanica Pandemonium (uma homenagem a um filme de mesmo nome de 1975). O filme é um festival de tosquices e gore, porém todos que entram no clima simplesmente adoram a história dos dois criminosos e seus reféns que vão parar no bar errado. O filme foi um sucesso de bilheteria, deu credibilidade a Rodriguez, e gerou duas continuações bem fracas. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0120860/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Um Drink no Inferno 2: Texas Sangrento&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(1999) e &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0120695/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Um Drink no Inferno 3: A Filha do Carrasco&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (199) foram produzidos a toque de caixa direto para o mercado de vídeo e, carentes do bom elenco do original, da mão firme do diretor e do charme, só valem mesmo como mera curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/28-Vampires.bmp" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-full wp-image-8280" height="173" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/28-Vampires.bmp" title="28 - Vampires" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;Um dos mestres do horror também resolveu deixar sua marca no universo dos sanguessugas na década de 90. &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0120877/" target="_blank"&gt;Vampiros de John Carpenter&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;(1998) foi um filme de baixo orçamento que recuperou o investimento a duras penas, porém acabou crescendo com base no boca a boca e tornou-se outro favorito do público. Estrelado pelo canastrão James Woods (incrivelmente à vontade no papel), o longa conta com um dos melhores vampiros dos últimos tempos, o assustador Jan Valek, interpretado por Thomas Ian Griffith. Carpenter imprimiu um ritmo cartunesco numa trama que envolve a Igreja Católica na criação da lenda dos vampiros, criando um filme híbrido, misto de terror, aventura e road story. No elenco, destaque para Daniel Baldwin, Sheryl Lee (lindíssima e vulgarmente sensual no papel de Katrina, a prostituta que vira uma vampira) e de Maximillian Schell.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mesmo ano, a &lt;strong&gt;Marvel Comics&lt;/strong&gt; deu início a trilogia &lt;em&gt;Blade&lt;/em&gt;, com Wesley Snipes no papel principal. Blade é um personagem secundário da linha de terror da editora que chegou até mesmo a gozar de um sucesso mediano nos anos 70, época em que fazia par constante com o Homem-Aranha. Despretensiosamente, em parceria com a &lt;strong&gt;New Line Cinema&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;Marvel Enterprises&lt;/strong&gt; lançou &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0120611/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Blade &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;(1998) sob o comando do especialista em efeitos especiais Stephen Norrington, que queria se firmar como diretor. O filme (muito bom) acabou sendo uma grata surpresa e seu sucesso em todo o mundo não só garantiu que a franquia se tornasse uma trilogia, como também abriu caminho para que a Marvel iniciasse seu império nos cinemas, tanto com filmes próprios, quanto lançados por outros estúdios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A continuação &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0187738/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Blade II&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2002) foi dirigida por Guillermo del Toro e é considerada o melhor exemplar da série. Na trama, o herói precisa se aliar aos vampiros para combater uma nova e perigosíssima raça que se alimenta dos próprios vampiros. Infelizmente, o terceiro exemplar da série fechou muito mal a franquia. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0359013/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Blade: Trinity&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2004) foi dirigido por David S. Goyer e, apesar de contar com as cativantes presenças de Jessica Biel como Abigail Whistler e de Dominic Purcell no papel de Drake (na verdade o próprio Drácula), o filme literalmente naufraga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/29-blade2.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignnone size-full wp-image-8281" height="256" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/29-blade2.jpg" title="29 - blade2" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O personagem ainda ganhou uma sobrevida com a malfadada tentativa de lançar uma série de TV.&lt;em&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0823333/" target="_blank"&gt;Blade: A Série&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (2006) trazia Sticky Fingaz no papel principal e uma lista de coadjuvantes sem relevância. Fingaz não tem 1/10 do carisma de Snipes e a série (bastante fraca) não motivou o público, sendo cancelada após 12 episódios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A virada do milênio trouxe uma reinvenção da lenda que poderia ter sido positiva, porém acabou se revelando apenas uma sucessão de equívocos. Incrivelmente, a produção ganhou alguns fãs e acabou tornando-se uma trilogia. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0219653/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Drácula 2000&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2000) foi dirigido por Patrick Lussier (que anos depois faria a boa refilmagem &lt;em&gt;Dia dos Namorados Macabro&lt;/em&gt;) e trazia um bom elenco apoiado em Christopher Plummer (Van Helsing) e um ainda desconhecido Gerard Butler como Drácula, além da presença de vários astros de séries de TV como Jeri Ryan, Omar Epps, Jonnhy Lee Miller e Jennifer Esposito, porém o fraco roteiro e direção não se sustentam. Na história, dois ladrões acordam inadvertidamente o Conde, que decide ir atrás da filha de Van Helsin, Mary (Justine Wadell).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lussier dirigiu as duas sequências com o apoio de Wes Craven como produtor executivo, porém com orçamento baixo, elenco de segunda (cujo principal destaque é Jason Scott Lee) e diretamente para o mercado de vídeo. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0336325/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Drácula II: Ascenção&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(2003) e &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0303929/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Drácula III: Legado&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2005) fazem menção aos eventos do filme anterior, porém criam toda uma nova mitologia para a história, funcionando mais como produtos independentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2000 também foi o ano de lançamento de um interessante filme feito para a televisão que tinha a intenção de contar a verdadeira história do Conde Vlad, o Impalador. &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0240793/" target="_blank"&gt;Dark Prince: The True Story of Dracula&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;(2000) recebeu boas críticas e tinha até mesmo as presenças ilustres de Peter Weller e do roqueiro Roger Daltrey no elenco, porém sofreu um pouco com a falta de carisma de Rudolf Martin no papel principal. Ainda assim, é uma boa dica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/30-queen-damned-man-lady.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-thumbnail wp-image-8282" height="150" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/30-queen-damned-man-lady-150x150.jpg" title="30 - queen-damned-man-lady" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;O vampiro Lestat voltou às telas na produção &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0238546/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;A Rainha dos Condenados&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2002), que tinha a intenção de transpor de forma mais fiel para o cinema o universo da escritora Anne Rice. O filme, apesar de ser defendido por um pequeno nicho que afirma que ele cumpre sua proposta, sofreu com a péssima direção, ausência de astros e tremenda inadequação da escolha do protagonista, Stuart Townsend, que passa longe do trabalho excepcional que Tom Cruise desenvolveu com seu Lestat. O resultado foi uma bilheteria morna, que por pouco conseguiu pagar o investimento de 35 milhões. Uma nota triste foi a morte prematura da cantora Aaliyah, que fez o papel da vampira Akasha e pretendia lançar sua carreira como atriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/32-Dracula-Pages-from-a-Virgin%E2%80%99s-Diary-.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="size-thumbnail wp-image-8284 alignright" height="150" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/32-Dracula-Pages-from-a-Virgin’s-Diary--150x150.jpg" title="32 - Dracula Pages from a Virgin’s Diary" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;No mesmo ano o Canadá lançou uma pequena obra prima desconhecida da maior parte do grande público. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0293113/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Dracula: Pages from a Virgin’s Diary&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(2002) é um balé que reconta o grande romance de Stoker, dirigido por Guy Maddin (especialista em curtas e documentários) e criado em estilo expressionista. O filme (mudo, exceto pela bela trilha sonora) conta com coreografias impressionantes e embora seja uma gravação, deixa transparecer uma energia que dá a impressão de se estar assistindo uma peça ao vivo. Definitivamente não é para qualquer pessoa (os que não são fãs de dança irão torcer o nariz), mas dou minha recomendação máxima como uma das encenações mais belas da famosa história do Conde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/31-Dracula-Pages-from-a-Virgin%E2%80%99s-Diary-.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-8283 alignnone" height="264" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/31-Dracula-Pages-from-a-Virgin’s-Diary-.jpg" title="31 - Dracula Pages from a Virgin’s Diary" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/33-kate-underworld.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="size-thumbnail wp-image-8285 alignleft" height="135" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/33-kate-underworld-150x150.jpg" title="Underworld: Evolution" width="135" /&gt;&lt;/a&gt;O ano seguinte trouxe de volta as batalhas entre vampiros e lobisomens. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0320691/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Anjos da Noite&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2003) revelou a beleza e o talento da atriz Kate Beckinsale, satisfez os fanáticos por roupas justas de couro, e fez quase 100 milhões de dólares em bilheteria em todo o mundo (nada mal para um filme cujo orçamento era de 22 milhões). O sucesso desencadeou duas sequências, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0401855/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Anjos da Noite: Evolução&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2006), que concluía a história iniciada no primeiro longa e &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0834001/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Anjos da Noite: A Rebelião&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(2009), narrando eventos passados séculos antes dos filmes anteriores, com a bela Rhona Mitra no papel de Sonja e Michael Sheen como Lucian.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/34-Rhona-Mitra.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="size-large wp-image-8286 alignnone" height="300" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/34-Rhona-Mitra-1024x768.jpg" title="34 - Rhona Mitra" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0443527/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;The Hamiltons&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2006) foi outra boa surpresa do gênero. O filme mostra a rotina de uma família recém mudada para um pequena cidade, que tem que lidar com a perda de seus pais. David, o filho mais velho, tenta tomar conta de seus irmãos e suprir suas necessidades, porém há mais por trás dessa família do que dizem os olhos. O longa traz um elenco de jovens desconhecidos, bonitos e talentosos, e apesar de oscilar entre drama e suspense, cumpre com as expectativas e segura a onda até o final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mesmo ano, uma produção sueca conquistou alguns fãs, a comédia de horror &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0454457/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Frostbiten&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(2006), na qual um médico sintetiza uma droga que transforma as pessoas em vampiros. As coisas saem do controle quando muitas pessoas começam a bebê-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma besteirada despretensiosa, mas deliciosa de ser vista é &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0496426/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Gothic Vampires from Hell&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2007), filme feito para o mercado de vídeo. Efeitos sofríveis, atuações péssimas, mortes mal feitas e sangue com cor de groselha barata, mas que irá agradar os fãs de mulheres roqueiras. Destaque para a bela Gina DeVettori, a única que realmente tem algum carisma. Outro telefilme feito sobre o gênero no mesmo ano é &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0918558/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Revamped&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(2007), no qual um executivo se torna um vampiro. Apesar de ser uma grande porcaria, Tane McClure e Christa Campbell estão arrasadoras no papel de Lilith e Lexa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A famosa HQ de Steven Niles chegou as telas naquele mesmo ano, com roteiro do próprio. &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0389722/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;30 Dias de Noite&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2007) tinha um elenco de primeira com Josh Harnett, Melissa George (que tem se especializado em filmes de terror, ela também atuou em &lt;em&gt;Cidade das Sombras&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Horror em Amityville&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Waz&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Turistas&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Triângulo&lt;/em&gt;) e Danny Huston. O filme, dirigido por David Slade, não foi uma unanimidade, porém com o tempo conquistou cada vez mais fãs e hoje costuma ser aceito como uma boa adaptação e filme de horror eficiente. Teve uma continuação execrável feita diretamente para o mercado de vídeo, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1320304/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;30 Dias de Noite 2: Dias Sombrios&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2010), com a bonitinha, porém insípida Kiele Sanchez substituindo Melissa no papel de Stella.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/35-deixe-ela-entrar.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-medium wp-image-8287" height="175" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/35-deixe-ela-entrar-300x175.jpg" title="35 - deixe ela entrar" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;O ano seguinte trouxe uma das melhores produções já feitas na história, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1139797/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Deixe Ela Entrar&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2008), baseado no livro de John Ajvide Lindqvist (que também escreveu o roteiro). Muito mais que um filme de terror, trata-se de uma história existencialista sobre a perda da inocência, as agruras da vida e a necessidade que o ser humano tem de se relecionar com alguém. O filme trata de temas como bulling, homossexualismo, rejeição e mostra de forma crua e realista as dificuldades que a sociedade impõe a pessoas que são diferentes e não se enquadram no quadro social. Uma obra de arte irretocável que teve uma refilmagem norte-americana também muito boa, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1228987/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Deixe-me Entrar&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O gênero não dá sinais de perder o fôlego, principalmente após a chegada de uma certa série adolescente baseada em livros toscos, porém de extremo sucesso. Contudo, para quem busca originalidade, um bom roteiro, atuações impecáveis, o melhor mesmo é conferir &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0433362/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;2019: O Ano da Extinção&lt;/em&gt; &lt;/a&gt;(2009), longa-metragem escrito e dirigido por Peter e Michael Spierig. Eu sei, eu sei, com esse horroroso título brasileiro (o nome original é &lt;em&gt;Daybreakers&lt;/em&gt;) mal dá coragem de chegar pero do DVD, porém este filme é uma grata surpresa. Com um elenco de primeira, Ethan Hawke, Willem Dafoe, Sam Neill e Claudia Karvan, a película conta a história de uma sociedade alternativa futurista em que os vampiros dominaram o mundo e os humanos estão quase extintos – e com eles, toda a comida da nova casta dominante. Uma excelente metáfora para assuntos como preconceito e sustentabilidade, além de ser uma crítica feroz a grandes corporações, este é mais um dos muitos filmes citados neste artigo que merece ser conhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A onda de vampiros varreu novamente a televisão e fez nascer duas séries de bastante sucesso,&lt;em&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0844441/" target="_blank"&gt;True Blood&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (2008-2011), produzida pela HBO e com a presença de Anna Paquin no papel principal, e &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1405406/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Vampire Diaries&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (2009-2011).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/36-True-Blood.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-8288 alignnone" height="400" src="http://pipocaenanquim.com.br/wp-content/uploads/2011/06/36-True-Blood.jpg" title="36 - True Blood" width="298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, se seu filme favorito não está aqui, minhas sinceras desculpas. Mas tenho a ciência que pelo menos meia dúzia de dicas legais você conseguirá extrair. E como indicação final fica o documentário &lt;em&gt;100 Years of Horror: Dracula and His Disciples&lt;/em&gt; (1996), no qual você poderá assistir a entrevistas com um monte de gente que citei aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto enviado por &lt;b&gt;Alexandre Callari&lt;/b&gt;, do&amp;nbsp;&lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/"&gt;Pipoca e Nanquim&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-5338510229714193322?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/5338510229714193322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=5338510229714193322&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/5338510229714193322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/5338510229714193322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/07/os-100-melhores-filmes-de-vampiros-da.html' title='Os 100 Melhores Filmes de Vampiros da História'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-3870209238517433051</id><published>2011-07-05T12:38:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T14:00:02.632-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>O Melhor Jogo da História</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ZXP3QicuzmY/Tg4qmDH9hZI/AAAAAAAAAZ0/6yq6hPVMoLg/s1600/2005-greatest_game_ever_played-1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZXP3QicuzmY/Tg4qmDH9hZI/AAAAAAAAAZ0/6yq6hPVMoLg/s320/2005-greatest_game_ever_played-1.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um filme cuja temática é esportiva possui o viés do condicionamento. Embora os elementos essenciais possam desvincular – ou apenas desviar&amp;nbsp;–&amp;nbsp;essa teoria, a utilização de competições esportivas como meio narrativo protagonista de uma história dramática tendem a concentrar-se num falso conforto clichê. Via de regra, essa utilização acaba funcionando por vias tortas. Este cenário se confirma, dentre outros fatores, à comparação imediata ao drama efusivamente essencial na temática esportiva que, de modo natural, põe na linha de frente sua alegria e seu contágio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O exagero proposto no título de &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O Melhor Jogo da História &lt;/b&gt;(&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;The Greatest Game Ever Played&lt;/i&gt;, 2005) faz transbordar a sensação de emoção. A direção proposta por Bill Paxton tende a uma velha narrativa, com inúmeras características que amarram o longa numa fórmula pronta de Hollywood, e muito disso se explica simplesmente pelo fato de ser produzido pela Disney. Diante disso, espera-se um trabalho extremamente acessível, com uma temática familiar e algumas lições de moral pautadas na superação de seus personagens, fatores que vêm a se confirmar futuramente. Contudo, apesar de apresentar-se tendencioso, surpreende em comoção e demonstra-se uma produção excelente, onde a ambientação ganha destaque.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O Melhor Jogo da História narra a superação de um jovem aspirante ao Golf, e é inspirado em fatos reais. Francis Ouimet (em fase jovem interpretado por Matthew Knight), é de origem pobre, e sonha no esporte a sua maior felicidade. Repreendido pelo pai que julga que o filho deveria concentrar-se somente nos estudos principalmente pela elitização deste esporte, encontra sua primeira grande barreira ainda dentro de casa. Ouimet segue sua caminhada com tropeços e vitórias, mas numa linha constante de desenvolvimento de sua história. Minuto a minuto, o que se observa é um grande conforto narrativo disposto claramente a desdobrar-se num final nada inovador. Embora forçado a concluir sua história como o fato verídico ocorrido no início dos anos 1900, o filme empreende nos elementos construtivos da história a sua tentativa de dramatização à jornada do jovem garoto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A trilha sonora serve como fator revelador desse pensamento, uma vez que utilizada de modo a possibilitar uma maior comoção ao espectador, é clássica ao extremo e não envergonha-se de sua repetida aparição, demonstrando sua clara intenção.&amp;nbsp;Assim, o trabalho não se inibe em cair em mesmices e clichês, e parece dedicar-se somente a tentativa de tornar a história comovente. No entanto, cabe ao pai de Ouimet, Arthur Ouimet (Elias Koteas), dedicar-se a elevar o nível dramático da trama. Diante disso, finalizam-se todos os pontos possíveis para a construção de uma “épica” jornada esportiva que leva como carro-chefe narrativo a superação e a vontade de vencer, temática demasiadamente forçada e capaz de incomodar grande parte da plateia. Com todos os elementos citados, O Melhor Jogo da História releva-se praticamente um filme de autoajuda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ainda no que cabe à trama em si, o jovem rapaz ingressa no U.S. Open e dedica-se a enfrentar os dois maiores nomes do esporte na atualidade. No decorrer de sua trajetória, ingressa em sua vida um menino gordinho, de feição engraçada, com trejeitos desengonçados que possui duas funcionalidades específicas: garantir algumas risadas do público e se tornar o eterno e maior amigo do talentoso golfista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zx02ds4kDfA/Tg4peBQdxHI/AAAAAAAAAZs/V1X1MNfICz4/s1600/greatest_game_ever_played.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-zx02ds4kDfA/Tg4peBQdxHI/AAAAAAAAAZs/V1X1MNfICz4/s400/greatest_game_ever_played.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-G9lr-NZ4jPw/Tg4oJ2NLxXI/AAAAAAAAAZg/wV8ozRGglJo/s1600/greatest-game-ever-played-the-20050830055544667-000.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://2.bp.blogspot.com/-G9lr-NZ4jPw/Tg4oJ2NLxXI/AAAAAAAAAZg/wV8ozRGglJo/s400/greatest-game-ever-played-the-20050830055544667-000.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Com tantos elementos incapazes de dar ao diretor maior liberdade narrativa, O Maior Jogo da História resume-se num trabalho limitadamente bem desenvolvido, onde as poucas possibilidades de sucesso no filme acabaram bem finalizadas. Este fator, no entanto, não é páreo para engrandecer a obra, que se limita nas pré-disposições já mencionadas. Certo de que seu público é existente, o longa direciona-se com muito mais desenvoltura a estes espectadores, mas é profundamente incapaz de cativar quem espera uma obra com algum elemento inovador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Juntar elementos essenciais à um drama não necessariamente condiz com o atingimento automático desse objetivo. Fato é que todas as características visíveis neste filme podem tomar efeito contrário para algumas pessoas, a perceberem-se induzidas à um drama forçado, e principalmente com uma história clichê. Inspirado em um fato real, um garoto pobre, um sonho quase utópico, um pai incompreensível, grandes adversários e uma imensurável vontade de vencer. Com esse objetivo tão específico, não é irônico mencionar que esqueceram-se somente de finalizá-lo com "We Are The Champions".&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Minha avaliação: 7/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Acomodado.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-3870209238517433051?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/3870209238517433051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=3870209238517433051&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/3870209238517433051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/3870209238517433051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/07/o-melhor-jogo-da-historia.html' title='O Melhor Jogo da História'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ZXP3QicuzmY/Tg4qmDH9hZI/AAAAAAAAAZ0/6yq6hPVMoLg/s72-c/2005-greatest_game_ever_played-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-2216079365306928527</id><published>2011-06-28T10:50:00.000-07:00</published><updated>2011-06-28T10:58:57.306-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Rio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fjrBsWAYjKI/TgoTrfZJHiI/AAAAAAAAAZI/9Tmjk1Bzi8I/s1600/capa-rio.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-fjrBsWAYjKI/TgoTrfZJHiI/AAAAAAAAAZI/9Tmjk1Bzi8I/s320/capa-rio.jpg" width="202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sim, o filme &lt;b&gt;Rio&lt;/b&gt; (Rio, 2011) é coerente à realidade que se observa na cidade brasileira. Neste desinteressante trabalho de animação, não há muitos elogios a fazer. É óbvia e notória a linguagem infantil adotada no longa, bem como seu superficialíssimo roteiro que caracterizam uma tentativa de se direcionar a um público de, no máximo, 10 anos de idade. Um filme definir seu público-alvo é peça-chave para a estratégia obter sucesso, mas mesmo assim cabe avaliá-lo. Rio não é o tipo de filme que merece as maiores desaprovações, ainda que óbvio e previsível, certamente consegue encher os olhos da meninada. Mesmo que sua história não passe de um protagonista bonitinho e engraçadinho, que se mete em altas aventuras na &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;cidade maravilhosa&lt;/i&gt; para se desdobrar no batido final de felizes para sempre, esse blábláblá é facilmente deixado de lado, quando assistido por aqueles olhinhos inocentes e felizes na frente da TV com um Cheetos ao lado. E isso é tudo que ele pode mostrar de bom.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Contudo e entretanto&lt;/i&gt;, não é só a criançada que gosta de animação, isso é fato. E é aí que ele ganha suas unhadas. Ainda que seja um prato cheio para a discussão de como o estereótipo da cidade do Rio de Janeiro foi trabalhado na animação, fato é que não foge muito disso. A imagem de uma cidade é construída por quem vive nela, e soa muito contraditório se o seu povo pratica seus costumes e festeja a seu modo o ano todo, se vende como um produto de felicidade, que goza de carisma e natureza paradisíaca, para ver-se retratada com realismo e considerar-se ofendida por tais referências.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nem cabe explicar a forma como a imagem da cidade do Rio de Janeiro é vendida. Isso seria chover no molhado. Mas as características principais estão lá, e elevadas ao terceiro grau: O Maracanã, a maravilhosa-bunda-brasileira-na-praia-de-biquíni, Copacabana lotada, o Corcovado, o Cristo Redentor, o Carnaval e seu desfile, o samba como trilha sonora, a favela, o Pão de Açúcar, o menininho negro e pobre com a camisa 10 da Seleção, toda a população parada para assistir Brasil &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;versus&lt;/i&gt; Argentina na televisão e as araras, tucanos e macacos soltos pela cidade dividindo espaço com o povo. Ãhn, macacos?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É, pega mal a parte dos macacos, suas participações são absolutamente desnecessárias. Mesmo que também não existam araras e tucanos soltos na cidade do Rio com a abundância que ali se observa, estas aves encaixam-se no contexto da história envolvendo as duas araras-azuis protagonistas. Todas as outras fortes características apresentadas do Rio relevam-se, mais a fundo, uma alternativa de entreter os gringos com uma cidade que eles não estão acostumados a ver nos filmes, e que já se cansaram das referências de Nova York e Estátua da Liberdade. Assim, para os mais desavisados, reclamar que o filme “mente” ao retratar toda a cidade somente pelos seus pontos-turísticos e dizendo que a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Cidade Maravilhosa&lt;/i&gt; é muito mais que isso (algo parecido que os brasileiros costumam dizer de si mesmos), não pensem que Paris se resume a Torre Eiffel e Arco do Triunfo, nem mesmo que a Itália é o Coliseu e a Torre de Pizza e Londres é a Tower Bridge e o Big Ben.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O gênero da animação possui a vantagem de revelar-se exagerado e impossível sem ser levado muito em consideração, afinal como todo mundo pensa, animar é tornar livre o pensamento e a possibilidade de imaginar as coisas com o exagero que, em geral, gostaríamos que fosse verdadeiro. Nesse sentido, muita coisa do longa acaba sendo relevada e acaba por não se levar muito a sério, principalmente o roteiro e a história, já que a única coisa que se vende ali é o entretenimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Agora, não vou mentir que depois de facilmente perceber a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;vibe&lt;/i&gt; do filme, ele tomou ar de comédia. Comédia mesmo, do tipo humor-negro. Mas não é essa a intenção do filme. Para você, mais crescidinho e que não curte a maioria das características brasilianas e é firme em sua opinião, não gostando de Carnaval nem em sua época e nem fora dela, Rio, no final, provavelmente te surpreenderá e o fará rir de maneira que nem mesmo ele quis fazer. Será a sua única salvação, rir de si mesmo – ou de seus conterrâneos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SUNGA1fuGL4/TgoUGWtVyOI/AAAAAAAAAZU/foSX62ByoI0/s1600/rio-movie-wallpaper_15.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-yuWSVgISE3I/TgoTsJVv8CI/AAAAAAAAAZQ/enPVsfAxtCE/s1600/rio-movie-characters.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="http://2.bp.blogspot.com/-yuWSVgISE3I/TgoTsJVv8CI/AAAAAAAAAZQ/enPVsfAxtCE/s400/rio-movie-characters.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SUNGA1fuGL4/TgoUGWtVyOI/AAAAAAAAAZU/foSX62ByoI0/s1600/rio-movie-wallpaper_15.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="170" src="http://2.bp.blogspot.com/-SUNGA1fuGL4/TgoUGWtVyOI/AAAAAAAAAZU/foSX62ByoI0/s400/rio-movie-wallpaper_15.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SUNGA1fuGL4/TgoUGWtVyOI/AAAAAAAAAZU/foSX62ByoI0/s1600/rio-movie-wallpaper_15.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nos quesitos técnicos de animação, o trabalho do diretor brasileiro Carlos Saldanha (que foi codiretor de A Era do Gelo e Robôs), não inova nem foge da qualidade percebida nas animações atuais. De longe não é uma animação “a lá Pixar”, mas é um fator que certamente passa batido, tanto pelos produtores quando pelo público. E no quesito realismo da trama, o fato do filme ter sido feito em sua versão original dublado em inglês, sendo que se passa quase todo no Brasil (alguns singelos diálogos são falados em português-brasileiro), é também facilmente explicado, e se deve a dois fatores importantes: O filme se passa no Brasil e é dirigido por um brasileiro, mas é uma produção americana e, com isso, eles fazem o filme do jeito que querem e o que não querem é ler legendas, muito menos as crianças.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por último e, dessa vez, menos importante, a história: Blu é uma arara azul macho que vive no Minnesota, EUA, e acha que é a última da sua espécie. Descobre que existe outra arara azul fêmea no Rio de Janeiro, é trazida ao Brasil para a procriação de sua espécie, e passam por várias dificuldades até chegarem a seu objetivo final. Mas não se iluda a esperar um final diferente, pois assim como a maioria das coisas no Brasil, tudo termina em samba. E se você não gosta de todo esse estereótipo brasileiro, ele vai te incomodar. Ah, vai. Muito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Minha avaliação: 5/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Infantil.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-2216079365306928527?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/2216079365306928527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=2216079365306928527&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/2216079365306928527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/2216079365306928527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/06/rio.html' title='Rio'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-fjrBsWAYjKI/TgoTrfZJHiI/AAAAAAAAAZI/9Tmjk1Bzi8I/s72-c/capa-rio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-2903966287619958638</id><published>2011-06-18T22:49:00.000-07:00</published><updated>2011-06-18T22:52:51.324-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Namorados Para Sempre</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QqKZcQlRZk0/Tf2IbmNrJJI/AAAAAAAAAY4/O2WTxAwpRag/s1600/blue-valentine-movie-poster.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-QqKZcQlRZk0/Tf2IbmNrJJI/AAAAAAAAAY4/O2WTxAwpRag/s320/blue-valentine-movie-poster.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Amor e ódio, início e fim. Entre os extremos se encaixam os por quês. Torna-se difícil aceitar a negação do direito de amar quando o sentimento ainda floresce. A história que dispõe-se a travestir-se de um excelente drama acaba por revelar um romance encantador. Sua preciosidade é presente devido à vasta quantidade de virtudes e grandes acertos na sua montagem, fatores não-corriqueiros que elevam-no à condição de filme para cinéfilo, passando longe de ser um programinha-pipoca-para-pombinhos-apaixonados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;[Início do parágrafo obrigatório explicativo]&lt;/i&gt; A situação é demasiado explícita, mas cabe explicar. &lt;b&gt;Namorados Para Sempre&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Blue Valentine&lt;/i&gt;, 2010) é um grande "pega-ratão". Com um título mais doce que açúcar, um slogan mais pegajoso que chiclete e lançado no dia dos namorados, pequenas não devem ter sido as frustrações de muitos casais ao ver o filme. Porém, é um engano certeiro, se é que se pode afirmar.&amp;nbsp;&lt;i&gt;[Fim do parágrafo obrigatório explicativo]&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Concentrado em abordar com honestidade a realidade da maioria dos romances, sua trama sustenta-se na transposição do início de uma relação até seu término. A narrativa não linear, que alterna entre passado e presente, engrandece e alterna os sentimentos de dor e paz. Seu passado, obviamente, consiste em apresentar a origem da relação, revelando-se cativante e envolvente na história de amor entre Dean (Ryan Gosllng), o mesmo que fez outro grandioso romance, Diário de Uma Paixão (&lt;i&gt;The Notebook&lt;/i&gt;, 2003) e Cindy (Michelle Williams). Aliás, grande virtude se dá à sua narrativa ser apresentada de forma a misturar os momentos dessa história, criando um sentimento de dúvidas frequentes com respostas imediatas, além de uma posição comparativa entre os dois momentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A escolha e intenção do roteirista e diretor Derek Gianfrance é narrar a queda de um romance devido à seus atos. Ao fim, não se engana quem entende que, de fato, os fins podem justificar os meios. Nos minutos introdutórios, a feição alegre de Dean brincando com aquela que futuramente seria apresentada como sua fillha não-biológica e o desgosto demasiado inserido nos olhos de Cindy, revelam o resultado e os interesses finais dessa história. Cindy, contudo, só apresenta seu primeiro sorriso à Bobby (Mike Vogel), que seria um dos pontos de desentendimento da relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O longa sobressai-se aos demais filmes do gênero devido à uma característica simples: retratar um romance com uma carga de sentimentos coerente, pautada numa história com nexo e capaz de não revelar antecipadamente o seu desfecho. Muito bem construída, a história demonstra-se simples, retratando e fidelizando-se à realidade de um casal comum, com seus altos e baixos, tristezas, decepções e emoções, &amp;nbsp;mas compreendendo na importância de cada cena, a necessidade de transcender as telas e emocionar o espectador. Nesse sentido, Namorados Para Sempre busca retratar o dia-a-dia do casal com uma narrativa que alterna entre passado e presente. Nestes dois momentos, apresenta-se as razões pela qual o romance se desbota, confunde-se e se perde no tempo, incapaz de manter a paixão e o interesse do início do relacionamento. Dentre outros exemplos, cabe ao cotidiano a tarefa de revelar-se o maior problema do jovem casal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paixão, felicidade, planos, amor, destino, acomodação, incerteza, incompreensão, desmotivação, negação, passado e realidade. A relação constitui-se em sentimentos e emoções, e demarcam a linha evolutiva ou não da história que transpõe uma alternância excessiva de razões que justificam o seu destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gpQsjirvuEM/Tf2IYJqXuiI/AAAAAAAAAYw/ZuNHgACSmqU/s1600/15518.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-gpQsjirvuEM/Tf2IYJqXuiI/AAAAAAAAAYw/ZuNHgACSmqU/s400/15518.jpeg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-0Fui1sTlMgY/Tf2IatDJIeI/AAAAAAAAAY0/qVeK41hfCbQ/s1600/bluevalentine5222.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://2.bp.blogspot.com/-0Fui1sTlMgY/Tf2IatDJIeI/AAAAAAAAAY0/qVeK41hfCbQ/s400/bluevalentine5222.jpg" style="cursor: move;" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Para Dean e Cindy, cabe retratar a penalização de um sentimento de culpa. Sem maiores vilões, seus semelhantes anseios enfraquecem-se na força generalizada da desesperança que os consumiu. As forças cessam e nem mesmo o "quarto do futuro" emerge algum sentimento adormecido. É a constatação do dia-a-dia que os demonstra a nova realidade, e descobrem-se incapazes de atingir maior felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, sua qualificação romântica não coincide com uma oportunidade de acompanhar um filme "água com açúcar", do tipo que muito serve para amaciar o coração dos mais brutos. Compreende-se, no entanto, como sendo um longa pesado, com altíssimo nível de carga emocional, mas, ainda, com um interesse tão verdadeiro quanto cruel de narrar e quebrar o estereótipo de uma boa quantidade de longas que qualificam-se românticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Minha avaliação: 9/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Dramático.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-2903966287619958638?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/2903966287619958638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=2903966287619958638&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/2903966287619958638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/2903966287619958638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/06/namorados-para-sempre.html' title='Namorados Para Sempre'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-QqKZcQlRZk0/Tf2IbmNrJJI/AAAAAAAAAY4/O2WTxAwpRag/s72-c/blue-valentine-movie-poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-288524777978195301</id><published>2011-06-15T23:31:00.000-07:00</published><updated>2011-06-22T23:14:36.214-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Paul</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DETIDAeE3m8/Tfmhdycb1PI/AAAAAAAAAYk/t3plp3X_RfA/s1600/paul_2011_movie_review_simon_pegg_nick_frost_gret_motolla_aliens_ufo_et.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-DETIDAeE3m8/Tfmhdycb1PI/AAAAAAAAAYk/t3plp3X_RfA/s320/paul_2011_movie_review_simon_pegg_nick_frost_gret_motolla_aliens_ufo_et.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Paul&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Paul&lt;/i&gt;, 2011) é uma agradável surpresa. O longa surpreende numa constante e inalterada qualidade que cativa e prende o espectador do início ao fim. Curiosamente, podemos considerar que a baixa expectativa pelo seu resultado deve ser responsável por boa parte da aceitação do público. Ao seu término, Paul certamente não deve agradar à massa, ser uma unanimidade ou, nem mesmo, um novo hiper-sucesso. Porém, sua qualidade visível deve receber os devidos méritos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Centrado em alguns gêneros, o longa segue direcionando seu foco com grande carga de comédia. É nela que concentram-se os melhores momentos do longa. Além do humor, há uma pitada de ficção científica e uma direção mais concentrada à ação nos minutos finais. Ciente de suas limitações, Paul sobressai-se na narrativa simples, de extrema fácil compreensão, resultando num trabalho bem degustável. Mas a idade de seu público é bem definida, já que há algumas cenas de humor muito específicas, com sacadas e sátiras voltadas exclusivamente para o mundo jovem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A existência do ser alienígena como protagonista (ou, ao menos, personagem central), certamente, é o que pode causar mais incômodo. O trabalho de animação e arte realizado no personagem Paul demonstra características não atuais, parece um trabalho de, no máximo, anos 2000. Contudo, a produção em geral do longa não deixa em nada a desejar. Aliás, considera-se como outra surpresa, pois denota um investimento e uma aposta alta de que o trabalho desse retorno. Cenas de explosão, por exemplo, resumem-se em agradável qualidade. Outro fator negativo caracteriza-se na atuação de Simon Pegg e Nick Frost, pois em nenhum momento agregam humor às cenas que, por si só, já caracterizam-se engraçadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas Paul não parece mesmo disposto à ser politicamente correto e animado à agradar à todos. É um ser descontraído e engraçado, que carrega em sátiras comparativas ao que já sabemos (ou não) sobre alienígenas. As situações controversas, neste sentido, dão um humor diferente, mais espontâneo, e, em alguns momentos, bem inesperado. Uma situação que seria bem descartável são os repetidos desmaios a que os personagens respondem quando percebem o extra-terrestre. Para um filme de comédia com a intenção de um humor mais verdadeiro, obviamente as repetidas cenas são incômodas. No resto, o longa garante &amp;nbsp;sua qualidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4R45E1hxmeQ/Tfmhj-XF9XI/AAAAAAAAAYs/74Lv4WDTxSw/s1600/paul11.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="220" src="http://3.bp.blogspot.com/-4R45E1hxmeQ/Tfmhj-XF9XI/AAAAAAAAAYs/74Lv4WDTxSw/s400/paul11.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-29228UT6lB0/TfmhhrBHDaI/AAAAAAAAAYo/4JHtLXBe-R0/s1600/paul10.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://2.bp.blogspot.com/-29228UT6lB0/TfmhhrBHDaI/AAAAAAAAAYo/4JHtLXBe-R0/s400/paul10.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra característica interessante do longa é compará-lo, devido à semelhança, com algumas outras boas comédias recentes. Para quem apreciou filmes como Todo Mundo Quase Morto (&lt;i&gt;Shaun of the Dead&lt;/i&gt;, 2004), Chumbo Grosso (&lt;i&gt;Hot Fuzz&lt;/i&gt;, 2007) e Zumbilândia (&lt;i&gt;Zombieland&lt;/i&gt;, 2009), Paul pode ser o caminho para mais uma grata sessão. Com um humor displicente e com boas sátiras, a ligação com a "realidade" fornece inúmeras cenas interessantes. O seu direcionamento ao público jovem, como já mencionado, é explícito, haja vista a trama em que ele está centrado. Graemme Willy e Clive Gollings são dois nerds ingleses, vão ao evento da Comic-Con e, ocasionalmente, encontram o alienígena numa auto-estrada. Resolvem levar o ser extra-terrestre consigo e fugindo da polícia, que os procura. Dessa forma, o filme pega a estrada para conduzir praticamente todos os seus momentos no furgão dos jovens nerds.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acerta quem imagina que o filme é "tolo", afinal, não é nenhum humor profundo, mas engana-se quem o considera descartável. Paul é um filme capaz de fazer seu público desconsiderar seus defeitos e apegar-se muito mais à suas virtudes, conquista facilmente cada expectador, e mostra-se disposto à apresentar um humor de qualidade. Assim, a expectativa facilmente se inverte, tornando-se esperança de se apreciar boas cenas ao decorrer do filme.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Minha avaliação: 8/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Satírico.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-288524777978195301?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/288524777978195301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=288524777978195301&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/288524777978195301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/288524777978195301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/06/paul.html' title='Paul'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-DETIDAeE3m8/Tfmhdycb1PI/AAAAAAAAAYk/t3plp3X_RfA/s72-c/paul_2011_movie_review_simon_pegg_nick_frost_gret_motolla_aliens_ufo_et.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-1783277909673913372</id><published>2011-06-08T23:56:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T00:03:14.775-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ABmN74kRPt0/TfBuN-izEYI/AAAAAAAAAYY/6LVh147hvfk/s1600/Viajo+Porque+Preciso%252C+Volto+Porque+Te+Amo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-ABmN74kRPt0/TfBuN-izEYI/AAAAAAAAAYY/6LVh147hvfk/s320/Viajo+Porque+Preciso%252C+Volto+Porque+Te+Amo.jpg" width="217" /&gt;&lt;/a&gt;A solidão é a única companhia. É do título emprestado de parachoque de caminhão que se extrai o espírito empreendido na viagem documental e sentimental do cidadão-protagonista. A facilidade de classificar e rotular a simplicidade do longa traduz a clareza com que ele tende a se comunicar com o espectador. Pouco degustável, o longa aceita sua condição de apostador, e joga suas fichas no sentimentalismo da única história linear contada pelo único personagem existente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A narração em &lt;i&gt;off&lt;/i&gt; escancara mais uma evidência da generalização deste ato. Sem dar nome ao personagem e exibir sequer por um momento a sua imagem, fica clara a intenção a rotulação sobre a condição apresentada no drama estrada afora. A partir deste fácil entendimento, aceita-se este protagonista como um exemplar a que se insere a sua história de vida. Os convites insistentes em acompanhar a melancolia e isolamento daquele que possivelmente não é um caminhoneiro, torna excessiva a utilização de pontos que desnorteiam a história do longa, e por vezes a dispersão opta por agir. A utilização pontual de câmera na mão é a concretização da tentativa de se personalizar e garantir um tom de realismo total, por mais que a utilização desta câmera nos induza sempre a imaginá-la na mão de alguém, representando seus olhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais que um &lt;i&gt;road-movie&lt;/i&gt;, a tática pé na estrada apresentada acaba por evidenciar a tristeza e a dor da obrigação de tal personagem a se distanciar de quem ama. Ele deixa-se interpretar, por exemplo, como uma visão realista e documental da vida dos viajantes e caminhoneiros. Ao apresentar-se quase como uma homenagem aos caminhoneiros, com óbvia trilha sonora selecionada neste sentido, tem-se o veredito de que sua intenção por vezes não é esclarecida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao que cabe ao personagem, sua trajetória narrativamente dramática e insatisfeita demonstra a desilusão sobre a distância de seu amor. Nada é animador, nem o percurso obrigatório a fim de trabalho nem a sua experiência vivida no interior do nordeste brasileiro. Este amor por vezes excessivo é substituído na única possibilidade interpretativa no longa. Das primeiras contagens de dias e horas para o retorno para casa, restou o descaso com o interesse inicial. A vontade muda, a necessidade faz do protagonista um exemplo de seu erro. A traição toma a vez para retratar a necessidade de companhia do rapaz, mesmo que emergencialmente explicada por ele: "&lt;i&gt;Viajo porque preciso, não volto porque te amo&lt;/i&gt;''. A artificialidade toma frente para representar os seus sentimentos, tudo aquilo que o tempo desbota a cor, onde sua vida perde a graça e não parece passar de gotas de orvalho artificiais em&amp;nbsp;pétalas&amp;nbsp;de flores de plástico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SM8J6kYwGr8/TfBuOUazJ8I/AAAAAAAAAYc/MVWZHSCKGpU/s1600/viajo+porque+preciso...+04-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="197" src="http://2.bp.blogspot.com/-SM8J6kYwGr8/TfBuOUazJ8I/AAAAAAAAAYc/MVWZHSCKGpU/s400/viajo+porque+preciso...+04-2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hTTzy6zGtgw/TfBuPvucwvI/AAAAAAAAAYg/4H2zs0-JRJo/s1600/viajo-porque-preciso-volto-porque-te-amo-10.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://4.bp.blogspot.com/-hTTzy6zGtgw/TfBuPvucwvI/AAAAAAAAAYg/4H2zs0-JRJo/s400/viajo-porque-preciso-volto-porque-te-amo-10.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O documentário-drama dirigido por Karim Ainouz e Marcelo Gomes em 2007 de fato tem seus defeitos como um filme convencional. Sua orientação condiz com a simples ideia e evidente escassez de recursos para a realização. Contudo, não justifica. Seria demasiado interesse buscar qualidades excepcionais num trabalho que não resume eficiência. Essa vontade de representar a vida no ardor diário de um geólogo inconsciente de seus prazeres não parece borbulhar em convencimentos. Nessa tentativa de dialogar com o expectador, nem sempre parece haver vontade de se prestar atenção na história que quer contar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Minha avaliação: 5/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Melancólico.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-1783277909673913372?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/1783277909673913372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=1783277909673913372&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/1783277909673913372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/1783277909673913372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/06/viajo-porque-preciso-volto-porque-te.html' title='Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ABmN74kRPt0/TfBuN-izEYI/AAAAAAAAAYY/6LVh147hvfk/s72-c/Viajo+Porque+Preciso%252C+Volto+Porque+Te+Amo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-3673021940173702552</id><published>2011-06-06T11:47:00.000-07:00</published><updated>2011-06-08T08:22:46.631-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>O Cheiro do Ralo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Qu-eX6ky80s/Te0gTur4EEI/AAAAAAAAAYU/3c2gJ-xhHHs/s1600/poster.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-Qu-eX6ky80s/Te0gTur4EEI/AAAAAAAAAYU/3c2gJ-xhHHs/s320/poster.jpg" width="212" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É extensa a lista de filmes que tornam-se grandes sucessos mas, por pouco, quase nem saem do papel. Em meio à obrigação de retorno do investimento de cada obra, a incerteza sobre a realização de um trabalho e sua produção sofrem muitos questionamentos sobre a garantia de cobrir o orçamento dos investidores. Por isso, nem sempre é fácil apostar e investir numa obra a qual o seu público não está bem definido, ou ainda não é significativamente grande.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Star Wars é o maior exemplo da discrepância entre o que se imagina antes de sua realização e o que se concretiza ao término dela. Entre tantos exemplos que se pode oferecer, &lt;b&gt;O Cheiro do Ralo&lt;/b&gt; (2006) também encaixa-se neste aspecto. Pautado num roteiro pouco convencional e focado numa comédia de nicho, este trabalho de Heitor Dhalia quase não acontece. Não se surpreende quem vê o filme e sabe que ali foi depositada grande coragem dos produtores, roteiristas e de seu diretor. Seu orçamento baixíssimo coopera para a coragem em acreditar que há público interessado neste tipo de humor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como um filme brasileiro, não é surpresa afirmar que o investimento é nada significativo, mas O Cheiro do Ralo consegue ter muito menos investimento. Tanto que a mobília, decoração e objetos utilizados para as filmagens não chegaram a ser comprados, são ítens particulares dos produtores da obra. Não se pode esperar uma beleza visual, filmagens inovadoras e grande trabalho de arte. Não se pode esperar nem grande trabalho de figurino. Tudo é cru, é verdadeiramente original. Quase uma filmagem documental e caseira de uma história que se passa num contexto suburbano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A aposta se dá no personagem criado para a arriscada e boa interpretação de Selton Mello. É seu persongagem, Lourenço, que comanda todas as cenas do filme. As situações &lt;i&gt;non-sense&lt;/i&gt; são extremamente recorrentes, e é nelas que se espera a identificação do espectador. Não há nenhum humor-gratuito, estão marcados na personalidade deste cara que nem sabe o que quer mostrar. Lourenço é um cara comum, mas misterioso. Acompanhamos o cotidiano deste rapaz, que vive de compra e venda de quinquilharias. Ele atende seus clientes na intenção de extraí-los a melhor condição financeira possível. Quer sugá-los. Em geral, estão sempre em necessidades urgentes de dinheiro e é este o trunfo que Lourenço aposta para barganhar seu lucro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O cheiro do ralo se insere na história como uma apologia à situação destrutiva de cada cliente atendido, ao qual Lourenço também se veria posteriormente. Ele possui um banheiro com problema no ralo, que exala um odor insuportável, mas se vê incapaz de solucionar o problema. Sua vida sem amigos, sem parentes, de desleixo total e sem foco, se perde totalmente quando ele se apaixona por uma bunda. Na concepção de Lourenço, é a perfeição. Com dinheiro no bolso, se dispõe a pagar pra ver a bunda, para tocá-la. Se perde totalmente e consegue fazer de sua vida uma verdadeira merda. Vai para casa, volta ao trabalho, explora seus clientes e vai à lanchonete conversar com a dona da bunda. Não há nada mais que isso, é uma vida rotineira e sem sonho.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-t6I-FgNR0ZY/Te0gQ8waHsI/AAAAAAAAAYI/7gCbTsGeHpU/s1600/cheirodoralo_01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://1.bp.blogspot.com/-t6I-FgNR0ZY/Te0gQ8waHsI/AAAAAAAAAYI/7gCbTsGeHpU/s400/cheirodoralo_01.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-YePU8JYPffE/Te0gRyhqwtI/AAAAAAAAAYM/n2DgmmXdMz4/s1600/O+cheiro+do+Ralo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://4.bp.blogspot.com/-YePU8JYPffE/Te0gRyhqwtI/AAAAAAAAAYM/n2DgmmXdMz4/s400/O+cheiro+do+Ralo.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sua condição de favorecimento financeiro e total exploração muda aos poucos. Seu controle e domínio se perdem. Os clientes, ao qual eram grandes motivos de piada, revertem a situação e fazem-no perder o favorecimento e o controle sobre as negociações. Lourenço vive de três motivações: a vontade de rir e ironizar a condição de vida precária de cada cliente, o desejo de comprar uma bunda e a necessidade de inalar o cheiro do ralo de seu banheiro. É neurótico extremado. Possui prazeres controversos, que gozam de comédia quando nos são apresentados. Atender os clientes e negociar com eles passa a ser um grande prazer também ao espectador.&amp;nbsp;Num jogo de interesses, tudo tem o seu valor. Os vícios retratados em cena são uma boa visão da sociedade que se mostra interessada e disposta a tudo. E muito disso se mostra no filme. Há quem venda a roupa e a dignidade por droga, há quem venda uma bunda e há quem queira comprá-la, há quem se vicie no cheiro fedorento de um esgoto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme é um amontoado de situações controversas e politicamente incorretas, analisadas de maneira cômica e demonstrada da forma como a sociedade não considera certa mas mesmo assim a pratica. Dispõe desta comédia &lt;i&gt;non-sense&lt;/i&gt; muito bem trabalhada e inspirada mas certamente possui grandes críticas internas intrínsecas aos seus personagens. Neuróticos, viciados e drogrados, pessoas que vivem na periferia do politicamente correto, e que nesta situação demonstram um pouco do que somos. Lourenço é satisfeito e feliz à sua maneira, vive na merda e deposita no cheiro do ralo a sua felicidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #3c3d3f; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000;"&gt;&lt;b style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;i style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Minha avaliação: 7/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;i style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Definindo-o em uma palavra: Non-sense.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-3673021940173702552?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/3673021940173702552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=3673021940173702552&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/3673021940173702552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/3673021940173702552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/06/o-cheiro-do-ralo.html' title='O Cheiro do Ralo'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Qu-eX6ky80s/Te0gTur4EEI/AAAAAAAAAYU/3c2gJ-xhHHs/s72-c/poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-8857680024682897384</id><published>2011-05-18T16:33:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:47:03.092-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Pânico na Neve</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-UwerQ0JwJdY/TdRTYoGZtTI/AAAAAAAAASU/qgt9Pfziwx0/s1600/P%25C3%25A2nico-na-Neve-%25E2%2580%2593-DVDRip.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-UwerQ0JwJdY/TdRTYoGZtTI/AAAAAAAAASU/qgt9Pfziwx0/s320/P%25C3%25A2nico-na-Neve-%25E2%2580%2593-DVDRip.jpg" width="218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há filmes que se assiste em 5 minutos. E não são os melhores. O único público capaz de se comover com filmes cujo roteiro pauta-se unicamente num estilo e roteiro ultrapassado, óbvio e superficial, são os marinheiros de primeira viagem. Para quem já assistiu à uma pequena gama de filmes distintos e variados, seja no gênero ou na forma da abordagem de seu conteúdo, certamente este longa passa longe de ser recomendado. Algumas explicações emergenciais são tomadas como uma tentativa de autojustificativa, aquelas que, no fundo, tentamos encontrar de modo intuitivo para racionalizar e amenizar o que nossos olhos não desejavam ver.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Pânico na Neve&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Frozen&lt;/i&gt;, 2010) dá, antes de tudo, uma boa deixa não proposital daquilo que pode se imaginar sobre ele. Dentre tantos Pânicos-alguma-coisa que se pode perceber principalmente do fim dos anos 90 para cá, este é somente mais do mesmo. Mais uma vez a auto explicação toma a frente para adiantar de modo cômodo toda a essência de um filme. Aliado ao título mal traduzido (o que culpa unicamente os tradutores), a capa do filme com um teleférico parado no escuro não parece tentar esconder a razão da história que para alguém deseja contar. &amp;nbsp;Contudo, essa mesma chamada inocente da capa e do título que afasta aqueles que já se cansaram de mesmice, é utilizada de modo inverso para encontrar o público a quem ela realmente tenta se dirigir. É, há também quem goste de ver o mesmo filme contado de maneiras diferentes. A verdade é que, principalmente depois do surgimento de filmes de &lt;i&gt;serial-killers&lt;/i&gt; da última década, que construía seu roteiro em um assassino psicopata que perseguia e tentava matar jovens-bonitinhos-muito-radicais-cheios-de-energia-e-curtição, percebe-se um novo subgênero mesclando e variando principalmente entre o drama, o suspense e o terror. A exemplo, encontra-se Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado, Pânico, Pânico na Floresta, Pânico em Alto Mar, Pânico no Deserto, O Buraco, A Trilha e Turistas, todos conexos entre si.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Estes são os que se podem chamar de “filmes de acontecimento”. Investem pouquíssimo na profundidade dos personagens e na introdução à história, o que, invariavelmente, deixa o espectador disperso e incapaz de se identificar com alguma coisa. Além disso, utiliza-se de atores desconhecidos, capazes de cobrir o orçamento que geralmente é sempre abaixo da média. Este não é, obviamente, um tipo de filme que jamais dará certo novamente, como a série Pânico conseguiu fazer, mas a ineficiência em explorar o estilo marca negativamente a experiência dos cinéfilos e acabam rotulando este subgênero. Dessa forma, a exemplo de tantas comédias românticas e filmes de terror mal explorados, justifica-se, de certa forma, o preconceito que alguns demonstram sobre estes longas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Diante destes aspectos negativos, Pânico na Neve encaixa-se perfeitamente nas descrições negativas a respeito da construção de sua história e, diante disso, é grande merecedor de severas alfinetadas. Totalmente previsível, dá “deixas” óbvias dos acontecimentos cruciais: os três amigos não avisam ninguém que irão à uma estação de esqui; na primeira subida, o teleférico para; na segunda, eles são os últimos à subir antes de encerrar as atividades da estação, que seguiria parada por mais cinco dias. Essas experiências frustrantes dão-se na previsibilidade dos fatos, na grande capacidade que um filme totalmente autoexplicativo dá aos espectadores de anteverem-se à cada cena e serem capaz de afirmar, com a certeza de um veterano, o que se vê pela primeira vez. Ao trancarem-se sozinhos no alto do teleférico, o pânico imediato surge e é seguido pelos gritos desesperados em busca de ajuda que resumem arrependimento. Como tudo acaba caindo na obviedade, sabe-se que tudo se seguirá na monotonia, com pequenos acontecimentos dispersos a fim de dar um andamento para o problema dos jovens. Por fim, após as situações piorarem de maneira trágica, abre-se espaço para pequenos desencontros entre aqueles que ainda não sofreram algo e uma reconciliação imediata, contando histórias do passado e planejando seus futuros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-XomC8c8JRzY/TdRULK-k5aI/AAAAAAAAASc/SxSBgCphPVE/s1600/61715325856143770008.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="170" src="http://2.bp.blogspot.com/-XomC8c8JRzY/TdRULK-k5aI/AAAAAAAAASc/SxSBgCphPVE/s400/61715325856143770008.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-uwM1dPHCTKE/TdRUKIoIFaI/AAAAAAAAASY/sfJ7FmnjJRs/s1600/49775697070169976736.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="170" src="http://3.bp.blogspot.com/-uwM1dPHCTKE/TdRUKIoIFaI/AAAAAAAAASY/sfJ7FmnjJRs/s400/49775697070169976736.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na tentativa de comparar roteiros que constroem estes “filmes de acontecimento”, pode-se exemplificar o clássico Tubarão (&lt;i&gt;Jaws&lt;/i&gt;, 1975), onde a história passava longe do mar, mas mesmo assim atendia – e muito – ao suspense, transpondo suas cenas essenciais na hora exata do longa, após a condução correta do espectador para o desfecho da história e mostrando o temido animal em raríssimas cenas, porém oportunas. Assim, outros filmes como Encurralado (&lt;i&gt;Duel&lt;/i&gt;, 1971), primeiro longa de Steven Spielberg, e o mais recente 127 Horas (&lt;i&gt;127 hours&lt;/i&gt;, 2010), são exemplos interessantes de histórias construídas num único acontecimento e são muito bem conduzidas. No primeiro, acompanha-se a trajetória de um psicopata numa autoestrada e, no segundo, a adaptação de uma história verídica de um rapaz que prendeu-se sozinho num canyon americano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tudo não seria, de fato, tão desagradável, se a intenção original não se mostrasse motivada a construir a história de modo iniciante, com justificativas tolas para tudo. No fim, é mais do mesmo, onde tudo acabará destruído, principalmente a vontade de voltar a ver o filme novamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #aabbcc; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: Verdana,Arial,sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 4/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; font-family: Verdana,Arial,sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Monótono.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-8857680024682897384?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/8857680024682897384/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=8857680024682897384&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/8857680024682897384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/8857680024682897384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/05/panico-na-neve.html' title='Pânico na Neve'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-UwerQ0JwJdY/TdRTYoGZtTI/AAAAAAAAASU/qgt9Pfziwx0/s72-c/P%25C3%25A2nico-na-Neve-%25E2%2580%2593-DVDRip.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-7801879274526383546</id><published>2011-05-18T08:41:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:31:08.950-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Três Homens Em Conflito</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hNKvMnmEToA/TcwosLuby7I/AAAAAAAAASE/HrWJBCXP8ys/s1600/Tr%25C3%25AAs+Homens+em+Conflito.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hNKvMnmEToA/TcwosLuby7I/AAAAAAAAASE/HrWJBCXP8ys/s1600/Tr%25C3%25AAs+Homens+em+Conflito.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-hNKvMnmEToA/TcwosLuby7I/AAAAAAAAASE/HrWJBCXP8ys/s320/Tr%25C3%25AAs+Homens+em+Conflito.jpg" width="206" /&gt;&lt;/a&gt;Os elogios realmente fazem sentido. É altamente satisfatória a sensação de deparar-se com um trabalho que se percebe diferenciado, e faz jus à sua fama de clássico. É o sentimento pós-filme de estranheza, de mudança e de uma tímida e interna felicidade que nos permite julgar este longa com os adjetivos que, por um momento, nem parecem existir. Tamanho elogio não condiz com perfeição, porém há uma necessidade de elevá-lo à um patamar de diferenciação, junto à algumas obras que fizeram por merecer a recorrente lembrança por seus inúmeros motivos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sergio Leone foi um diretor italiano de poucos e grandiosos filmes. Não é exagerado, portanto, tamanho reconhecimento pelo cinema que deixou em seu período de atividade. Com maior relevância, destaca-se, além desta obra, Era Uma Vez no Oeste (&lt;i&gt;&lt;span class="title-extra"&gt;C'era una volta il West&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, 1968), Por uns Dólares a Mais (&lt;i&gt;&lt;span class="title-extra"&gt;Per qualche dollaro in più&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, 1965) e Meu Nome É Ninguém (&lt;span class="title-extra"&gt;&lt;i&gt;Il mio nome è Nessuno&lt;/i&gt;, 1973), como trabalhos notáveis do gênero &lt;i&gt;western&lt;/i&gt;, ao qual era recorrente a sua atuação. Era Uma Vez na América (&lt;i&gt;Once Upon a Time in America&lt;/i&gt;, 1984) foi o único trabalho grandioso não-&lt;i&gt;western&lt;/i&gt;, centrando sua trama num contexto policial, de crimes e máfias.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="title-extra"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="title-extra"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="title-extra"&gt;Na obra em destaque, &lt;b&gt;Três Homens em Conflito&lt;/b&gt; (&lt;/span&gt;&lt;span class="title-extra"&gt;&lt;i&gt;Il buono, il brutto, il cattivo&lt;/i&gt;, 1966) também marca um ator de gênero. Clint Eastwood lança-se nesta obra como um ínoce, uma representação direta da imagem que transpiram os fora-da-lei, a qual sustenta até hoje (AKA Chuck Norris). Envolvendo estes grandiosos do cinema, há, ainda, a composição que Ennio Morricone realiza unicamente para este trabalho, assim como fez com outros longas de Leone e também em obras mais recentes, como Os Intocáveis (&lt;i&gt;The Untouchables&lt;/i&gt;, 1987) e Bastardos Inglórios (&lt;i&gt;Inglorious Basterds&lt;/i&gt;, 2009). Perfeitamente adequada, a trilha sonora composta por músicas como &lt;i&gt;Ecstasy Of Gold&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;The Sundown, The Desert, Marcia, The Story Of a Soldier&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;The Ugly Main&lt;/i&gt;, tanspõe o clima de disputa, de ódio e de vingança que os pistoleiros se inserem. Com todas as marcas do gêneros cultivadas, Três Homens em Conflito, torna-se, desde então, a obra clássica dos filmes da turma de pistoleiros. Filmado praticamente todo na Espanha (com somente algumas pequenas cenas na Itália), a fotografia é bem realizada e mostra o clima desértico, de calor insuportável, assim como a maquiagem, principalmente em cenas de queimadura facial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="title-extra"&gt;Tratando-se da trama, que além do &lt;i&gt;western&lt;/i&gt; central insiste consistentemente na comédia, destacam-se as grandiosas cenas sem diálogo. Leone investe em jogos de cena bem realizados para mostrar justamente as emoções mais afloridas dos personagens envolvidos em disputa e dominados por ódio e ganância. Com cortes rápidos e &lt;i&gt;zoom&lt;/i&gt; olho-a-olho, é quase impossível não se envolver na batalha. A troca de olhares frios entre eles tenta transmitir a segurança que eles fingem possuir, e assemelham-se até com jogadas de pôker. São estas as primeiras e últimas cenas utilizadas pelo diretor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zSLFoyd6ho4/TcwpCqBLuCI/AAAAAAAAASQ/E5jdciwMEak/s1600/3.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="166" src="http://2.bp.blogspot.com/-zSLFoyd6ho4/TcwpCqBLuCI/AAAAAAAAASQ/E5jdciwMEak/s400/3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="title-extra"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="title-extra"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-eMtiXtXfQd4/Tcwo6mfpgUI/AAAAAAAAASI/61biOaWm7Lg/s1600/1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="168" src="http://1.bp.blogspot.com/-eMtiXtXfQd4/Tcwo6mfpgUI/AAAAAAAAASI/61biOaWm7Lg/s400/1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XtRzf1d5pdo/Tcwo_AzKJ9I/AAAAAAAAASM/t6gz77geIzc/s1600/2.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="168" src="http://4.bp.blogspot.com/-XtRzf1d5pdo/Tcwo_AzKJ9I/AAAAAAAAASM/t6gz77geIzc/s400/2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zSLFoyd6ho4/TcwpCqBLuCI/AAAAAAAAASQ/E5jdciwMEak/s1600/3.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="title-extra"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="title-extra"&gt;O Bom, o Mau e o Feio a que o título se refere são uma analogia ao comportamento de cada um dos três personagens centrais da trama. Vivendo de modo muito arriscado para o sustento que conseguem, Loirinho, o bom (Clint Eastwood), Angel Eyes, o mau (Lee Van Cleef) e Tuco, o feio (Eli Wallach) descobrem a existência de uma cova num cemitério que contém 200 mil dólares perto de onde ocorre a guerra civil americana. Isto é o estopim para eles começarem a corrida do ouro. Entretanto, a interdependência que eles possuem causa uma situação controversa: o bom sabe onde fica a cova, e o feio, o cemitério. Num jogo de faz-de-conta, fingem-se ser confiáveis, amigos e capazes de dividir o tesouro, mas sabem que, no fundo, é cada um por si. As grandes interpretações cômidas de Tuco durante grande parte do filme com um humor espontâneo e não-gratuito garantem o sucesso de muitas cenas, a destacar-se as do deserto e da guerra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="title-extra"&gt;Como um bom faroeste, há de haver um grandioso duelo final. Este desfecho resume com honestidade àquilo que se apresentou dos três pistoleiros. O Bom escreve o nome da cova numa pedra e eles iniciam a grandiosa cena final. Não é surpresa afirmar, contudo, que aquele que for melhor e matar os demais, ficará com o ouro. Ao fim, algumas situações são lembradas em decorrêcia das posturas antiéticas que tiveram durante as suas trajetórias. O longa fecha com chave de ouro (sem piadinha) a jornada que traduz em 180 minutos a busca incessante e cega por dinheiro de três homens que odeiam-se entre si, e querem que a recompensa venha também em ver o inimigo tombar ao chão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 10/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Épico.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-7801879274526383546?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/7801879274526383546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=7801879274526383546&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/7801879274526383546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/7801879274526383546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/05/tres-homens-em-conflito.html' title='Três Homens Em Conflito'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-hNKvMnmEToA/TcwosLuby7I/AAAAAAAAASE/HrWJBCXP8ys/s72-c/Tr%25C3%25AAs+Homens+em+Conflito.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-4613336272116661982</id><published>2011-04-05T13:19:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:22:05.831-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>A Vida É Bela</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-f7LgJyD95Ok/TZtvUbNtGWI/AAAAAAAAAOM/yEF3cV-r9jc/s1600/Lavitaebella.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-f7LgJyD95Ok/TZtvUbNtGWI/AAAAAAAAAOM/yEF3cV-r9jc/s320/Lavitaebella.jpg" width="224" /&gt;&lt;/a&gt;Existe uma máxima na psicologia que diz que a resposta para todas as perguntas sempre pode ser "depende". Ou seja, sobretudo, desconsidera a própria certeza quanto à essa afirmação. Contudo, a afirmação aparentemente tão imponente do título de &lt;b&gt;A Vida é Bela&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;La Vita È Bella&lt;/i&gt;, 1997), soa interpretativa ao término de seus 110 minutos. O longa abre oportunidade para diversas análises, diversas interpretações, sobretudo no espírito humano que ele empreende. É uma oportuna e grande visão otimista da vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas engana-se quem pensa que o filme sustenta-se na visão angelical de seu título. Dotado de grande genialidade e inspiração, Roberto Benigni dirige e estrela este longa que marcou época e arrecadou inúmeros prêmios no ano de seu lançamento, inclusive de melhor filme estrangeiro no Oscar; e reforça a imagem de grandes diretores e longa-metragens que a história da filmografia italiana não deixa mentir. Visivelmente dividido em dois momentos, A Vida É Bela transcorre a simples vida de Guido (Benigni), um rapaz cheio de energia que transpira felicidade e simpatia ao mudar-se para a cidade. Sua capacidade de interpretar todas as situações mais banais do cotidiano de maneira tão sorridente chega a ser exagerada, mas salva-se na magia, na sinceridade daqueles sorrisos orelha-a-orelha que não deixam o clima dramático ser &lt;i&gt;piegas&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este é um tipo de filme que nos consome lentamente sem nos pedir licença, que nos influencia a cada minuto, nos conquistando com uma capacidade exageradamente impossível, até retornarmos à realidade e perceber que aquele nosso tímido sorriso se deixou escapar o tempo todo. Nesses convites à felicidade, à alegria, ao otimismo, Benigni dirigi-se sem nenhuma inocência sobre aquilo que deseja propor. A ingratidão da vida é um tema recorrente mas não explícito. A capacidade da interpretação à dramática história de um pai exaustivamente amável é presente. Essa sutil diferença é o que fará o espectador considerar a obra como mais um drama impossível ou identificá-lo como uma triste e recorrente realidade daquilo que tanto quem assiste quanto aquele que nos faz companhia numa grata sessão de cinema alimenta a cada dia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os sorrisos sinceros dão lugar à apreensão. Guido é um judeu, e, não-surpreendentemente, sofrerá intensa repreensão nazista por sua origem. Alguns pontos importantes devem ser observados com maior atenção. Nós, espectadores, somos inconscientemente "obrigados" a perceber aquele cidadão em sua essência, numa verdade indiscutível de um rapaz que escolheu a felicidade para comandar seu cotidiano. Vemo-os ao natural, sem julgamentos ou distinções. Não há possibilidade para a interpretação dos atos daquele personagem até tomarmos consciência do que Guido viria a nos apresentar. Assim, o segundo momento do filme explica muitos pontos e tantas divergências com o primeiro momento, que sustenta-se basicamente no cotidiano do rapaz e sua migração para a cidade até encontrar a pessoa que decide se casar, Dora (Nicoletta Braschi), uma não-judia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O segundo ponto do filme apresenta Giosué (Giorgio Cantarini), filho do casal. Giosué, é, na verdade, a representação da inocência e da capacidade de pureza do espírito humano, se analisarmos com mais profundidade. Benigni mais uma vez utiliza de grande capacidade interpretativa para propor ao espectador uma análise inconsciente da situação e do drama pai-e-filho que perdura por mais de quarenta minutos. A beleza-título do filme se reapresenta com muito mais intensidade e profundidade na face sincera deste pequeno menino condenado à pagar por aquilo que não fez, e mostrar aos adultos aquilo que deveriam ser. É uma beleza indescritível. O amor é a beleza que se esconde atrás de uma relação inesperada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Num campo de concentração todos imaginam o que pode acontecer. Todos aqueles que detém suas mentes deturpadas e vacinadas pela triste noção do mal, seja qual for a finalidade de qualquer intenção de guerra. Essa capacidade de destruição e rejeição à outra raça, à outra etnia ou grupo religioso inexiste para o pequeno garoto. É irônico, mas se assistimos o filme e sabemos da possível finalidade da história, sabemos que perdemos a virgindade de nossa mente pura e sã, e invejar alguém que está a beira da morte mas não&amp;nbsp; tem consciência do fato é, no mínimo, controverso. É isso que mais choca.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-XueDyfaj0gA/TcIUwBm8ceI/AAAAAAAAAOQ/Hbk1yuwrX-o/s1600/vita8.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="215" src="http://1.bp.blogspot.com/-XueDyfaj0gA/TcIUwBm8ceI/AAAAAAAAAOQ/Hbk1yuwrX-o/s400/vita8.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-E_s0_wBigGk/TcIU96hGg-I/AAAAAAAAAOU/ORRC0XUULac/s1600/vita10.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="215" src="http://1.bp.blogspot.com/-E_s0_wBigGk/TcIU96hGg-I/AAAAAAAAAOU/ORRC0XUULac/s400/vita10.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filmes tem a vantagem de inventar/criar uma situação hipotética para representar com maior ênfase aquilo que a vida real por alguns momentos não consegue demonstrar; e este longa parece saber utilizar essa vantagem a seu favor. A consciência da morte para Guido é real, já para Giosué se passa como uma suspeita. O jogo irreal criado pelo pai para tornar o restante da vida de seu filho tão puro e inocente quanto o resto de sua recente vida preenche todas as lacunas de um intenso drama, que mistura temperos de irrealidade para representar uma realidade distorcida. Ao descobrirmos essa verdade, a nossa vida deixa de ser bela.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo se desenrola para um final aberto, daqueles que faz o espectador torcer para o bem daqueles personagens que há pouco mais de uma hora nos convenceram que era exagerada tamanha condenação. Mas a opção do término disso tudo é coerente à vida, e mais valerá ao espectador aprender com a dor da realidade do que maqueá-lo com uma beleza inexistente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 10/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Triste.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-4613336272116661982?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/4613336272116661982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=4613336272116661982&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4613336272116661982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4613336272116661982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/04/vida-e-bela.html' title='A Vida É Bela'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-f7LgJyD95Ok/TZtvUbNtGWI/AAAAAAAAAOM/yEF3cV-r9jc/s72-c/Lavitaebella.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-2301795675514973417</id><published>2011-03-07T05:39:00.000-08:00</published><updated>2011-11-04T07:01:10.917-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Edukators - Os Educadores</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-k1goHsF0iN0/TXTh9pfIvpI/AAAAAAAAAOI/e5QOktVH1ZQ/s1600/educadores-poster.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh3.googleusercontent.com/-k1goHsF0iN0/TXTh9pfIvpI/AAAAAAAAAOI/e5QOktVH1ZQ/s320/educadores-poster.jpg" width="217" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Em tempos de falta de atitude, a sociedade parece aceitar-se como derrotada dela mesma no jogo de regras falhas que tentara criar para sua própria organização coletiva. Ao mesmo tempo que as imagens mostram uma atitude reacionária, idealista e revolucionária, monta-se um paralelo para despertar e criar ponto-a-ponto o cenário oposto, marcado por inúmeros casos que denotam a falta de atitude, a prisão, o medo e a aceitação sobre a perda, a consciência concreta de uma impotência auto-imposta. Na intensa profundidade e ousadia de&lt;b&gt; Edukators, Os Educadores&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Die Fetten Jahre Sind Vorbei&lt;/i&gt;, 2004), um longa independente alemão, a competência deste jogo de cenas é tamanha que os momentos memoráveis tornam-se incontáveis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A narrativa sustenta-se em diversos pontos de releitura sobre a atitude do homem em seu contexto social de organização contemporâneo, e põe o homem como causador de suas mazelas, das agonias e tristezas causadas pela sua falta de organização. Essa ousadia em contar e relembrar a história recente do homem obriga ao diretor Hans Weingartner atender à algumas ligeiras obrigações em seu roteiro. Suas necessidades não partem, porém, do interesse de relembrar nenhum fato da história de luta, guerra ou batalhas de qualquer origem, sejam trabalhistas, políticas, estudantis, ou qualquer outra, mas da obrigação de "por à mesa" algumas perguntas cruciais que botam em xeque o pensamento do próprio espectador. Junto à contradição e ao arriscado interesse final dessa história, todas as situações que parecem confusas, dúbias e interpretativas, resumem, ao fundo, a própria insegurança de cada espectador sobre a certeza se as atitudes apresentadas são corretas, morais, éticas e legais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Certo é, obviamente, entender este longa como uma leitura à ele mesmo em meio à sociedade que o assiste, ou seja, sua história e sua mensagem partem em busca de um ideal, de um interesse em mexer com a massa, de rever pensamentos, e, consequentemente, atitudes de todos aqueles que mostram-se aceitos pela estrutura de organização social que, certamente, não condiz com justiça. Assim, pode-se definir como fator motivador deste filme, justamente a justiça/injustiça social e, para isso, ele adota uma atitude controversa no intuito de chocar aqueles que estão insatisfatoria e inconscientemente aceitos e sem poder de mudança sobre a sociedade. Na trama, Jan (Daniel Brül) e Peter (Stipe Erceg) são dois amigos que possuem um ideal, que refletem sobre o modo de organização da sociedade atual e buscam demonstrar suas visões através do choque e do espanto. Eles querem que seus "alvos" tenham, acima de tudo, a capacidade de conscientizar-se sobre o favorecimento que a política capitalista lhes dá. Jan e Peter cruzam um paralelo sobre o que seria justiça ou, melhor dizendo, o que não seria justiça financeiramente saudável quando se analisa a rentabilidade que o capital favorece a alguns e desfavorece a outros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jan e Peter são Os Educadores, um grupo formado para provocar espanto e insegurança social aos ricos. Eles entram em mansões e buscam deixar uma mensagem. Bagunçam os móveis, mas não quebram nada nem roubam, apenas registram sua passagem. Antes de sair, deixam um bilhete, geralmente com a mensagem "vocês tem dinheiro demais". É provocativo. Muito provocativo. Dentre suas bem-sucessidas invasões, uma, porém, lhes renderia uma situação não esperada. Ao invadir a mansão de um magnata para praticar seus atos, Peter e Jule (Julia Jentsch), a namorada de Jan, são pegos em flagrante pelo dono, e, não sabendo de prontidão qual atitude tomar, decidem sequestrar o cara para uma casa no campo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lá se desenvolverão todas as situações mais profundas do longa. Jan, Peter, Jule e Hardenberg, a vítima (nesse ato), terão conversas pacíficas sobre as atitudes idealistas dos rapazes, suas mensagens, seus interesses e suas visões sobre aquilo que os motiva. O homem cria sua estrutura social, mas na visão destes, o modelo deixa de ser democrático para sustentar-se numa ditadura capitalista. Para Hardenberg, ele apenas usufrui e "joga o jogo" da sociedade, faz valer as regras que ele não criou. Essas dúvidas são de todos, e o grupo tem consciência da sua dúvida, afinal, &lt;i&gt;"culpado é quem cria a arma ou quem puxa o gatilho?"&lt;/i&gt;. Assim, lentamente se constroi conscientemente uma situação de incoerência e egoísmo. Essa sensação individualista apresenta-se influente nas atitudes instintivas de ambos os personagens. O egoísmo, na verdade, propõe que o homem busca, de modo basicamente instintivo, a atender primariamente a seus interesses de conforto, não à provocar sofrimento aos demais. Por fim, o que se lê das atitudes é uma sensação puramente individualista de tudo e de ambas as partes. É onde o longa chega em seu ápice interpretativo, nossas atitudes e buscas por justiças sociais são, primeiramente, uma atitude individualista de interesse de justiça social. Ninguém procura mais o bem do outro do que o próprio, e quando isso não se alcança, regressamos em nossos instintos e contentamo-nos no prazer individualista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-K5pLBatywJ8/TcIWJY63HxI/AAAAAAAAAOY/6czJ3ZlOX-A/s1600/edukators-2004-07-g.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="262" src="http://3.bp.blogspot.com/-K5pLBatywJ8/TcIWJY63HxI/AAAAAAAAAOY/6czJ3ZlOX-A/s400/edukators-2004-07-g.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xTjDtqwH6j8/TcIWMbtAjHI/AAAAAAAAAOc/uo7wP9nPqpQ/s1600/08.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://2.bp.blogspot.com/-xTjDtqwH6j8/TcIWMbtAjHI/AAAAAAAAAOc/uo7wP9nPqpQ/s400/08.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As trocas de informações entre o executivo refém e o grupo reacionário rende, ainda, uma surpresa por parte dos dois. À medida que se conhecem e conversam, percebem os por quês de suas atitudes diferenciadas e, mesmo não concordando com a prática, entendem seus ideais e respeitam as diferenças. Mesmo que inconscientemente, forma-se uma estrutura interessante para tentar justificar a situação. O executivo é apresentado como um ex-revolucionário, que atualmente não desfruta de seu vigor e força em prol de causas sociais. Já os rapazes são jovens com energia, incomodados com as percepções incorretas sobre a sociedade e cheios de vontade de mudar. Essas divergências são interessantes pois, além de tudo, a perceptível diferença de idade entre ambos parece querer responder algumas perguntas. Hardenberg já não tem mais ideologias para aventurar-se nessa mudança, e, como se diz, &lt;i&gt;"algumas pessoas nunca mudam"&lt;/i&gt;. Já era previsto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O homem tende a entrar nesse ciclo vicioso de insatisfação com o sistema, sua juventude reacionária é barrada pela comodidade e falta de esperança dos mais velhos, que funcionam como evento paralisador da mudança. Parece que tudo é apenas uma questão de tempo, esperando apenas as forças cessarem para iniciar-se mais uma rotina viciosa a alimentar o sistema que se autodestroi, e quando as forças individuais não se sobressaem às coletivas, é tempo de parar, de aceitar a ineficiência e começar a jornada individual na busca de uma falsa satisfação solitária.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 10/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Idealista.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-2301795675514973417?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/2301795675514973417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=2301795675514973417&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/2301795675514973417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/2301795675514973417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/03/edukators-os-edukadores.html' title='Edukators - Os Educadores'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-k1goHsF0iN0/TXTh9pfIvpI/AAAAAAAAAOI/e5QOktVH1ZQ/s72-c/educadores-poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-8560174364510816548</id><published>2011-02-16T10:59:00.000-08:00</published><updated>2011-05-26T17:22:34.055-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Os Intocáveis</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-o9txWMsANns/TVwke-GuHjI/AAAAAAAAAN8/o2f22icvq6Y/s1600/c82f043639c9b4116c8dcb4390293de6.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-o9txWMsANns/TVwke-GuHjI/AAAAAAAAAN8/o2f22icvq6Y/s320/c82f043639c9b4116c8dcb4390293de6.jpg" width="219" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Nh8zlvI8tO4/TVweTbTKc5I/AAAAAAAAAN4/D-CIz9_axMg/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"É tanta violência". Eliot Ness (Kevin Costner) remediaria suas próprias atitudes com um pouco de dolo a si próprio. O agente&amp;nbsp; federal contratado para combater a máfia instalada na cidade de Chicago não tinha a noção exata da missão que marcaria não somente a sua vida, mas uma época. Seu desafio era enfrentar o poderoso mafioso Al Capone,&amp;nbsp; vivido por - adivinha quem? - Robert De Niro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nada mais propício para um filme que almeja marcar época e ganhar visibilidade do que contratar aquele que, indiscutivelmente, é "a cara da máfia". Conhecido por incontáveis papéis no gênero (O Poderoso Chefão, Cabo do Medo, O Despertar de Um Homem, Coração Satânico, entre outros), De Niro transpira todas as características possíveis para fazer de Al Capone (e qualquer outro que seja) um verdadeiro chefe do crime; rabujento, nojento, irônico, cômico, egocêntrico e imoral são algumas das qualidades que podemos perceber neste papel que retrata o lendário chefe do crime na época da Lei Seca, na década de 30, nos Estados Unidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste que é considerado um dos melhores trabalhos do grande diretor Brian de Palma - mas que há muito também não produz grandes coisas -, testemunha-se um típico filme policial, com todas as marcas necessárias para torná-lo grandioso. Sua trilha sonora marca o longa, segurando e aumentando a tensão nos bons momentos de perseguição, que também marcam presença. Todos os ingredientes estão lá, a apresentação do mocinho "cabelo lambido" e bom caráter (o que marca o título de &lt;b&gt;Os Intocáveis&lt;/b&gt; - T&lt;i&gt;he Untouchables, 1987&lt;/i&gt;), e toda a canastrice já mencionada para fazer do vilão tão presente e importante quanto o protagonista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O roteiro, em geral, não apresenta grande novidade, e parece sempre tentar pisar em solos seguros para contar a história. Porém, a qualidade, como por muitas vezes, é degustar do grande envolvimento que o longa possui para seu desfecho. Para filmes de máfia, claro, há de se esperar um tribunal, julgando e duelando as forças entre o bem e o mal, assim como as classificações daqueles que formam os distintos e controversos grupos e tantas cenas de tiroteio que marcam as engraçadas e nada descartáveis trilhas de bang-bang. "Piumm-Piummm". É clichêzão mas é bom, e seu envolvimento é obrigatório e automático.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Interessante é perceber, também, a forma como a construção de caráter se dá entre os personagens duelistas. Eliot Ness, cheio de valores e boas intenções, nos é apresentado em diversas cenas com a esposa e a filha, além de apreciar uma grande consideração e preocupação com as outras. Na sua profissão, Ness é quase um "peixe fora d'água", seus interesses são contrastados com um universo dominado pelo mal, pela má administração do Estado e principalmente pelo completo domínio da cidade, corrompendo até a polícia e praticamente anulando as possibilidades de derrubá-los. Não se parece mesmo encontrar alternativas para salvar aquela Chicago que "fede", como diria seu comparsa Malone (Sean Conery), apresentado como&amp;nbsp; um agente veterano honesto. Este duelo travado por Ness para combater o crime de bebidas lhe renderia, certamente, o peso da perda. Ele perde um a um seus aliados, percebe a força de Capone e seus comandados e, sabe, sua reputação de intocável seria o preço que pagaria para honrar seu objetivo. As divergências são tantas entre as intenções do agente federal Eliot e a realidade da cidade comandada por Capone, que, no fim, o filme poderia se resumir à uma bela homenagem ao bem, com uma visão muito otimista de um Estado quase irrecuperável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lpIcs8uAN_8/TcLN4ipnffI/AAAAAAAAAOg/xQqrLbI5fnU/s1600/the_untouchables.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://2.bp.blogspot.com/-lpIcs8uAN_8/TcLN4ipnffI/AAAAAAAAAOg/xQqrLbI5fnU/s400/the_untouchables.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zl0EI67nEqA/TcLN60G3qFI/AAAAAAAAAOk/KxE5eh7wBrU/s1600/untouchablest.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://1.bp.blogspot.com/-zl0EI67nEqA/TcLN60G3qFI/AAAAAAAAAOk/KxE5eh7wBrU/s400/untouchablest.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;As marcas do gênero western em alguns momentos estão presentes. E estas cenas, em especial a primeira batalha contra Al Capone, é belíssima e muito bem executada. Em um único ponto, ainda se pode notar do que o suspense pode nos apresentar. Poderia ser uma cena qualquer, mas a tragédia que marca o fim de Malone é para ser revista, assim como aquela cena do bebê na estação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As características que marcam este trabalho de De Palma constroem ponto a ponto um grande trabalho, que se ausenta da dificuldade de sua interpretação. É envolvente, simples e consciente de seus objetivos. Não caracteriza-se por reviravoltas e, em algumas cenas, se percebe até uma certa obviedade, mas guarda para seu término um desfecho fiel à postura de Capone e seu envolvimento com o Estado, mas não foge da linha de tudo aquilo que fora apresentado sem alterações ao longo do filme, e isto é mais do que um elogio à qualificação de seu término, assim como toda a obra que certamente merece ser retirada da estante mais de uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 10/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0px;"&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Seguro.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #b6d7a8;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-8560174364510816548?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/8560174364510816548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=8560174364510816548&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/8560174364510816548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/8560174364510816548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2011/02/os-intocaveis.html' title='Os Intocáveis'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-o9txWMsANns/TVwke-GuHjI/AAAAAAAAAN8/o2f22icvq6Y/s72-c/c82f043639c9b4116c8dcb4390293de6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-5542426880433406673</id><published>2010-12-27T10:36:00.000-08:00</published><updated>2011-05-26T17:22:52.423-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Enterrado Vivo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TRjcUAiTqpI/AAAAAAAAANw/XtSQVP4_UgU/s1600/Download-Enterrado-Vivo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TRjcUAiTqpI/AAAAAAAAANw/XtSQVP4_UgU/s320/Download-Enterrado-Vivo.jpg" width="228" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E da originalidade, parou só na originalidade. A premissa que parece chamar o público para o filme faz refém o próprio trabalho na sua ausência de uma direção mais envolvente. Este trabalho do iniciante diretor espanhol Rodrigo Cortés, deixa dividida a plateia que pode considerá-lo interessante e aqueles que insistem em ver que o longa não responde à todas as expectativas. De trailers iniciais com teasers realmente chamativos, &lt;b&gt;Enterrado Vivo &lt;/b&gt;(&lt;i&gt;Buried&lt;/i&gt;, 2010) parou na sua primeira ideia. Analiticamente, percebe-se que a direção enterra-se junto neste caixão, e limita-se na criatividade de encontrar alternativas de qualidade para a obra. É como se fosse realmente uma iniciação, em que a vontade de fazer os primeiros trabalhos fazem surgir uma grande ideia inicial, mas a falta de bagagem e experiência geralmente o faz não conseguir segurar a qualidade durante todo o tempo - ou parte dele - para garantir uma eficiência importante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que serve de chamativo importante no longa é a capacidade de identificação dos espectadores com a situação do protagonista Paul Conroy (Ryan Reynolds). Na ideia em que todos basicamente não desejam a ideia da morte, a agonia de manter-se vivo na situação de um cadáver torna-se algo angustiante. Para os que não se deixam convencer com ideias iniciais, é fácil imaginar que aquela situação dificilmente será somente o que parece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A semelhança e identificação com jogos de "escape" é fácil para quem se percebe atento, e isso pode ser um ponto tanto positivo quanto negativo. Positivo pois essa situação realmente provoca o espectador a participar da situação, tentando achar saídas válidas para o caso, (primeiro ele tem um isqueiro, depois um celular, depois uma lanterna, um bilhete, e assim por diante). O lado negativo disso tudo é perceber que isso não basta para tornar o roteiro envolvente e inteligente nas conexões de ideias. Para um filme ser cativante espera-se mais ousadia e menos monotonia (embora seja entendida nesse caso) para realmente alçá-lo como um bom trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adiante se percebe a situação apresentada para o rapaz. Descrito como um mero caminhoneiro de produtos alimentícios para soldados americanos no Iraque, ele se imagina inocente e logo se descobre numa armadilha, devendo apresentar "5 milhões de dinheiro" a um terrorista, que faz questão de o insultar como soldado americano responsável pelas tragédias sua e de seu país, como o 11 de setembro, tudo com o único meio de comunicação: um celular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rhWsI4MwkZ0/TcLPtwP7UGI/AAAAAAAAAOs/hD32DJLMrds/s1600/2010_buried_004.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://3.bp.blogspot.com/-rhWsI4MwkZ0/TcLPtwP7UGI/AAAAAAAAAOs/hD32DJLMrds/s400/2010_buried_004.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5kleCuYzyiI/TcLPuzvS2QI/AAAAAAAAAOw/APB6Ib-4DYc/s1600/buried-pic-3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-5kleCuYzyiI/TcLPuzvS2QI/AAAAAAAAAOw/APB6Ib-4DYc/s400/buried-pic-3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mas essas situações estão em segundo plano, claro que deveria se ter uma explicação para o rapaz ser enterrado vivo. O que importa, mesmo, é mantê-lo dentro daquele caixote o filme todo, testando e apresentando essa situação aos espectadores. Esse é o grande ponto-falho do filme. Aliado a isso, a atuação do único ator da trama que se passa inteiramente num único ambiente, também não convence por completo. No fim, é um daqueles típicos filmes que faz as pessoas interagirem na busca de ver quem sabe melhor a resposta do enigma. E a comparação com Jogos Mortais, por exemplo, não é de todo descartada, mas o "jogo" não é por diversão, nunca mostra isso. Mais vale compará-lo a obras como "Por um fio" e "Mar Aberto", pela semelhança nas agonias de seus protagonistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse suspense claustrofóbico, porém, não se passa por ruim, embora as características negativas percebidas. É um longa que, se o interesse principal era manter o público ligado na situação, ele consegue; contudo, não convence por completo. Situações como "Por quê ele não faz isso?" e "Por quê ele não fez aquilo?" são inevitáveis, mas, no fundo, nada realmente parece nos fazer imaginar que este trabalho será lembrado por uma qualidade diferenciada e aguçada, quando muito, somente por uma lembrança, do tipo: "Lembra aquele filme do cara que fica enterrado vivo tentando fugir?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 7/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;div style="margin: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Claustrofóbico.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-5542426880433406673?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/5542426880433406673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=5542426880433406673&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/5542426880433406673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/5542426880433406673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2010/12/enterrado-vivo.html' title='Enterrado Vivo'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TRjcUAiTqpI/AAAAAAAAANw/XtSQVP4_UgU/s72-c/Download-Enterrado-Vivo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-6090291603259516524</id><published>2010-11-07T08:27:00.000-08:00</published><updated>2011-08-17T22:09:11.366-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Náufrago</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TNbSNWIHUDI/AAAAAAAAANk/42Kl5GFNr3g/s1600/naufrago-poster012.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TNbSNWIHUDI/AAAAAAAAANk/42Kl5GFNr3g/s320/naufrago-poster012.jpg" width="211" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A natureza é a mesma que te mantém e que te destroi. Tudo depende das circunstâncias. &lt;b&gt;Náufrago&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Cast Away,&amp;nbsp;&lt;/i&gt;2000) dirigido pelo excelente Robert Zemeckis (Forrest Gump, De Volta Para o Futuro, Uma Cilada Para Roger Rabbit), é um filme que, sobretudo, propõe nas entrelinhas uma profunda reflexão sobre o desenvolvimento humano diante da natureza. Mesmo que esse não seja, talvez, o principal interesse do filme, (e acho muito difícil) é o que mais se destaca. Essa natureza mencionada é, digamos, a vilã da história, em dois aspectos pontuais deste trabalho. Mesmo sendo a natureza algo único, inseparável, imutável, ela é abordada no quesito da origem da fauna e flora com a intervenção do homem e, por outro lado, também é interpretada no quesito humano. O elo e a profundidade destas duas abordagens vividas dramaticamente por Chuck Noland (Tom Hanks) fará o longa ganhar sentido em sua história e também ganhar nexo com algo além, que, no caso, é a representação da trama num contexto globalizado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Num primeiro ponto, a observar, pode-se fazer uma interpretação direta do longa com aquilo que o foco da história propõe: mostrar como nos comportamos diante das situações cômodas e incômodas, tanto física quanto mentalmente. Nesse sentido, equipará-lo à Pirâmide de Maslow (Abraham Maslow) não seria um absurdo, longe disso. Esta teoria parte da premissa que para o homem atingir seu estado de conforto supremo, ele deve atender e escalar cinco passos evolutivos, de modo que este “conforto supremo” só é alcançado com o cumprimento dos inferiores. Nisso, as cinco escalas propõe que o ser humano necessita, primeiramente, atender a necessidades básicas e fisiológicas (quanto à mantimentos), depois a necessidade de segurança (quanto à moradia, recursos, saúde e família), posteriormente à necessidade de relacionamento (amizade, relacionamentos íntimos), num quarto ponto a necessidade de autoestima (relacionada a confiança, conquistas, respeito) para que seja assim atingido o quinto ponto da escala, que é a realização pessoal (interesses pessoais de auto realização pessoal e profissional). Esta explicação didática, embora não muito conveniente para a explicação de um filme, define muito bem a situação vivida pelo personagem de Tom Hanks. Chuck nos é apresentado primeiramente como um líder de uma grande empresa de entregas de correspondências, a FedEx, é, portanto, uma pessoa segura, confiante em si, responsável pela gerência de demais pessoas e processos. Contudo, o “pulo do gato” do longa será inverter a situação deste personagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Chuck &amp;nbsp;é o único sobrevivente do avião que cai no Oceano Pacífico durante uma viagem em final de ano, e para solitariamente numa ilha. Ele retornará as origens humanas, lentamente descobrirá o vazio em que está inserido, e verá que as regras da sociedade em que vivia não existem mais. Assim que ele se dá conta, sua única luta é contra a morte. Essa abordagem feita por Zemeckis, se mostra muito contagiante, com aspectos de dramaticidade e alguns pontos de humor apresentados ao espectador. Mas é possível entendê-lo de forma mais profunda. Chuck está na base da pirâmide proposta por Maslow, e buscará, primeiramente, atender às necessidades de comida, para depois buscar explorar a ilha, encontrar mantimentos, desenvolver uma segurança mínima para postergar sua sobrevivência. Após conscientizar-se da nova realidade, busca, instintivamente, a atender ao seu conforto físico e mental. A ideia de fazer o personagem criar um companheiro imaginário é fantástica, muito mais interessante que a comicidade escancarada das cenas possa propor. Chuck necessita de um companheiro, como humano, não é capaz de viver só. Ele não está maluco, está desenvolvendo mecanismos de sobrevivência de sua saúde mental.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Todas essas abordagens que o diretor faz neste excelente trabalho refletem a um interesse direto de nos apresentar um personagem que representa a origem do ser humano. Somos muito vigorosos e ameaçadores num instinto de superioridade aos demais somente quando estamos nesse mundo “pseudo-real”. Conhecemos teoricamente nossa história, mas fazemos parte apenas da sociedade que usufrui da evolução da própria humanidade sobre a natureza. A partir do momento que nos deparamos com a realidade daquilo que antes era só teoria, é que entendemos o quão pequenos e fracos somos quando analisados individualmente. O pior que Chuck tinha, em meio à sua desgraça, era a solidão, não ter com quem conversar, compartilhar, discutir e propor formas de escape do local. Wilson representa-nos, nesse caso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-HDeWHgt7RuE/TcLQa7JeIXI/AAAAAAAAAO0/y90dMRvsFcw/s1600/castaway-800-75.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-HDeWHgt7RuE/TcLQa7JeIXI/AAAAAAAAAO0/y90dMRvsFcw/s400/castaway-800-75.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hXXbmG6gAqk/TcLQbtXgmrI/AAAAAAAAAO4/1VobzuPfGCE/s1600/cast-away-original.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://4.bp.blogspot.com/-hXXbmG6gAqk/TcLQbtXgmrI/AAAAAAAAAO4/1VobzuPfGCE/s400/cast-away-original.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O outro ponto muito bem referido no longa e que envolve este mesmo interesse, é mostrar a necessidade que o personagem tinha de manter uma ligação com sua noiva. Ele, irracionalmente (ou racionalmente querendo manter sua saúde emocional), resumiu a relação que tinha com a noiva naquele relógio ganho da amada. Ela se resumira à lembranças e à um objeto sentimental. Contudo, &amp;nbsp;Kelly (Helen Hunt), representará a outra abordagem da influência da natureza na vida de Chuck. Ela era o alicerce sentimental e afetivo de sua vida, a base e segurança para viver e desenvolver-se profissionalmente com vigor. Até quando as circunstâncias eram favoráveis aos dois. Essa aparente interminável relação tinha fim, que se caracterizava quando os fatos não favoreciam à esposa. Ela, assim como ele, tem seus instintos, sua vida, que embora vivida intimamente com outra pessoa, juntas não são capazes de formar um único ser. Chuck passa mais de quatro anos se mantendo na ilha, o que faz Kelly tornar-se consciente da possível realidade de que seu noivo esteja morto. Tem que seguir em frente, viver a SUA vida. Casa-se, tem um filho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O desfecho de todo esse drama é inesperado e genial. Chuck retorna da ilha, resgatado por um navio. Ela não considera mais sua existência. A mesma natureza que o mantinha, agora o trai. Ele regressa, mas juntos sabem que as circunstâncias da vida o fizeram tomar caminhos inesperados. Ninguém é culpado, mas não há mais como ser feliz daquela forma. Para Chuck, tanta luta pela vida o guardou uma infeliz recompensa. Ele vê-se numa encruzilhada, que inocentemente é descrita a ele por uma moradora local como sendo estradas que o levam geograficamente a demais locais. Ela não sabe, mas ele está na encruzilhada da vida, obrigado a seguir viagem e escolher qual rumo tomar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 10/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Reflexivo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-6090291603259516524?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/6090291603259516524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=6090291603259516524&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/6090291603259516524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/6090291603259516524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2010/11/naufrago.html' title='Náufrago'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TNbSNWIHUDI/AAAAAAAAANk/42Kl5GFNr3g/s72-c/naufrago-poster012.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-5487491750348512464</id><published>2010-10-26T09:45:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:23:19.694-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Gallipoli</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TMcENwRuaXI/AAAAAAAAANg/0Tj58Y5EXxI/s1600/gallipoli-1981.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TMcENwRuaXI/AAAAAAAAANg/0Tj58Y5EXxI/s320/gallipoli-1981.jpg" width="217" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comecemos pelo fim: Aquela cena estática de um movimento paralisado pela força inimiga destrói o coração de qualquer cinéfilo. Você não quer (quer, sim) aceitar o seu fim, e confunde-se no turbilhão de pensamentos que o fará trocar ideias consigo mesmo, tentando encontrar os mais doces argumentos pra entender o por que das coisas. É tão chocante quanto o próprio drama do filme, ele nos constrói toda a história, envolve-nos e no fim derruba à todos, personagens e espectadores, por mais que tudo parecesse óbvio. Mas paralelo ao choque final, à confusão precoce, há o conforto do bom drama. A realidade e a ficção se misturam tão bem que é imperceptível &amp;nbsp;visualizar o que é um e o que é outro. E começam as reflexões mais abrangentes sobre o significado e a intenção daquele tipo de abordagem no longa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Calcado numa história de guerra, a intenção geral da obra não transpira uma vontade unânime de se expressar através da própria guerra em si, ou seja, há o interesse maior e interessantíssimo de retratar a origem dos fatos, dar vida e mostrar o lado pessoal e humano dos dois personagens centrais. Só esse interesse já dá ao filme grande qualidade sobre a abordagem que ele se propõe a fazer. Não somos, portanto, “jogados” num campo de batalha nos minutos introdutórios, sem explicações de como tudo chegou àquele ponto, assim como o motivo da guerra e tudo mais. Não que desta forma fosse pior, mas cada abordagem compromete-se a se qualificar naquilo que ela arbitrariamente se propôs a fazer, e nesse caso, é dar à guerra uma visão um pouco mais humana de cada um que lá está.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Gallipoli&lt;/b&gt; (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Gallipoli, &lt;/i&gt;1981) é uma daquelas obras que já na primeira cena dão a entender que o filme valerá a pena. Archy Hamilton (muito bem interpretado por Mark Lee) é treinado pelo seu tio Jack (Bill Kerr), e sonha ser um corredor. Sonha mais pelo tio do que por si. Logo ali começam as primeiras e principais abordagens de Gallipoli: bravura, persistência, limite e principalmente patriotismo, tudo isso temperado num ar de conseqüências, que representam e movem cada ação humana, aquilo que é maior que a vida, é mais bravo que a morte e é o maior e mais benéfico alimento da alma humana: o sonho. A história se passa na Austrália ocidental, no ano de 1915, na 1ª guerra mundial, e é um dos raros filmes que representam a 1ª grande guerra. Será esta a grande idéia do filme: mostrar que em meio àquela vida interiorana humilde e pacata, mesmo com objetivos e sonhos sendo conquistados à cada competição e o talento e recordes se sobressaindo nas corridas, isso não bastava. A oportunidade de representar a pátria como aliada à Inglaterra contra os alemães e turcos foi mais forte. Isso soa melodramático demais à quem não se envolve ou não entende o espírito do filme, mas é para ser assim. Archy terá a companhia de um amigo que conheceu durante uma competição de corrida, Frank Dunne (Mel Gibson), e rumam ao recrutamento de jovens combatentes, enfrentando o sol e o deserto. Consegue alistar-se por méritos e consigo leva junto seu amigo nem tão competente assim. Eles não desejarão morrer, não desejarão matar, senão somente representar a força de seu país. Aprovados, partem à guerra sem noção do horror, munidos de coragem e adrenalina capazes de anular qualquer medo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Talvez para alguns o filme não retrate a guerra com exatidão, tanto como uma batalha em si quanto àquilo que realmente aconteceu na 1ª guerra mundial. Com certa razão.&amp;nbsp; Porém, é importante entender Gallipoli como um filme, ainda, e seu foco em nenhum momento parece querer retratar este fato da história como a maior ênfase na trama. A perceber, sua duração de 112 minutos é fundamentada quase que exclusivamente aos acontecimentos e as abordagens dos dois personagens no pré-guerra. A história envolvendo a batalha da cidade de Galípoli, na Turquia, certamente exigiria uma explicação mais convincente e realista do caso, se assim fosse a proposta do longa escrito e dirigido pelo australiano Peter Weir. Contudo, o resumo final e direto daquilo que, em curtas linhas, representou a batalha, justifica a intenção e a relação feita entre aquilo que é um fato com a dramaticidade da história. A representatividade do fracasso e do resultado à grosso modo daquilo que ocorreu, faz o elo final a um desfecho memorável.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6DkD9vPqBok/TcLSoSG7SmI/AAAAAAAAAO8/tIAp3J81iTg/s1600/Gallipoli-archy.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="168" src="http://2.bp.blogspot.com/-6DkD9vPqBok/TcLSoSG7SmI/AAAAAAAAAO8/tIAp3J81iTg/s400/Gallipoli-archy.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NoPfDZESQTo/TcLSpafQeHI/AAAAAAAAAPA/ala8oEaf_zI/s1600/Gallipoli-mel.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="163" src="http://1.bp.blogspot.com/-NoPfDZESQTo/TcLSpafQeHI/AAAAAAAAAPA/ala8oEaf_zI/s400/Gallipoli-mel.jpeg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A comentar, ainda, a magnífica (sem hipérbole) fotografia do filme, que contempla a natureza do solo infértil da cidade onde vivem e passam, a destacar-se as cenas de caminhada nos desertos e alguns outros momentos do filme que são filmados em sentido 2D, num plano de ação horizontal, algo que futuramente ficaria muito famoso na marcante cena de Oldboy (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Oldboy&lt;/i&gt;, 2003), sendo uma referência aos clássicos jogos de plataforma em videogames. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Certo ou errado, a guerra sempre trouxe e traz ensinamentos e aperfeiçoamentos a diversas áreas do conhecimento, que se desenvolvem devido ao desejo de superioridade sobre o inimigo. É deste avanço técnico e material mais percebido que gerações futuras tomam conhecimento e desfrutam daquilo que cada invenção pode proporcionar. Contudo, a guerra, assim como fora representado no longa, é uma escola gigantesca de ensinamentos humanitários, de sobrevivência e auto conhecimento humano, de contato com a capacidade de destruição da mente humana e sua – sempre presente – estupidez. É deste conhecimento que Archy e Frank irão compartilhar e aprender, e pagarão pela ignorância e malícia humana, sem chance de retornar e compartilhar com os familiares os maiores ensinamentos que a guerra teria lhes dado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 10/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Emocionante.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-5487491750348512464?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/5487491750348512464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=5487491750348512464&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/5487491750348512464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/5487491750348512464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2010/10/gallipoli.html' title='Gallipoli'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TMcENwRuaXI/AAAAAAAAANg/0Tj58Y5EXxI/s72-c/gallipoli-1981.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-4691412718166786021</id><published>2010-10-18T19:25:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:23:33.301-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Picnic na Montanha Misteriosa</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TL0BZFUDhOI/AAAAAAAAANE/U1g0KcfSOjE/s1600/MV5BMjAwMDQzMDEyNV5BMl5BanBnXkFtZTcwODc1NTYxMQ@@._V1._SY314_CR3,0,214,314_.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TL0BZFUDhOI/AAAAAAAAANE/U1g0KcfSOjE/s1600/MV5BMjAwMDQzMDEyNV5BMl5BanBnXkFtZTcwODc1NTYxMQ@@._V1._SY314_CR3,0,214,314_.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Três garotas desaparecem repentinamente quando passeiam na Montanha Misteriosa. É realmente difícil comprar um filme por esta sinopse. Muitas vezes, o que se sobressai como qualidade em uma obra é simplesmente a forma como é contada. É fácil comprar uma ideia quando ela preenche e satisfaz ao interesse que temos em ver algo que se identifique com outras obras que já apreciamos. Talvez não seja sempre preciso elaborar roteiros infinitamente bem estudados, bem bolados e tramados para um final capaz de deixar o espectador boquiaberto. Em suma, vale a magia, a vivacidade e a transparência ocorrida no decorrer de sua abordagem central sobre a história em si; deve-se, sobretudo, ser cativante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta não é, deixa-se claro, aquela obra a ser idolatrada, apaixonantemente capaz de fazer-nos criar uma identificação mais profunda, um elo, um carinho especial, que seja. Porém, antes de mais nada, é interessante esclarecer algo sobre o próprio título do filme. Picnic na Montanha Misteriosa é o título mais inocente que se poderia criar. Equivocado, ainda que condiga com a história. Enfim, procede, mas não vende. Nessa ocasião, mais valia optar por "A Montanha", ou algo assim. Enfim, basta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Picnic na Montanha Misteriosa&lt;/b&gt; (P&lt;i&gt;icnic at Hanging Rock, 1975&lt;/i&gt;) é um dos trabalhos iniciais da carreira do grande diretor Peter Weir, responsável pelo drama de O Show de Truman, (&lt;i&gt;The Truman Show, 1998&lt;/i&gt;) e de Sociedade dos Poetas Mortos (&lt;i&gt;Dead Poets Society, 1989&lt;/i&gt;), pela aventura de Gallipoli (&lt;i&gt;Gallipoli, 1981&lt;/i&gt;) e pelo investigativo A Testemunha (&lt;i&gt;Witness, 1985&lt;/i&gt;) e, embora seja um trabalho menos apreciado, já mostrava indícios do que poderia propor ao cinema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O longa conta exclusivamente com um ar de mistério contínuo durante praticamente todo o longa. Ele tenta sustentar-se nessa única ferramenta para prender justamente o espectador para o desfecho final. O filme mostra-se invariavelmente consciente do que deseja, e, embora possa não agradar à todos, ao menos não o trai propondo e prometendo algo que ninguém verá. Dentre aquilo que pode-se destacar como qualidade na obra, a lentidão por vezes exagerada e monótona mostra que o interesse é realmente contar de forma branda e poética o mistério do desaparecimento de três jovens ao visitarem a montanha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-VoOAlYuCxHc/TcLTLTGWbDI/AAAAAAAAAPE/RtRtwJd8gHY/s1600/img_7831-1024x768.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-VoOAlYuCxHc/TcLTLTGWbDI/AAAAAAAAAPE/RtRtwJd8gHY/s400/img_7831-1024x768.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-4SJaNBNK4zY/TcLTMC5Ou-I/AAAAAAAAAPI/IP0MI_-53VY/s1600/Picnic.At.Hanging.Rock.1975.720p.BluRay%252B%252810%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://1.bp.blogspot.com/-4SJaNBNK4zY/TcLTMC5Ou-I/AAAAAAAAAPI/IP0MI_-53VY/s400/Picnic.At.Hanging.Rock.1975.720p.BluRay%252B%252810%2529.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme se passa no dia de São Valentim, no ano de 1900, na Austrália Meridional, e baseia-se numa história real. Conta-se a história de um grupo de dezoito alunas de um colégio victoriano que são levadas para uma excurssão na tal montanha Hanging Rock. Lá, quatro das meninas decidem investigar a montanha até seu topo, onde três desaparecem. Uma, portanto, retorna para contar como acontecera o fato. Este desaparecimento é apresentado sem uma explicação concreta, é dúbio e interpretativo. Começam as hipóteses, a levantar-se possibilidades para entender o fato. Com um pouco ar de suspense e mostrando-se um tanto &lt;i&gt;thriller&lt;/i&gt;, o mistério se estabelece. Entre idas e vindas, as garotas começam a resurgir, uma a uma, de maneira não esperada. Seria este um filme para se apreciar (talvez unicamente apreciar) o decorrer da história, já que seu final, embora justo por ser baseado em um fato verídico, não é digno dos melhores filmes do diretor. É justo, sim, mas não resolve.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A destacar-se, ainda, a esquisita (esquisita, não ruim) música permanente nas cenas de mistério. Ela até que cai bem com o contexto, com o clima e principalmente com o tempo e o local em que se passa, mas é digna das musiquinhas de centro da cidade. Entendamos como não-apropriada. Porém, se o efeito sonoro não dá tanta força para manter o clima, as imagens compensam facilmente, já que durante as lentas cenas e diálogos nos deixam proporcionar a beleza natural do local e da própria filmagem escolhida. Para defini-lo, talvez possamos dizer que é uma boa, lenta e investigativa subida a um monte chinês, prestes a encontrar um sábio monge que nos fará encontrar nosso próprio eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 7/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Inacessível.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-4691412718166786021?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/4691412718166786021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=4691412718166786021&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4691412718166786021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4691412718166786021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2010/10/picnic-na-montanha-misteriosa.html' title='Picnic na Montanha Misteriosa'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TL0BZFUDhOI/AAAAAAAAANE/U1g0KcfSOjE/s72-c/MV5BMjAwMDQzMDEyNV5BMl5BanBnXkFtZTcwODc1NTYxMQ@@._V1._SY314_CR3,0,214,314_.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-7159987076151415481</id><published>2010-10-03T08:49:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:23:50.349-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>2001 - Uma Odisséia No Espaço</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TKigECSHEuI/AAAAAAAAAMw/_AyimCgR4lM/s1600/2001-uma-odisseia-no-espaco.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TKigECSHEuI/AAAAAAAAAMw/_AyimCgR4lM/s320/2001-uma-odisseia-no-espaco.jpg" width="224" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por trás de todo gênio há um pouco de louco. A incompreensão inicial, contínua e a incapacidade de entender essa obra de forma definitiva é o caminho pra se entender melhor aquilo que a própria obra propõe. Aquilo que o traz aversão inicial e prolongada, misturando-se com o tempo, com a dúvida e a incerteza de seu próprio pensamento quanto às ideias alheias sobre este mesmo produto, é o mesmo caso que será julgado com desprezo e com brilhantismo. Se o homem, em sua história, não conhece a verdade ou a razão sobre aquilo que ele mesmo quer achar uma explicação sem saber se de fato exista, esta dúvida aparentemente eterna ou, quem sabe, erroneamente interpretada por quem se considera detentor de uma verdade absoluta e adquirida, esta será a maior obra da sétima arte capaz de resumir em infinitos tipos de análises aquilo que hoje representamos no universo e conhecemos sobre nós mesmos. Pouco.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não se trata de uma tentativa de apresentar algo incompreensível, mas sim de retratar com frieza e exatidão o que ainda não compreendemos. A maior habilidade desta obra se dá na imensa capacidade de atingir tudo aquilo que inicialmente foi proposto. E isso não é pouca coisa. Essa ideia se fundamenta e ganha força quando se analisa o conteúdo principalmente filosófico e extremamente abrangente da proposta. É como se tentássemos abraçar o mundo, resumi-lo, traduzi-lo, explicá-lo e, principalmente, defini-lo por completo, a nós mesmos. Também não se trata de uma filosofia barata ou pensamento mascarado de procurar complexidade e profundidade inexistentes sobre uma abordagem rasa, de poucas análises e fundamentos. O que se procura, na verdade, é a sua dúvida e o seu conhecimento maior sobre si mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Se na nossa própria história, oriunda de milhares de anos, não nos mostra nem nos dá capacidade de um pensamento único sobre a explicação do todo, esta, dentre aquilo que a humanidade neste momento de sua história é capaz de produzir, será a melhor explanação sobre a aceitação da incapacidade atual de saber o que significa o mistério. Através das áreas do conhecimento por nós desenvolvidos e interpretados da natureza que nos mantém, obtivemos conclusões através de experimentos e hoje julgamos o nosso próprio universo e tudo aquilo que nele está contido em busca somente da única coisa que realmente nos parece interessar: cessar a angústia humana sobre sua razão de existir. Não, não penseis que ela já fora encontrada, demo-nos ao direito somente de imaginar que estamos a caminho, tão somente, sem inclusive tentar medir o tempo, julgando-nos perto ou distantes deste objetivo, já que nem sobre ele temos tanto conhecimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esta obra única da história do cinema é assinada por um gênio, que em outra oportunidade já fora descrito aqui. Marcado por sua capacidade de sempre fazer adaptações para o cinema extremamente qualificadas de obras literárias, nessa obra aqui descrita, há um algo mais. Trata-se, novamente, de Stanley Kubrick. A obra: &lt;b&gt;2001 - Uma Odisséia no Espaço&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;2001: A Space Odyssey&lt;/i&gt;, 1968). Esta é a representação máxima de sua filmografia, de sua capacidade de expressão. Tanto que ela poderia ser encarada de forma paralela, sem a obrigatoriedade de comparações diretas a outros filmes, como outra obra qualquer da história do cinema. Isso porque o que este trabalho busca propor está justamente muito além de uma simples explanação, de uma apresentação de ideias tramadas num roteiro na tentativa de fazer cada expectador compreender a ideia do diretor, do roteirista, julgando tão somente o conteúdo da história que foi proposta. “2001” é mais. Quer mais, muito mais. E para chegar a seu objetivo, liberta-se de qualquer pensamento pré-definido sobre representação das ideias através das imagens. Se a abrangência e o interesse são infinitamente amplos, o comportamento e a apresentação do conteúdo tem que acompanhar o compasso. E o longa se mostra imenso nas imagens e na profundidade, e é, sem sombra de dúvidas, um filme muito atual. Não se trata de um filme para cinéfilos, não se trata de puramente entretenimento, não se trata de diversão. Seria esta uma magnífica expressão sobre um ponto-de-vista particular de explanar e demonstrar estas ideias através de um veículo de comunicação a toda a parte interessada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não serão, portanto, discutidos e demonstrados interesses pontuais na elaboração da trama e do roteiro sobre a obra. Não cabe criticar personagens nem interpretação de atores. Não cabe tentar encontrar simples palavras e argumentos para resumir tão cruamente o que é de uma abrangência infinitamente maior. Vale, sim, parar e analisar o todo, tudo que nele se insere, na ilusão de achar uma resposta unânime. Assim, Kubrick inicia sua épica jornada mostrando ao expectador quem ele é, de onde ele provém. Atribui, assim, um choque inicial, muito bem interpretado. Nos primeiros trinta minutos seremos primatas, desprovidos de uma inteligência mais aguçada, mais convincente e cômoda sobre si. Nisso, a proposta de voltar três milhões de anos no tempo, com a ausência – óbvia – da fala, não propõe nada, ao contrário, obriga o espectador a tirar conclusões, a entender-se, a encontrar respostas, aquilo que ele fará ao longo de todo o filme. Entraremos em contato com um misterioso monolito, instintivamente o  estudaremos, assim como faremos posteriormente com o mesmo monolito,  passados os três milhões de anos, dando a ideia de não-progressão, ou de uma  progressão imaginária e ilusória. Somos ainda como primatas na vastidão da complexidade do universo. Isso, claro, marcado por uma trilha sonora indescritível, mas que aqui, cruelmente, tentarei fazer. Diante do interesse maior deste longa, não se poderia, jamais, abdicar-se da oportunidade de utilizar-se o cérebro de cada espectador sem a consciência do próprio para fazê-lo entender a mensagem central de cada cena. A demonstração lenta dos acontecimentos e a narrativa sem pressa da história tenta-nos fazer acompanhar o ritmo, nos acalmar e preparar para o que está por vir. Serão as inconfundíveis e marcantes trilhas sonoras dos filmes de Kubrick que resumirão em áudio aquilo que se poderia falar. Porém, assim como tudo no longa, é melhor propor a interpretação do que entregar uma explicação pronta no conforto de entender facilmente uma ideia. Daí, até chegar à marcante cena do homem entrando em contato com seu primeiro instrumento de trabalho e manuseio, já se espera ter preparado o terreno para o que tem por vir.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3aghnpKsZDM/TcLUXEtejkI/AAAAAAAAAPM/YNEx412JajM/s1600/2001-a-space-odyssey-ape.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://4.bp.blogspot.com/-3aghnpKsZDM/TcLUXEtejkI/AAAAAAAAAPM/YNEx412JajM/s400/2001-a-space-odyssey-ape.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-u6LsnY1jSR4/TcLU9rFbzSI/AAAAAAAAAPU/XKebB87Lk-I/s1600/Monolith-Sun-Moon.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-u6LsnY1jSR4/TcLU9rFbzSI/AAAAAAAAAPU/XKebB87Lk-I/s400/Monolith-Sun-Moon.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Passados estes minutos introdutórios, faz-se o maior corte da história do cinema: três milhões de anos. E parece que estamos em contato com uma nova espécie: o homem detentor de conhecimento. Sua inteligência está no foco do filme, e o fará ir à Lua e à Júpiter. Longe, como sua imaginação. Porém, outras propostas seguirão, dando início às abordagens mais contemporâneas, principalmente a relação do homem com a máquina, utilizando-se de uma inteligência artificial, representada pelo computador HALL-9000. Esta odisseia no espaço buscará mostrar que tudo pode ser maior, muito maior que nossa própria imaginação. Que o bloqueio intelectual fará o homem parar no tempo, inconsciente de sua própria capacidade e de seu próprio limite. Porém, uma vez que não se conhece a existência do todo, o limite não haverá, será somente encontrado quando tudo lhe for explicado, e até lá, pode-se decorrer um tempo inimaginável, incalculável, tanto quanto obstáculos ainda não esperados. Esta jornada audaciosa do homem poderá lhe custar um contato mental proporcional ao seu interesse, onde se propõe uma leitura sobre a possibilidade de uma existência de inteligência paralela à do homem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando a obra termina, claro, muito se observa. Há quem não entenda nada, há quem diga que entendeu tudo, há quem discorde, concorde, questione, ame, odeie ou considere-o um excelente resumo do atual estágio da inteligência da vida humana. Resultarão, por fim, diversas interpretações sobre a obra que tenta interpretá-lo. Nessa instabilidade sobre uma conclusão e definição única da obra de Kubrick, todos poderão considerá-lo uma viagem, em qualquer sentido, mas que propõe e atinge com excelência seu interesse original: enaltecendo o pensamento, a interpretação, a imaginação. Aliás, quando da elaboração do livro escrito por Stanley Kubrick e Arthur C. Clarke, tudo já se resumia no pensamento de seus autores, afirmando que “se algum dia alguém disser que entendeu o significado e a obra por completo, nós fracassamos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 10/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Atemporal.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-7159987076151415481?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/7159987076151415481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=7159987076151415481&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/7159987076151415481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/7159987076151415481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2010/10/2001-uma-odisseia-no-espaco.html' title='2001 - Uma Odisséia No Espaço'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TKigECSHEuI/AAAAAAAAAMw/_AyimCgR4lM/s72-c/2001-uma-odisseia-no-espaco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-5439243287427505108</id><published>2010-09-20T20:10:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:24:01.895-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Wood &amp; Stock: Sexo, Orégano e Rock'n'Roll</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TJgdXdsBGPI/AAAAAAAAAMk/D6PSqHmxk60/s1600/1245110730_woodestockposter01.jpg" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TJgdXdsBGPI/AAAAAAAAAMk/D6PSqHmxk60/s320/1245110730_woodestockposter01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;"- O senhor tem alguma experiência? - Claro, experiência... é, experiência, né? O quê você quer dizer com experiência? - Empregos anteriores! O quê você sabe fazer? - Ahn? O quê eu sei fazer? É, eu sei fazer... cachimbinhos de durepox! - Cachimbinhos de durepox? E pra que servem cachimbinhos de durepox? - Pra puxar fumo, oras!".&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Wood&amp;nbsp; &amp;amp; Stock: Sexo, Orégano e Rock'n'Roll&lt;/b&gt; (2006) se apresenta como uma visão cômica e sadia de uma vida alternativa e com alguns ideais. Neste longa brasileiro dirigido por Otto Guerra o que se sobressai é a boa capacidade de fazer comédia sobre uma família hippie, contada de maneira simples durante apenas 80 minutos em animação, que é infinitamente pouco explorado no Brasil, e já vale pela maneira alternativa de retratar e contar a história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme funciona, dentre aquilo que pode se ver no país do bunda-tiro-futebol é uma opção bem válida, tendo momentos de grandes sacadas e mostrando uma comédia até surpreendente, dependendo, claro, da bagagem e simpatia de cada um com o estilo do filme. Não é um filme de massa, não é uma história profunda, mas tem um roteiro bem cuidado e, dentro de seus propósitos, atinge fácil seus objetivos com seu restrito público-alvo. Além da comédia às vezes irônica e sarcástica, tem boas referências musicais à artistas e bandas de rock nacionais e internacionais. Isso se deve, é claro, pois o modo alternativo e um tanto anárquico dos personagens centrais representa um pouco daquilo que propõe a música e a ideologia do rock'n'roll.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na trama, Wood, um pai em genética mas não em essência, é quem dá ritmo ao filme. Totalmente descompromissado e desapegado àquilo que ele menciona como "sistema", representa a mentalidade de um típico cara que não tá nem aí pras coisas, deixa as contas atrasarem meses, não toma banho, deixa o lixo do banheiro transbordar e tudo o mais, é um pouco de família no meio de uma grande sujeira. Seu método de vida não é muito compreensível pela esposa - mas que também não dá lá os melhores exemplos - e é totalmente contrário aos princípios do filho, que deseja estudar economia e seguir uma vida "normal". Aí, uma das boas e quase imperceptíveis ideias: retratar o desleixo e a falta de compromisso e responsabilidade por parte do pai, talvez mostrando um pouco daquilo que num futuro próximo possamos ver - ou não.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Nc21WoWEc1g/TcLVnuF-4aI/AAAAAAAAAPY/_xNlqMZvLWc/s1600/21_MHG_wood.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="255" src="http://4.bp.blogspot.com/-Nc21WoWEc1g/TcLVnuF-4aI/AAAAAAAAAPY/_xNlqMZvLWc/s400/21_MHG_wood.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-IXFp3ooAxs0/TcLVobKWo1I/AAAAAAAAAPc/srTjLteVxKo/s1600/Wood-Stock-small.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="223" src="http://3.bp.blogspot.com/-IXFp3ooAxs0/TcLVobKWo1I/AAAAAAAAAPc/srTjLteVxKo/s400/Wood-Stock-small.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Para completar o elenco, Wood tem, como não poderia deixar de ser, a companhia de seu grande amigo Stock, que pede para morar em sua casa depois da morte de seu pai. Após este fato, sua esposa decide deixar a casa por motivos um tanto óbvios, mas nada que seja muito lamentado pelo marido. O que importa mesmo é fumar, nada mais. Fumar orégano. Essa droga liberada e vendida com toda a praticidade de adquiri-las no supermercado. A felicidade haverá enquanto a droga também houver. E é somente quando ela acaba que Wood percebe - em suas ideias - que tem algo de errado. É hora de tomar banho, arrumar um emprego e se vender ao sistema! É aí que decidem então montar uma banda, reviver os velhos tempos e transformar toda a experiência - ou falta de - vida acumulada em música. Assim, Wood, Stock, um ex-colega e o incrível porco-cantor-psicodélico formam o Chiqueiro Elétrico. Genial. Buscarão, através da música, novas oportunidades e condições de vida, embora não muito aceitáveis pelos membros da banda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ouvir Chiqueiro Elétrico tocar é magnífico, válido de bis, mesmo com a infinita limitação musical, mas ver um porco cantar, ou melhor, grunhir em sons de canto é indescritível. É, quem sabe, a melhor forma de encarar o longa, onde, assim como os pesonagens centrais, dá bem a entender qual o espírito adotado pelos produtores e roteiristas, e deixa transcender uma vontade/interesse amargurado em ver a comédia em situações cada vez menos improváveis, e que cientes da falta de público, interesse, divulgação e aceitação da grande massa de espectadores brasileiros, o que importa é o ideal, saber que a consciência de um ótimo trabalho para os poucos será o bastante pra por o resto todo num papelzinho, enrolar, tragar e festejar em sua ignorância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 8/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Irreverente.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-5439243287427505108?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/5439243287427505108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=5439243287427505108&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/5439243287427505108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/5439243287427505108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2010/09/woody-stock-sexo-oregano-e-rocknroll.html' title='Wood &amp; Stock: Sexo, Orégano e Rock&apos;n&apos;Roll'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TJgdXdsBGPI/AAAAAAAAAMk/D6PSqHmxk60/s72-c/1245110730_woodestockposter01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-7621403939241757816</id><published>2010-08-26T10:10:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:24:13.874-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Sem Licença Para Dirigir</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/THam-Xds4HI/AAAAAAAAAMU/YJmU6bIVXF8/s1600/Sem+Licen%C3%A7a+Para+Dirigir.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/THam-Xds4HI/AAAAAAAAAMU/YJmU6bIVXF8/s320/Sem+Licen%C3%A7a+Para+Dirigir.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Se  tem uma coisa que crítico de filmes gosta de fazer, é dividir a  história do cinema em décadas. Mesmo originando-se ainda no século XIX,  esta classificação só se tornou mais aparente da metade do século  passado para cá. Mas os críticos têm sua razão, de fato há uma melhor  "leitura" da história do cinema se o mesmo for dividido por décadas.  Esta razão se dá, ainda, na representatividade que a 7ª arte registra no  tempo os acontecimentos da própria história humana. Dessa forma,  assistir um filme dos anos 60, 80 ou 2000 pode ser melhor avaliado se  for levado em consideração o momento de sua produção, tanto no aspecto  técnico quanto nas intenções, críticas e objetivos de cada obra naquele  tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dito  isto, dentre estas últimas décadas do cinema, sem dúvida, a década de  80 se destacou como "a grande década". Justiça seja feita: este notório  destaque pode ter algumas explicações, dentre elas, o público  oitentista, que cresceu, desenvolveu seus gostos e é o mesmo público que  hoje possui maior facilidade e acesso à internet, faz parte de uma  geração nostálgica, infeliz com os tempos atuais, que alimentam-se em  grande parte dessas lembranças de um tempo que já não volta mais. Mesmo  famosa por ser a 'década brega', a qualidade de jogos, filmes,  brinquedos, e tudo que referencia aquele tempo são muito bem  compreendidos pelos que hoje têm mais de vinte e tantos anos. Só que  assim como outros momentos, esta década está registrada, está  representada nos longas da época, e é aí que eles falam por si.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em  suma, a década de 80 foi marcada por filmes de ação protagonizados por  astros que surgiram na época e que marcaram o estilo um-contra-todos.  Filmes com um enredo simples, mas que criaram alguns "eternos" heróis do  cinema, que possuíam, claro, produções e orçamentos menores do que os  filmes atuais e contavam com participações mais verdadeiras e menos  dublês do que nestes novos tempos. Outro gênero bastante importante e  que leva uma grande geração saudosista, são os clássicos filmes de  comédia. Num estilo de rebeldia, estes longas representavam o início de  atitudes que não atendiam em nada ao politicamente correto. Era a  curtição sobresaindo-se ao interesse de uma mensagem mais clara,  concisa, idealista. De fato em geral os filmes oitentistas no fundo não queriam  dizer lá muitas coisas, não era os seus propósitos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém,  um dos gêneros - se não o principal - que representam maior dificuldade  em cativar um público de massa é realmente a comédia, até porque os  fatores que motivam cada pessoa a considerar uma cena boa/engraçada ou  não são muito diversos. Andando sobre uma linha tênue, a possibilidade  de transformar uma boa comédia numa obra tola e sem-graça sempre foi o  maior problema dos produtores e diretores do gênero. Mas é justamente  nestes filmes oitentistas que o gênero encontrou seu auge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcado por clássicos como Curtindo a Vida Adoidado (&lt;i&gt;Ferris Bueller's Day Off, 1986&lt;/i&gt;), Os Goonies (&lt;i&gt;The Goonies, 1985&lt;/i&gt;), Minha Vida É Um Desastre (&lt;i&gt;Better Off Dead..., 1985&lt;/i&gt;), Te Pego Lá Fora (&lt;i&gt;Three O'Clock High, 1987&lt;/i&gt;), Deu a Louca Nos Monstros (&lt;i&gt;The Monster Squad, 1987&lt;/i&gt;), De Volta Para o Futuro (&lt;i&gt;Back to the Future, 1985&lt;/i&gt;), Quero Ser Grande (&lt;i&gt;Big, 1988&lt;/i&gt;) e outros grandes filmes que representam este estilo, todos estes ficariam reconhecidos muito mais por ser extremamente cativantes, do que por suas poucas originalidades no roteiro, e contavam essencialmente com a premissa de um jovem rapaz descobrindo a vida, um grande amigo, uma linda garota, um carro e a incessante busca por diversão e reconhecimento no colégio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Sem Licença Para Dirigir&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;License to Drive, 1988&lt;/i&gt;)  dirigido por Greg Beeman, é, também, um excelente exemplo disso tudo e,  embora sua divulgação não tenha sido tão ampla (este filme nem chegou  ao Brasil), é uma comédia de primeira. No roteiro, nada de novo: Les  Anderson, interpretado por Corey Haim, que atuou também em Os Garotos  Perdidos (&lt;i&gt;The Lost Boys, 1987&lt;/i&gt;) e faleceu neste ano de 2010  supostamente por overdose, estrela o filme, e é um garoto que acabara de  fazer 16 anos e torna-se apto a tirar carteira de motorista (de acordo  com a legislação americana). Les decide definitivamente tentar  conquistar a garota dos seus sonhos, Mercedes Lane, (Heather Graham),  mas para isso tem que adequar-se ao status de homem independente, e  conseguir um carro, que segundo ele, representaria toda a sua liberdade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-2BrvtM8N4R0/TcLWTbZUF_I/AAAAAAAAAPg/MwbbxRuy4V0/s1600/license-to-drive-original+%25281%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://1.bp.blogspot.com/-2BrvtM8N4R0/TcLWTbZUF_I/AAAAAAAAAPg/MwbbxRuy4V0/s400/license-to-drive-original+%25281%2529.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LSFX6kUjOCE/TcLWU5tvXqI/AAAAAAAAAPk/-CKutmyOaFc/s1600/license-to-drive-original.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://2.bp.blogspot.com/-LSFX6kUjOCE/TcLWU5tvXqI/AAAAAAAAAPk/-CKutmyOaFc/s400/license-to-drive-original.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este  é o fator motivador do filme: a interminável vontade de mostrar à todos  e a si mesmo que é capaz, que não é um simples garoto fisicamente  desqualificado e sem carro, e, ao reprovar no exame teórico para tirar a  licença de motorista, percebe que seus planos podem chegar ao fim. Mas  como a irracionalidade e o espírito aventureiro sempre falam mais alto,  decide enganar à todos sobre sua desqualificação, ignora os pedidos de  seu pai e parte em busca daquilo que parece mais importante na sua vida:  conquistar Mercedes. Les pega o Cadillac que seu avô tanto admira, e  numa inesquecível noite - oh, que novidade - apronta todas, se mete cada  vez mais em problemas, o carro é guinchado, arranha-o, é pego dirigindo sem carteira de habilitação por um guarda,  e ainda consegue deixar um bêbado roubar seu carro e vomitar dentro dele, numa das cenas mais  engraçadas do filme. Ele fracassa, a noite foi inesquecível mas não  como ele gostaria que tivesse acontecido, e chega em casa já de manhã  para entregar o carro quase todo destruído. É quando Les tem que provar  que é motorista de verdade, pois sua mãe está quase dando à luz, e tem  que dirigir o carro na marcha à ré até o hospital. Cena imperdível e  memorável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem  Licença Para Dirigir não propõe muita profundidade para os personagens,  é um longa muito simples de entender, mas nem por isso é raso. Conta  com incontáveis cenas verdadeiramente engraçadas, que retratam, como já  dito antes, o interesse e o pensamento "rebelde" da época, assim como os  outros clássicos citados. Vale para quem busca simplicidade e ao mesmo tempo qualidade, que mesmo sabendo que o longa  não trará grandes novidades, entregar-se ao bom humor oitentista é mais  interessante que tentar achar cabelo em ovo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 9/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Cômico.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-7621403939241757816?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/7621403939241757816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=7621403939241757816&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/7621403939241757816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/7621403939241757816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2010/08/sem-licenca-para-dirigir.html' title='Sem Licença Para Dirigir'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/THam-Xds4HI/AAAAAAAAAMU/YJmU6bIVXF8/s72-c/Sem+Licen%C3%A7a+Para+Dirigir.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-4673081315405153691</id><published>2010-08-17T16:39:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:24:24.779-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Violência Gratuita</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TGsqlbkPomI/AAAAAAAAALo/dqcV2TtZwow/s1600/violencia-gratuita.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5506541791933866594" src="http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TGsqlbkPomI/AAAAAAAAALo/dqcV2TtZwow/s320/violencia-gratuita.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 320px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 229px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É possível arrumar diversão com a desgraça alheia. Essa é uma das mensagens mais claras (mas nem por isso politicamente corretas) encontradas em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Violência Gratuita&lt;/span&gt; (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Funny Games, 1997&lt;/span&gt;), filme austríaco dirigido por Michael Haneke. Considerá-lo  uma obra-prima talvez seja exagero, mas vale para quem achá-lo genial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu admito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Assim como outros filmes de tortura, quando o espectador sabe que este tipo de acontecimento está para ocorrer, basta esperar os minutos introdutórios da estória para iniciar-se a carnificina. Neste longa totalmente independente, há algumas sacadas muito válidas e pouco vistas, as quais, claro, não vale citar para não quebrar a expectativa. A diversão proposta pelo título original do filme (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jogos Engraçados&lt;/span&gt;, numa tradução literal) de fato existe, e  é permanentemente exposta e percebida neste longa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na trama, uma família vai à passeio a sua casa do lago, a fim, como sempre, de descanso e repouso. Durante os primeiros momentos da família na casa, eles recebem a visita aparentemente despretenciosa de dois jovens rapazes. Propositadamente, eles arrumam desculpas e forjam momentos de pura inocência para começar as torturas psicológicas, mantendo-os reféns em sua própria casa. Com extrema calma e frieza dos verdadeiros psicopatas que são, derrubam inteligentemente as prováveis possibilidades de alguém fugir. Com todos da família como reféns, segue-se o período de torturas, que são muito mais psicológicas do que físicas, o que aumenta o suspense e abre espaço para as interpretações de quem assiste, além de convidar os espectadores a participar dos jogos propostos por eles. Este é um diferencial verdadeiramente interessante proposto no longa: a participação direta de quem assiste ao filme. Dessa forma, o espectador sente-se uma verdadeira testemunha desta desgraça, parte integrante de um problema que ele assiste buscando diversão, claro, comunica-se com os assassinos e é tão incapacitado de buscar ajuda quanto os membros da família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles parecem incessantes, querem postergar a possível morte de suas vítimas,  desejam a adrenalina de vê-los sofrer, de fazê-los perder a capacidade de raciocínio, expô-los à humilhação, e, inteligentes em seu propósito, sempre deixam uma esperança, que manterá a força necessária para que continuem a aceitar as propostas deles. Esta mente perversa é (desculpe) a graça do filme, afinal, de que mais ele valeria a pena? Ah, claro. Os olhares e sorrisos inqualificáveis  de Paul (Arno Frisch) (que lembram muito o clássico &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Laranja Mecânica, 1971&lt;/span&gt;), além da cena verdadeiramente alternativa para desmentir e retroceder uma morte. Contudo, ainda é só um filme que retrata um acontecimento real  na vida humana e objetiva entretenimento com isso (menos mau), não propõe nenhuma ideia neste sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-aL9CXBPTI2U/TcLXBnNHenI/AAAAAAAAAPs/vw4JTQDstL0/s1600/FunnyGames_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="233" src="http://4.bp.blogspot.com/-aL9CXBPTI2U/TcLXBnNHenI/AAAAAAAAAPs/vw4JTQDstL0/s400/FunnyGames_1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MVrY6sXhJsE/TcLXD2gH8gI/AAAAAAAAAPw/ZpwV0yQzuz4/s1600/Funny_Games_%25281997%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://4.bp.blogspot.com/-MVrY6sXhJsE/TcLXD2gH8gI/AAAAAAAAAPw/ZpwV0yQzuz4/s400/Funny_Games_%25281997%2529.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;As comparações a outros bons filmes de tortura serão inevitáveis, como a série Jogos Mortais (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Saw, 2004&lt;/span&gt;) e o menos conhecido - porém bastante interessante - Menina Má.com (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Handy Candy, 2005&lt;/span&gt;) - vale lembrar que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Violência Gratuita&lt;/span&gt; é mais antigo que estes outros dois. Porém, destaca-se a grande qualidade da obra, que é muito bem-aceita pelo público que gosta de filmes independentes, adoradores de filmes cult, e principalmente para quem curte verdadeiramente cinema, e gosta de se deparar com as obras "livres", sem o batido "script hollywoodiano". Um pouco de "mente aberta" e despretenciosidade para alguns filmes não faz mal a ninguém, e parar na bizarra música que "quebra o gelo" dos primeiros minutos do longa pode fazê-lo perder um ótimo filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propósito, vale destacar que por ser uma obra não estadunidense e os norte-americanos terem extrema rejeição a filmes legendados, a obra acabou tendo pouca divulgação e proliferou-se muito mais pelo boca-a-boca do que pelo apelo comercial. Talvez esta seja a única justificativa para que este mesmo diretor refilmasse a obra em 2007 para a língua inglesa, mudando apenas os atores e mantendo impressionantemente todos os enquadramentos do filme pioneiro. Aí, é claro, relacionar o interesse desta divulgação ao interesse por dinheiro, não será mérito pra ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 9/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Perverso.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-4673081315405153691?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/4673081315405153691/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=4673081315405153691&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4673081315405153691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4673081315405153691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2010/08/violencia-gratuita.html' title='Violência Gratuita'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TGsqlbkPomI/AAAAAAAAALo/dqcV2TtZwow/s72-c/violencia-gratuita.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-4389289219825763382</id><published>2010-08-13T11:19:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:24:36.218-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>A Estrada</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TGWYW7DGhVI/AAAAAAAAALQ/8agzopRmCIk/s1600/a+estrada.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504973639105545554" src="http://1.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TGWYW7DGhVI/AAAAAAAAALQ/8agzopRmCIk/s320/a+estrada.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 228px;" /&gt;&lt;/a&gt;Às vezes parece que nada fascina tanto a humanidade quanto a vontade de ver tudo acabado. Ok, não é de hoje que o ser humano se pergunta de onde veio e para onde vai, mas esta incógnita sobre a sua origem está cada vez menos interessante e importante a cada dia que passa. Esse interesse mal-resolvido é traduzido para o cinema de diversas formas, e fazer filme de apocalipse está virando clichê. Afinal, qual é o filme de apocalipse que você mais gosta? É, se dá pra fazer esta pergunta é porque já existem diversas alternativas como resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, como forma de comunicação em massa e a força de expressão que tem o cinema, também não seria interessante se não víssemos estas adaptações, afinal (lá vai meu clichê) o ser humano está tomando atitudes cada vez mais perigosas, pondo em risco a existência de vida na Terra. Porém, incomoda ver filmes "boom", tanto na parte artística e apelativa a que ele se sujeita quanto no seu (ausente) conteúdo, que as vezes não passam de meros filmes-pipoca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste cenário, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Estrada&lt;/span&gt; (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Road, 2009&lt;/span&gt;) dirigido por John Hillcoat vem nos propor e saudar com uma história comovente. Mais que uma obra de ficção pós-apocalíptica, a trama baseia-se num bom drama vivido por um homem (Viggo Mortensen) e seu filho (Kodi Smit-McPhee), onde seus únicos objetivos são adiar a sua morte, e quem sabe, encontrar uma saída cada vez menos provável para suas vidas. Na trama, o garoto nasce no período pós-apocalíptico, e, portanto, não tem noção nenhuma de como eram todos aqueles locais devastados e destruídos a que ele encara como única verdade. Sem a capacidade de fazer comparações e remeter-se a lembranças de um mundo diferente deste, o ponto principal da narrativa baseia-se nas conversas que ele tem com seu pai. Cabe então ao pai, tentar traduzir e fazer colorir na mente da criança a beleza (?) que era a vida antes desta catástrofe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-WhL5crbDcmY/TcLXuNHE4mI/AAAAAAAAAP0/SAAssUOWnLM/s1600/2009_the_road_005.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://2.bp.blogspot.com/-WhL5crbDcmY/TcLXuNHE4mI/AAAAAAAAAP0/SAAssUOWnLM/s400/2009_the_road_005.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5fqx_DW4Akc/TcLXwlzJp_I/AAAAAAAAAP4/8EwGNL9JINM/s1600/theroad.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://1.bp.blogspot.com/-5fqx_DW4Akc/TcLXwlzJp_I/AAAAAAAAAP4/8EwGNL9JINM/s400/theroad.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sem rumo e objetivos maiores, a vida perde sentido para o homem, enquanto que para o menino a sua vida nem chega a ganhar um. Não há mais leis, senão a da sobrevivência. Lentamente o espectador percebe que o caos é total na vida dos personagens, e passa a torcer pelo (mesmo que desesperançoso) sucesso dos dois. Nada mais importa para eles, e o longa conduz-se variando entre as explicações e lembranças do pai e a interminável busca por comida, em que, nos poucos seres humanos que ainda sobreviveram, esta desordem política faz com que o canibalismo seja compreendido. A confiança não existe quando se encontra uma outra pessoa, mesmo que esta jure o contrário, afinal, o que você pensa sobre ela, ela também pode estar pensando de você. Contudo, assim como as antigas leis da humanidade ante-apocalíptica, a necessidade da convivência com outros seres humanos ainda é real, e eles arriscam-se a acertar em alguns casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme retrata a desesperança, tira durante todo o tempo a expectativa de algo melhor, de que possa haver uma saída. Eles rumam ao sul na busca de algo que nem sabem o que possa ser. Não há outra alternativa. A triste perda da esposa abala ainda mais a vida do pai do garoto. Assim segue-se a história, que conta com uma fotografia admirável retratando com extrema realidade (?) os tons de cinza que o mundo se resumiu. Ainda que sem cores, é belo. Belo como esta história que põe em primeiro plano um roteiro original, transformando em arte (ainda) a trágica possibilidade para o desfecho da vida humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 10/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000; margin: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Triste.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-4389289219825763382?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/4389289219825763382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=4389289219825763382&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4389289219825763382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/4389289219825763382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2010/08/estrada.html' title='A Estrada'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TGWYW7DGhVI/AAAAAAAAALQ/8agzopRmCIk/s72-c/a+estrada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-7032502461766801388</id><published>2010-07-05T17:40:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:24:51.145-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>O Iluminado</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TDKP1brQ7aI/AAAAAAAAALI/Ha-Tj8udyIY/s1600/4c2aa-postagem-o-iluminado.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490609043843116450" src="http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TDKP1brQ7aI/AAAAAAAAALI/Ha-Tj8udyIY/s320/4c2aa-postagem-o-iluminado.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 320px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 238px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aclamado pela crítica, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Iluminado&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(The Shining, 1980)&lt;/span&gt; pode ser considerado a verdadeira obra-prima do horror. Pudera, dirigido pelo genial Stanley Kubrick (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Laranja Mecânica, 2001: Uma Odisséia no Espaço, Nascido Para Matar&lt;/span&gt;), adaptado fielmente do livro homônimo de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Stephen King&lt;/span&gt; e com atuações brilhantes do elenco, soará redundante enaltecer tamanhas qualidades numa única obra, capaz de transcender os limites esperados, resumir, talvez, tão bem o significado da arte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;No livro escrito por &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Stephen King&lt;/span&gt;, em 1977, o consagrado escritor propõe a participação mental do leitor à interpretar nas entrelinhas o que descrevera na tragédia ocorrida com a família Torrance. Nas mãos de Kubrick, Jack Nicholson ganha reconhecimento de superastro do cinema, após esta que pode ser considerada a melhor interpretação do ator em sua carreira. Jack Nicholson vive Jack, um ex-alcoólatra e ex-professor mal sucedido financeiramente que acredita poder melhorar a vida de sua família quando surge a oportunidade de trabalhar como zelador no hotel Overlook, nas montanhas rochosas do Colorado, durante a temporada de inverno, em que o hotel ficara fechado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, esta tênue linha em que o personagem se encontra servirá de base para que o caos se estabeleça. Aliado à isso, Danny, o pequeno filho de Jack e sua esposa Wendy, possui poderes mentais de "ver" acontecimentos futuros e "presenciar" os inúmeros casos assombrosos ocorridos no passado negro do velho hotel. Danny é iluminado. Ele conversa com seu amigo imaginário Tony, que o guia mentalmente para prever o que poderá acontecer, dominando seu próprio corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num cenário perfeitamente adequado para transmitir este medo também a quem assiste, o diretor exagera (acertadamente) na quantidade de cenas que ampliam o horizonte de filmagem para mostrar toda a solidão a que os personagens estão inseridos. Consagradas cenas que resumem o horror do velho hotel, como as cenas em que o garoto Danny anda com seu triciclo pelos infinitos corredores e também na frase &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Aquiiii está Jhonny!"&lt;/span&gt;, quando a loucura já domina Jack. Jack, no entanto, é um refém de todo o mal do próprio hotel, que o utiliza como ferramenta para matar sua própria família. Ele não tem consciência de seu estado psicológico e deixa-se dominar por uma violência exagerada na tentativa de assassinar Wendy e Danny, após ser acusado pela própria esposa de tentar machucar o garoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jack tenta escrever um livro durante o tempo que trabalha como zelador, deixa-se levar pela loucura e, insano, fantasia situações inexistentes, ao mesmo tempo que seu filho tem plena consciência do perigo que a família corre, deparando-se com o antigo assassinato do ex-zelador de duas jovens filhas e presenciando o mal existencial contido no quarto 237.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para transmitir esta apreensão contínua e aparentemente interminável, mesmo composto por tão poucas cenas assustadoras, a trilha sonora do filme dá todo o clima e ajuda a manter o suspense e o medo em praticamente todo o longa. O medo virá de cada expectador, estando o filme somente propondo-se a extraí-lo de tal forma que o horror das cenas seja perfeitamente compreendido por quem assiste. De fato ele consegue. O filme é angustiante e assombroso, porém, perfeitamente agradável àqueles que gostam de um pouco de sadomasoquismo nos filmes. Neste aspecto, ele não decepciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZTA5qOdFOCs/TcLYUt2lbzI/AAAAAAAAAP8/cf4EteC5fXI/s1600/The+Shinning.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZTA5qOdFOCs/TcLYUt2lbzI/AAAAAAAAAP8/cf4EteC5fXI/s400/The+Shinning.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5FcPRWxh4S4/TcLYXB1C8vI/AAAAAAAAAQA/ZgtJumjBBf0/s1600/theshining4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://3.bp.blogspot.com/-5FcPRWxh4S4/TcLYXB1C8vI/AAAAAAAAAQA/ZgtJumjBBf0/s400/theshining4.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Iluminado&lt;/span&gt; ficou marcado pela enorme capacidade de transmitir medo, de causar espanto sem recorrer a manjadas técnicas de outros filmes de horror, com um terror profundamente psicológico e envolvente, atingindo muito mais a perfeição do que talvez monstros e seres inexistentes pudessem atingir. Utilizar-se do poder mental para provocar medo talvez seja mais interessante do que um poder visual, que muitas vezes pode ser atrelado à sustos repentinos, momentâneos e inconstantes. Assim, junto com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Exorcista (The Exorcist, 1973)&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Bebê de Rosemary (Rosemary's Baby, 1968)&lt;/span&gt;, estes são considerados os maiores clássicos do terror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kubrick possui um reconhecimento invejável como diretor, considerado, por muitos, o maior diretor de todos os tempos. Com uma filmografia pequena, este perfeccionista deixara, em cada obra, sua característica Kubrickiana de dirigir, repetindo exageradamente cada cena a fim de atingir a sua perfeição, desagradando, algumas vezes, à paciência de seus atores, porém extremamente flexível, capaz de realizar drama, terror, ficção, aventura e romance com tamanha habilidade de tornar cada obra um clássico de cada gênero na história do cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 10/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Sombrio.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-7032502461766801388?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/7032502461766801388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=7032502461766801388&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/7032502461766801388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/7032502461766801388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2010/07/o-iluminado.html' title='O Iluminado'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TDKP1brQ7aI/AAAAAAAAALI/Ha-Tj8udyIY/s72-c/4c2aa-postagem-o-iluminado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-5971781033476621707</id><published>2010-07-02T14:59:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:25:17.058-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>Toy Story 3</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TC5qvSoWACI/AAAAAAAAAKo/MVtUxzrY2NQ/s1600/toy_story_31.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5489442356498661410" src="http://4.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TC5qvSoWACI/AAAAAAAAAKo/MVtUxzrY2NQ/s320/toy_story_31.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 320px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 216px;" /&gt;&lt;/a&gt;Talvez não seja possível falar apenas da história. Como deixar de mencionar a exuberante qualidade do maior estúdio de animação da atualidade? A cada lançamento, os fãs da Pixar devem perguntar-se se terá algo com mais qualidade do que cada filme lançado na atualidade, e, claro, felicitam-se no costumeiro prazer que sim, não parece haver limites de perfeição à Pixar. Com trabalhos fundamentados muito mais do que na animação, a Pixar propõe-se a demonstrar algo mais, algo que talvez não seja de um interesse primordial para o desenvolvimento de filmes de animação: o roteiro. Desde seu primeiro trabalho  em 1995 com Toy Story e a explosão deste grande sucesso, a Pixar tem evoluído muito a frente de seus concorrentes. Assim, seguiu-se o bom trabalho com Vida de Inseto (1998), Toy Story 2 (1999), Monstros S.A. (2001), Procurando Nemo (2002), Os Incríveis (2004), Carros (2006), Ratatouille (2007), Wall-E (2008) e Up (2009), até chegar na sua obra máxima, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Toy Story 3&lt;/span&gt; (2010), pelo menos provavelmente até o lançamento do próximo longa-metragem, ao que parece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliado à grande importância do trabalho minucioso de criação de cada personagem, tanto quanto suas personalidades carismáticas, há a grande capacidade de transparecer toda a magia contida na ideia original sobre cada personagem de brinquedo. Não basta ser brinquedo, tem que ser real, tem que atender a uma expectativa imaginária e comparativa de cada um que verá o filme e buscará, direta ou indiretamente, uma ligação pessoal com a história, com sua história. Este é, talvez, um dois maiores pontos-forte visuais do longa, utilizando-se de cores vivas e sempre alegres, há aí o interesse de buscar a identificação de cada expectador. Não há o que contestar quanto à nenhum dos filmes da trilogia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nos primeiros filmes a premissa baseava-se na história dos brinquedos com o seu dono, agora, passados 10 anos do último filme, este hiato de tempo acompanha a ideia do filme. Em Toy Story 3, Andy, agora com 17 anos, está numa nova etapa de sua vida, entrando na fase adulta, iniciando a faculdade. Já não é mais tempo de continuar com os inseparáveis brinquedos de sua infância. Nisso, a mudança de Andy para o mundo acadêmico o força a tomar atitude quanto aos seus brinquedos. Desencontros acontecem e Woody e seus amigos acabam tomando rumos não esperados, indo parar numa creche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta etapa do filme, o longa busca não demonstrar mais a perspectiva da relação dos brinquedos com seu dono, dando a eles certo ar de liberdade, numa aventura fora de seus lares, longes de seu dono, encontrando muitos outros brinquedos e atravessando alguns problemas, pondo-os em paradoxo, uma vez que não sabem se o melhor para si é retornar à companhia de Andy ou buscar uma nova vida, um novo dono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-tBuaQEL7y_U/TcLZDBcwX9I/AAAAAAAAAQI/nxfCj1y1670/s1600/Toystory3trailer07.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://4.bp.blogspot.com/-tBuaQEL7y_U/TcLZDBcwX9I/AAAAAAAAAQI/nxfCj1y1670/s400/Toystory3trailer07.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-TMnbsLqSlJM/TcLZZvY1-hI/AAAAAAAAAQM/-0u4fohHWfI/s1600/toy-story-3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/-TMnbsLqSlJM/TcLZZvY1-hI/AAAAAAAAAQM/-0u4fohHWfI/s400/toy-story-3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Há, de fato, uma excelente qualidade do longa em todos os aspectos. Talvez seja possível considerá-lo o melhor filme de animação da história - até o momento -, se não, com certeza, um dos melhores. O filme busca atender à alguns interesses individuais, dentre eles, a grande e desafiadora necessidade de manter e/ou melhorar a qualidade dos consagrados dois primeiros filmes é a tarefa principal, uma vez que considerável parte do público-foco do filme estará na expectativa pessoal de rever - e agradar-se - com o filme que marcou suas infâncias, que agora retoma a franquia. É oportuno também destacar uma diferenciação deste longa para os demais. Neste terceiro trabalho, há mais ação, mais aventura, que mostram a cada cena que este será, com certeza, um clássico dos desenhos animados. Buzz Lightyear possibilita boas gargalhadas, assim como alguns outros personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tantas qualidades, Toy Story 3 atende e supera a cada expectativa criada. É um filme único, linear, sem altos e baixos. Destaque individual para a dublagem de Tom Hanks, no papel de Woody, e à excelente direção de Lee Unkrich, que co-dirigiu Procurando Nemo, Monstros S.A. e Toy Story 2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 10/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Simpático.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-5971781033476621707?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/5971781033476621707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=5971781033476621707&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/5971781033476621707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/5971781033476621707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2010/07/toy-story-3.html' title='Toy Story 3'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TC5qvSoWACI/AAAAAAAAAKo/MVtUxzrY2NQ/s72-c/toy_story_31.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-3009118575067650352</id><published>2010-06-05T19:29:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:25:30.442-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>É Proibido Fumar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TAsTNj72ptI/AAAAAAAAAKg/NRWvlNQxD54/s1600/Filme-proibido-fumar.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5479494495331854034" src="http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TAsTNj72ptI/AAAAAAAAAKg/NRWvlNQxD54/s320/Filme-proibido-fumar.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 218px;" /&gt;&lt;/a&gt;Depois do reconhecimento nacional obtido pelo seu primeiro  longa-metragem Durval Discos&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;(2002),  Anna Muylaert talvez realizara, em sua segunda obra, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;É Proibido Fumar&lt;/span&gt; (2009), tudo aquilo  que não fizera no primeiro. Seu reconhecimento veio após o interessante e  bem-humorado trabalho, ganhando seus prêmios e seu prestígio, gerando  certa admiração pelo excelente humor-negro demonstrado na primeira obra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contudo, neste seu novo e segundo trabalho, as expectativas se murcham a cada minuto, a cada cena. Sobram referências ao longa anterior, desde tomadas de câmera, música, cenário e tempo até os personagens em si (utilizando novamente pessoas ligadas à música como ator sem propósito e atores repetidos). As atuações dos protagonistas são deprimentes, elenco fraquíssimo (com excessão da atuação do cachorro, que está muito bem no papel de cachorro). Sem nenhuma criatividade, É Proibido Fumar não diz a que veio, não mostra um propósito, não dá profundidade aos seus personagens. É um filme fraco e raso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como protagonista está Baby (não o porquinho atrapalhado, e sim Gloria Pires), vivendo uma mulher solteira, sem filhos, que mora sozinha à espera de nada. É o exemplo do insucesso. O filme tenta desenrolar-se quando ela conhece seu novo vizinho, Max (Paulo Miklos) que possui um ritmo de vida parecido com o dela. Eles se conhecem, rola aquele clima chato e os dois farrapos decidem juntar os panos. Há então a terceira pessoa, retratada num outro romance do rapaz, a qual serve de pilar para o problema vivido entre o novo casal e o filme em si. Após essa introdução pra lá de repetida, tem o síndico e a irmã fofoqueira - como não poderia deixar de ser -, pra celebrar a cereja no bolo. É então que, (in)experadamente, acaba o filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9yA6qHGlZDU/TcLaC5CYzgI/AAAAAAAAAQQ/Xq4tYGZao6Q/s1600/%25C3%2589+proibido+fumar.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="241" src="http://1.bp.blogspot.com/-9yA6qHGlZDU/TcLaC5CYzgI/AAAAAAAAAQQ/Xq4tYGZao6Q/s400/%25C3%2589+proibido+fumar.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-s7A6NgFoflU/TcLaEF9K_DI/AAAAAAAAAQU/7at8KpxyoHU/s1600/eproibidofumar.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-s7A6NgFoflU/TcLaEF9K_DI/AAAAAAAAAQU/7at8KpxyoHU/s400/eproibidofumar.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Espanta ainda saber que alguns atores puderam sujeitar-se à tamanha baboseira, com um roteiro que poderia ser descartado somente ao lê-lo em primeira mão, incapaz de definir até o gênero ao qual o longa busca - e não encontra - sua narrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se fazer um adendo, ainda, ao título do filme, que (esse sim) justifica alguma coisa. Além da referência que faz à personagem que fuma incontáveis cigarros durante o filme e que realmente busca tentar parar de fumar (na busca pela sua aproximação com o novo vizinho), o título se perde e retrata a incapacidade até de dar nome a trama. Talvez devê-se proibir muitas outras coisas no filme além do que se sugere em seu título.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Minha avaliação: 3/10&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Definindo-o em uma palavra: Broxante.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1352351215689805169-3009118575067650352?l=cinemarcocriticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/feeds/3009118575067650352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1352351215689805169&amp;postID=3009118575067650352&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/3009118575067650352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1352351215689805169/posts/default/3009118575067650352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinemarcocriticas.blogspot.com/2010/06/e-proibido-fumar.html' title='É Proibido Fumar'/><author><name>Cinemarco Críticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16985914800643313528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-QkmsRA8jKCY/Td2Ef3-DIoI/AAAAAAAAAXg/nwMx1EUNjds/s220/Sem%2Bt%25C3%25ADtulo.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/TAsTNj72ptI/AAAAAAAAAKg/NRWvlNQxD54/s72-c/Filme-proibido-fumar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1352351215689805169.post-6487052995772003364</id><published>2010-05-15T20:43:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T17:25:46.967-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marco'/><title type='text'>A Mosca</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/S-910d2hjrI/AAAAAAAAAKI/2jkas2FgODc/s1600/a-mosca1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5471721616505409202" src="http://4.bp.blogspot.com/_QfG_DaYPkHo/S-910d2hjrI/AAAAAAAAAKI/2jkas2FgODc/s320/a-mosca1.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; text-align: justify; width: 202px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há, pelo menos, quatro gêneros influentes na obra &lt;b&gt;A Mosca&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;The Fly, &lt;/i&gt;1986): Ficção, terror-&lt;i&gt;trash&lt;/i&gt;-escancarado, drama e, acredite, um romance. O que pode parecer, à primeira vista, um filme desinteressante de assistir, pode revelar-se na condução de sua história. Estas mesclas de gêneros denotam a ótima capacidade do diretor David Cronenberg (Senhores do Crime, Marcas da Violência, O Vidente) dirigir a trama de maneira singular. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inicialmente, narra-se a vida de um cientista que, dentre outras invenções, acredita que está diante de sua revolucionária máquina, sempre desejada pelos humanos, desafiadora neste aspecto. Seth Brundle (Jeff Goldblum) acabara de criar a Telepod, um teletransporte. A aproximação do cientista com a jornalista Veronica Quaife (Geena Davis), faz estabelecer o início de um estranho relacionamento. Neste ponto, inicia-se um romance discreto, porém existente. Retratando a exclusão ao qual Seth sofre da sociedade, ele mora num grande e sombrio prédio, sem vizinhos, grandes corredores e totalmente abandonado. Na sua própria casa ele cria o aparelho, e mostra à Veronica a sua invenção. Porém, o que parecia ser uma grande descoberta - de fato era -, resultaria em algo nada esperado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após experimentar sua máquina com objetos sem vida e conseguir também teletransportar um macaco, ele decide transportar a si próprio. Consegue, mas algo dá errado. Neste processo, sua genética mistura-se com uma mosca que estava dentro do aparelho, transformando-o no próprio animal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O lento processo de transformação do cientista no animal é o ápice do filme. Prendendo o telespectador à história, ele revela a torcida pelo monstro, diante de sua simpatia já conquistada. É uma mistura de pena, angústia, apreensão e torcida. Mesmo com toda a feiúra a que ele se transforma, é inevitável não demonstrar tristeza na situação particular do personagem e na relação entre ele e a jornalista. A cada passo de sua transformação, o afastamento dos dois fica maior. Ela busca ajuda, em vão. As visitas mostram cada vez menos um homem e mais um animal. Porém, a abordagem inicial faz o personagem ter carisma, sabe-se, sempre, que por trás de sua nova pele há muito sentimento, muita vontade de manter aquela relação, de viver, de dar continuidade àquela descoberta que o faria refém de si próprio. Com um final justo, o longa finaliza com cenas fortes emocional e visualmente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Fw0B4NDROv8/TcLaqzyjfkI/AAAAAAAAAQY/zMeeZYLca90/s1600/The.Fly.1986.Blu-ray.Re.720p.x264.DTS-MySiLU.%255Bsharethefiles.com%255D%255B21-55-05%255D.PNG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="215" src="http://2.bp.blogspot.com/-Fw0B4NDROv8/TcLaqzyjfkI/AAAAAAAAAQY/zMeeZYLca90/s400/The.Fly.1986.Blu-ray.Re.720p.x264.DTS-MySiLU.%255Bsharethefiles.com%255D%255B21-55-05%255D.PNG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--zlntKdSE4Q/TcLavy0paeI/AAAAAAAAAQc/WxuOgjLrMJQ/s1600/thefly19861080pbluraydt.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://3.bp.blogspot.com/--zlntKdSE4Q/TcL
